terça-feira, 1 de setembro de 2009

Dicas de Educação


O que fazer quando os conflitos familiares se convertem numa constante e explodem por qualquer motivo?
Como assumir e expressar raiva, medo, frustração ou tristeza, sem ter a impressão de colocar em risco o amor e a confiança?
Como formar e educar as crianças sem recorrer ao castigo físico?
Estratégias de educação positiva são aquelas formas educativas que não utilizam a violência física e psicológica e que promovem o desenvolvimento físico, emocional e social dos filhos de forma saudável e participativa.

Educar não é nada fácil. Depois de um dia inteiro de problemas, mães e pais chegam em casa e precisam cuidar dos filhos. E as crianças querem atenção, nem sempre obedecem logo, pedem tudo. É muita pressão.

Nessa hora a palmada ou um tapinha de leve parecem uma boa idéia. Sem que a criança entenda direito, os mesmos pais que dão comida e beijinho de boa noite, de vez em quando aparecem com o chinelo na mão. Para não apanhar, as crianças passam a preferir a distância e o silêncio.
Mentem para evitar brigas, escondem seus erros. Aos poucos, quase nada se resolve sem gritos ou ameaças. E o resultado disso é que as crianças, ao invés de respeitar os pais, ficam com medo deles.
Muitos pais apelam para a violência porque é comum acreditar que é a melhor forma de manter a autoridade e de proteger os filhos.
Antigamente se achava que castigos físicos e humilhantes faziam parte da educação.
Hoje, se sabe que não é bem assim. Existem formas carinhosas de educar que dão resultado.
Reunimos aqui algumas dicas de educação que você pode aliar a estratégias específicas de educação positiva, para garantir ao seu filho um desenvolvimento pacífico, feliz e livre de violência.

1. Se acalme. Respire fundo antes de chamar a atenção do(a) seu(ua) filho(a).
Evite discutir os problemas sob o efeito da raiva, pois dizemos coisas inadequadas para a aprendizagem das crianças, que as magoam tanto quanto nos magoariam se fossem dirigidas a nós!

2. Sempre tente conversar com as crianças, mantendo abertos os canais de comunicação.
Entender porque algo está acontecendo ao conversar com a criança é o primeiro passo para juntos vocês encontrarem a solução!

3. Mostre à criança o comportamento mais adequado dando o seu próprio exemplo.

Beber suco diretamente da garrafa irá ensiná-lo que esse é um comportamento adequado. Assim como falar mal das pessoas depois de encontrá-las. Seu filho aprenderá muito mais com o seu exemplo do que com o que você diz a ele sobre o que é certo ou errado.

Isso vale também para os pequenos atos de higiene do cotidiano: escovar os dentes, lavar as mãos antes de comer, etc. É mais fácil para a criança criar e manter essa rotina se você também a realiza.

4. Jamais recorra a tapas, insultos ou palavrões.

Como adultos não queremos ser tratados assim quando cometemos um erro... Então não devemos agir assim com nossos filhos! Devemos tratá-los da maneira respeitosa como esperamos ser tratados por nossos colegas, amigos ou pessoas da família, quando nos equivocamos. As crianças são seres humanos como nós!

5. Não deixe que a raiva ou o stress que acumulou por outras razões se manifestem nas discussões com seus filhos.

Seja justo e não espere que as crianças se responsabilizem por coisas que não lhes dizem respeito.

6. Converse sentado, somente com os envolvidos na discussão.


Isso contribui para uma melhor comunicação. Mantenha um tom de voz baixo e calmo, segure as mãos enquanto conversam - o contato físico afetuoso ajuda a gerar maior confiança entre pais e filhos e acalma as crianças.

7. Considere sempre as opiniões e idéias dos (as) seus (as) filhos(as).

Afinal muitas vezes suas explicações pelo ocorrido não são nem escutadas. Tome decisões junto com eles para resolver o problema, comprometendo-os com os resultados esperados. Se o acordo funcionar, dê parabéns. Se não funcionar, avaliem juntos o que aconteceu para melhorar da próxima vez.

8. Valorize e faça observações sobre os aspectos positivos do comportamento deles (as).

Elogios sobre bom comportamento nunca são demais!
Cuidado para não atacar a integridade física ou emocional da criança fazendo com que ela sinta que jamais poderá atender suas expectativas!
Ela colocou a roupa suja no cesto de roupas? Elogie. Assim como o desenho que a criança fez, o fato dela ter conseguido colocar a calça sozinha, o fato dela contar uma história para você ou colocar algo no lugar que você pediu.

9. Busque expressar de forma clara quais são os comportamentos que não gosta e te aborrecem.
Explique o motivo de suas decisões e ajude-os a entendê-las e cumpri-las. As regras precisam ser claras e coerentes para que as crianças possam interiorizá-las!

