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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Vaso Lamparina - Combate à dengue.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Benefícios da Água x Refrigerante - Dr. Lair Ribeiro










    Benefícios da Água x Refrigerante - Dr. Lair Ribeiro

 
Grandes verdades! Vale a pena assistir.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Que é TOC?


TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO





"Dr. Fernando Ramos Asbahr é médico psiquiatra do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, onde coordena o Ambulatório de Ansiedade na Infância e Adolescência.
Sempre que arrumo a mala antes de viajar, guardo a passagem no mesmo lugar. Mas, dentro do táxi que me leva ao aeroporto, preciso conferir se ela está mesmo na valise de mão. Eu sei que está, pois eu mesmo acabei de colocá-la ali, mas, se não der essa última olhada, não me tranquilizo. Entretanto, há pessoas que, numa situação como essa, não se contentam em dar só uma olhada. Precisam olhar dez, vinte, trinta vezes e, mesmo assim, continuam em dúvida e ficam ansiosas.
Nem sempre é fácil estabelecer o limite entre preocupação natural e ansiedade exagerada diante de um fato. O que se sabe é que algumas pessoas são dominadas por pensamentos repetitivos e persistentes que geram medo ou sensação de desconforto muito grande. Esses pensamentos desagradáveis as obrigam a repetir determinados rituais para aliviar a ansiedade. Essa é a principal característica do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), um distúrbio que provoca alterações na maneira de pensar, no comportamento, nas emoções e que pode interferir no desempenho das atividades rotineiras de seus portadores, prejudicando muito a qualidade de vida.
O QUE É
Drauzio – É sinal de transtorno psiquiátrico eu ter de olhar a passagem antes de chegar ao aeroporto mesmo sabendo que ela está dentro da minha valise de mão?
Fernando Ramos Asbahr – Não necessariamente sinal de um transtorno, mas não deixa de ser uma dúvida obsessiva, porque persiste, e você só fica aliviado quando abre a mala e vê que a passagem está realmente onde a colocou.
O conceito de obsessão pressupõe um pensamento, que pode ser uma ideia, uma palavra, uma música, com a característica de invadir a mente repetida e incessantemente até que a pessoa o exclua, na maior parte das vezes, por algum ato que chamamos de compulsão ou ritual compulsivo. No seu exemplo, seria verificar se a passagem está realmente na mala.
É importante esclarecer que, em alguns momentos, todo o mundo pode apresentar rituais compulsivos. O joguinho infantil de não pisar nas riscas da calçada ou de pular determinados quadrados do chão é um comportamento ritualizado, um tipo de compulsão que faz parte do desenvolvimento normal da criança. No entanto, usando novamente seu exemplo, se a pessoa verificou uma vez, a passagem estava ali, verificou novamente – “Será que é a passagem daquele voo mesmo?” – e tornou a verificar, vinte, trinta vezes, a ponto de atrasar-se e perder o avião, está caracterizado o transtorno obsessivo-compulsivo, uma doença psiquiátrica que se manifesta pela ocorrência de obsessões e, na maior parte dos casos, de compulsões.
Drauzio – Quais são as principais características do transtorno obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – É a presença de obsessões e compulsões. As obsessões representam a parte mental da doença. O pensamento obsessivo funciona como um disco riscado, que fica repetindo sempre o mesmo ponto da gravação. Em geral, isso acontece contra a vontade da pessoa. Ela não quer pensar daquela forma, mas a ideia e as imagens persistem.
Assim acontece com a criança na escola que de repente imagina a mãe sendo atropelada na rua. Embora tente afugentar esse pensamento, ele fica patinando dentro de sua cabeça e o único jeito de controlar a ansiedade é realizar o ritual que caracteriza a compulsão: sair da classe e telefonar para a mãe. Ao ouvir que está tudo bem, que nada de errado aconteceu, a criança volta mais tranquila para a sala de aula. Dali a cinco minutos, porém, o pensamento retorna insistente, e ela tem necessidade de repetir o ritual do telefonema. A única maneira de livrar-se da obsessão é executar a compulsão, sempre obedecendo a certas regras. Esse é um processo que se acentua com o passar do tempo e pode tomar conta da vida dos portadores de transtorno obsessivo-compulsivo.
SINTOMAS
Drauzio – Qual a diferença exata entre obsessão e compulsão nesses casos?
Fernando Ramos Asbahr – A obsessão é mais um pensamento que invade a mente, e a compulsão, a necessidade incontrolável de praticar um ato para aliviar a ansiedade provocada pelo pensamento indesejado. Muitas vezes, porém, a obsessão pode não aparecer. É o caso da criança de 4 ou 5 anos que lava repetidamente as mãos. Dependendo de seu grau de desenvolvimento, se lhe perguntarmos por que faz isso, o máximo que conseguirá responder é que lava as mãos porque se sente bem e pronto!
Já no adulto é muito mais comum o pensamento obsessivo estar por trás do ritual compulsivo. ”Será que peguei a passagem ou a deixei em cima da cama?” é a dúvida que o obriga a abrir a mala repetidas vezes.


Drauzio – Você disse que é comum as crianças desenvolverem determinados rituais a que obedecem rigorosamente e que isso é absolutamente normal. Quando o processo se torna patológico?
Fernando Ramos Asbahr – A fronteira é tênue. Na verdade, é muito difícil saber quando a mania, como popularmente se diz, ou os rituais compulsivos caracterizam uma doença. O certo é que quanto mais interferirem na vida das pessoas, sejam elas crianças ou adultos, mais próximas estarão da doença.
É o caso da criança que se atrasa para a escola, porque não sabe se veste a camiseta azul ou a vermelha. Fica imaginando que, se puser a vermelha, alguma coisa poderá acontecer com sua mãe, mas que usar a azul pode lhe dar azar e fazer com que algo de errado aconteça com seu irmão pequeno.
No Ambulatório do Instituto de Psiquiatria, já atendemos crianças de três, quatro anos que berram quando não conseguem pisar primeiro com o pé direito na calçada ao descer do carro e obrigam os pais a darem uma volta a mais para que repitam o gesto da maneira que consideram acertada.
Na verdade, dos primeiros sintomas até o diagnóstico, costuma passar muito tempo.
FAIXA ETÁRIA E FREQUÊNCIA
Drauzio – Esses transtornos costumam aparecer com que idade?
Fernando Ramos Asbahr – Há relatos de crianças com obsessões e compulsões graves a partir dos três anos de idade. Nunca vi, mas já ouvi que crianças de dois anos e meio apresentaram a doença. Pessoalmente, já encontrei pacientes com três anos, três anos e pouco, que desenvolveram rituais.
Drauzio – O TOC sempre começa na infância?
Fernando Ramos Asbahr – Não necessariamente. Um dado importante, principalmente para os pais estarem atentos, é que trabalhos com grandes populações revelam que 80% dos casos de transtorno obsessivo-compulsivo diagnosticados em adultos se manifestaram antes dos 18 anos e 50%, antes dos 15 anos.
Drauzio – Qual é a frequência de TOC na população?
Fernando Ramos Asbahr – A frequência do TOC na população está entre 2% e 4%. Isso quer dizer que, numa escola com mil alunos, 20 vão apresentar algum grau de obsessão e compulsão. É importante destacar que quanto mais são realizados os rituais, maior a possibilidade de aumentar a frequência e a intensidade dos pensamentos obsessivos e o problema vai tomando conta da vida da pessoa.
CLASSIFICAÇÃO
Drauzio – Como pode ser classificado o transtorno obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – Existem dois tipos: o transtorno obsessivo-compulsivo subclínico e o transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito. O subclínico caracteriza-se pela presença de obsessões e rituais que se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa. São sintomas obsessivo-compulsivos (não gosto muito do termo transtorno obsessivo-compulsivo subclínico) que ocorrem nesses casos.
Quanto ao TOC propriamente dito, as obsessões persistem até que o exercício da compulsão alivie a ansiedade, e é comum os portadores dessa doença terem parentes em primeiro grau com sintomas muito semelhantes.