10. "Prevenir é melhor que remediar, sempre”. Gerar espaços de diálogo com as crianças desde pequenos colabora para que dúvidas e problemas sejam solucionados antes do conflito.
Integrá-las nas atividades do dia-a-dia evita que tentem chamar a atenção por outros meios.
Você precisa fazer compras e terá que levar com você seu filho pequeno. Você pode deixá-lo ajudar nas compras; conversar com ele sobre o que está comprando – peça-lhe para falar o que ele acha de um determinado produto; se for uma criança mais velha, ela pode ter maior mobilidade e ir pegar outros produtos enquanto você está em outro setor do supermercado.

11. Se sentir que errou e se arrependeu, peça desculpas às crianças.
Elas aprendem mais com os exemplos que vivenciam do que com os nossos discursos!

12. Procure compreender a criança e saber o que esperar dela na fase desenvolvimento em que ela se encontra.

Uma criança de 1 ano e meio já consegue se alimentar sozinha e este é um comportamento que deveria ser estimulado pelos pais e/ ou cuidadores. Mas eles devem ter paciência e, ao invés de se irritarem com a “lambança” que a criança irá fazer, estimulá-la a se alimentar por conta própria. Colocar um plástico ou jornais embaixo da cadeira que a criança está comendo torna mais fácil limpar o local depois da refeição.

13. Deixe as consequências naturais do comportamento inadequado acontecerem ou aplique conseqüências lógicas.
Consequência natural: a criança está brincando de maneira violenta com seus brinquedos.
Você a avisa que ele pode se quebrar, mas ela continua a brincar da mesma maneira até que ele finalmente se quebra. Logo em seguida ela pede para você comprar outro. Neste momento, você deve relembrá-la do aviso que lhe foi oferecido e negociar com ela esta nova compra.
Consequência lógica: a criança não cumpre com o que foi acordado com os pais sobre xingar os irmãos. Ela, então, ficará no “cantinho do castigo” o tempo adequado para a sua idade.

Importante: consequências são diferentes de punições. Estas últimas machucam as crianças, fisicamente e emocionalmente deixando-as com raiva, inseguras e tristes. As conseqüências ensinam. Essa estratégia, no entanto, não deve ser usada quando significar submeter a criança a situação de perigo.

Observatório da Infância

Endereços Importantes


Conselhos Tutelares no Brasil


Subseções

Estados (Unidades da Federação)


Conselhos Tutelares no Brasil

Veja a lista de conselhos tutelares de todo o Brasil, por Estado.


Conselhos Tutelares do Acre

Conselhos Tutelares de Alagoas
Conselhos Tutelares do Amapá
Conselhos Tutelares de Amazonas
Conselhos Tutelares da Bahia
Conselhos Tutelares do Ceará
Conselhos Tutelares do Distrito Federal
Conselhos Tutelares do Espírito Santo
Conselhos Tutelares de Goiás
Conselhos Tutelares do Maranhão
Conselhos Tutelares de Mato Grosso
Conselhos Tutelares de Mato Grosso Sul
Conselhos Tutelares de Minas Gerais
Conselhos Tutelares do Pará
Conselhos Tutelares da Paraíba
Conselhos Tutelares do Paraná
Conselhos Tutelares de Pernambuco
Conselhos Tutelares de Piauí
Conselhos Tutelares do Rio de Janeiro
Conselhos Tutelares do Rio Grande do Norte
Conselhos Tutelares do Rio Grande do Sul
Conselhos Tutelares de Rondônia
Conselhos Tutelares de Roraima
Conselhos Tutelares de Santa Catarina
Conselhos Tutelares de São Paulo
Conselhos Tutelares de Sergipe
Conselhos Tutelares de Tocantins


Fonte: http://www.observatoriodainfancia.com.br/rubrique.php3?id_rubrique=100

Quebrando o Silêncio - Amor

Elegância Comportamental

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO








Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.



É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.



Nas pessoas que escutam mais do que falam.



É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.



É possível detectá-la em pessoas pontuais.



É elegante retribuir carinho e solidariedade.



Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.



Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.



Educação enferruja por falta de uso.


 


Você é "elegante" no seu comportamento?

 

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

The Cove Trailer for Facebook

Caro leitor.

Que crueldade! Que tristeza!

Eu amo tanto os golfinhos,eles são inteligentes, lindos e "amigos", quando assisti este vídeo, fiquei indignada com tamanha violência, covardia e que atitude mais desumana dessas pessoas.

Amigo(a), por favor vamos denunciar essas atitudes covardes. OK?


Salvem os golfinhos dessa matança!!


Desde já, agradeço a todos.

Um abraço.

Rosemary Quintas




"The Cove" - Save Japan Dolphins!

Ver outra vez pode ajudar a espalhar esta mensagem importante?
The Cove segue uma equipe de ativistas e cineastas como infiltrado numa enseada fortemente vigiado em Taiji, no Japão para descobrir seu segredo mortal. Mais de 20.000 golfinhos estão sendo abatidos a cada ano e sua carne, contendo níveis tóxicos de mercúrio, está sendo vendido como alimento no Japão, muitas vezes rotulado como carne de baleia. Por favor ver este vídeo e enviá-lo para seus amigos!
Saiba mais

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