Drauzio – O distúrbio é mais comum nos meninos ou nas meninas?
Fernando Ramos Asbahr – Depende da faixa etária. Ao longo da vida, a frequência é a mesma nos dois sexos. Na infância, o transtorno obsessivo-compulsivo é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, o número de casos vai se igualando e a frequência passa a ser praticamente a mesma entre homens e mulheres.
Drauzio – Como os pais podem identificar que as manias próprias da infância, estão exageradas no seu filho?
Fernando Ramos Asbahr – Devem chamar atenção a intensidade e a frequência com que as manias se manifestam na criança. Em geral, os sintomas são mais intensos no ambiente familiar. Entretanto, quanto mais fora de casa aparecerem e mais envolverem a figura dos pais, mais grave será o quadro. Acompanhei o caso de uma criança que, enquanto despejava água num copo, era acometida pelo pensamento ruim de que pessoas de sua família poderiam sofrer um acidente e, para impedir que isso acontecesse, era obrigada a voltar a água do copo para a jarra e da jarra para o copo até o pensamento desaparecer. Durante horas, ela repetia esse gesto até que os pais enchiam o copo por ela. Isso a fez sentir-se protegida e livre da ritualização. Geralmente, as obsessões têm cunho agressivo, catastrófico, e estão associadas a acidentes, doenças e mortes. Um exemplo é o da criança que começa a ter imagens dela própria brincando com um cachorrinho e, depois, atirando-o longe, contra uma parede.
INFLUÊNCIA PATERNA
Drauzio – Vocês conseguem identificar algo no comportamento dos pais que facilita o aparecimento de transtornos obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – No aparecimento em si, não; mas na perpetuação e intensificação dos sintomas, sim. Há pais que participam das manias e rituais. Lembro de uma criança que, enquanto estava assistindo a determinado programa, ninguém podia passar por trás da televisão e os pais, ao desviarem do caminho proibido, acabavam alimentando e perpetuando o ritual da criança.
Drauzio – Vamos voltar ao caso da criança que precisa jogar água no copo para espantar o pensamento de que a mãe poderia morrer. Com a perpetuação do ritual, o medo pode estender-se à morte do pai, do primo, do tio?
Fernando Ramos Asbahr – Em geral, sim. Não necessariamente com o mesmo conteúdo. No entanto, quanto mais ritualiza, maior o risco de amplificar o problema, pois o que ocorre primeiro é o pensamento ruim e a criança o associa ao que está fazendo naquele momento. Acompanhamos um paciente que não podia desligar a televisão com o controle remoto, se um pensamento ruim estivesse na sua cabeça. Acontece que, em praticamente todo o tempo de vigília, o pensamento estava ali e ele era obrigado a pedir a alguém para desligar o aparelho.
TRATAMENTO
Drauzio – Como deve ser enfrentado esse problema na criança? Como os pais devem ser orientados?
Fernando Ramos Asbahr – Em primeiro lugar, é preciso esclarecer os pais a respeito do que é sintoma da doença e do que não é e faz parte do desenvolvimento normal da criança. É muito comum eles acharem que o filho está “com frescura”, porque não consegue escolher uma roupa ou sair do banho antes de ter a sensação de que está completamente limpo.
Na verdade, a obediência a rituais pode atrapalhar não só a vida do paciente, mas a vida da família inteira. Muitos adultos mobilizam todas as pessoas da casa por causa de suas manias. Saber que isso é uma doença para qual há tratamento é o primeiro passo. Quanto mais for trabalhada a explicação sobre o transtorno, melhores serão os resultados do tratamento.
O passo seguinte vai depender muito da faixa etária do paciente. Há muita divergência sobre qual deve ser a primeira abordagem terapêutica. Em linhas gerais, tanto para adultos, quanto para crianças e adolescentes, existem dois tipos de tratamento: o medicamentoso e o não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da serotonina. Outros tipos não funcionam. Entre os tratamentos não medicamentosos, o único comprovadamente eficaz é a terapia cognitivo-comportamental.
Drauzio – Em que consiste esse tipo de terapia?
Fernando Ramos Asbahr – O princípio básico é que a pessoa tem de expor-se à situação que gera ansiedade. Vamos pegar o exemplo da passagem de avião. Ficar no táxi, sem abrir a mala e aguentar a ansiedade subindo é o primeiro passo do tratamento. Brinco com as crianças que a ansiedade não passa do teto. Bate nele e começa a cair. Quanto mais elas conseguirem não realizar o ritual, mais depressa esse sintoma irá desaparecer.
No entanto, é preciso respeitar uma hierarquização no desenvolvimento desse processo terapêutico. O ideal é começar sempre pelos sintomas mais brandos. A chance de sucesso é zero, se começarmos pelos mais difíceis.
Recentemente, foi publicado um trabalho apontando que associar medicamentos à terapia cognitivo-comportamental traz melhores resultados do que se cada tipo de tratamento fosse utilizado isoladamente. Embora pessoalmente defenda a combinação desses dois métodos, cabe a ressalva de que, na infância, se não houver maior gravidade, deve-se iniciar sempre com o tratamento não medicamentoso.


PERGUNTAS ENVIADAS POR E-MAIL
Adriana Sales Pereira de Oliveira – São Paulo/SP - Existem pessoas mais predispostas ao transtorno obsessivo-compulsivo ou todos estamos sujeitos a apresentar essa doença?
Fernando Ramos Asbahr – Existem pessoas com um tipo de personalidade que chamamos de obsessiva. São metódicas, organizadas, mas não estão necessariamente expostas à dúvida obsessiva nem cumprem rituais compulsivos. Essa característica, aliás, pode até jogar a seu favor na vida, não é disfuncional.
Pensava-se antigamente que quem tinha personalidade obsessiva iria desenvolver transtorno obsessivo-compulsivo em algum momento. Não é verdade. Hoje se sabe que alguns rituais começam mais cedo e não estão relacionados com uma característica de personalidade. Apesar disso, aparecimento precoce dos sintomas e histórico familiar da doença são fatores de risco para a manifestação do TOC.
Claudia Cristiane Espósito – São Paulo/SP - O que acontece com o cérebro que impede a pessoa de ter controle sobre si mesma?
Fernando Ramos Asbahr – Com certeza, não é um mecanismo único. Vários trabalhos mostram um desbalanço na comunicação de determinadas zonas do cérebro, especificamente na parte frontal (o córtex orbital) e nas estruturas mais profundas (núcleos de base) do quarteto cerebral. É como se o disco estivesse riscado ali. Tanto a medicação quanto a terapia cognitivo-comportamental ajudam a limpar um pouco esse disco e a fazer com que não pule a toda hora ou, dependendo da intensidade do transtorno, deixe definitivamente de pular.
Valderlúcia Aparecida Bacco – São Paulo/SP – Como devemos lidar com o portador de TOC?
Fernando Ramos Asbahr – Em primeiro lugar, estabelecendo o diagnóstico. Depois, encaminhando-o para tratamento. Um ponto importante – daí a média de nove anos que costuma separar o início dos sintomas da prescrição de um tratamento eficaz -, é que o portador de TOC esconde os sintomas, porque sente vergonha, o que é um absurdo, pois eles só se tornam evidentes quando a doença está muito grave.
Por isso, a família deve convencer a pessoa com transtorno obsessivo-compulsivo de que é portadora de uma doença para a qual existe tratamento e que ela não é a única no mundo a manifestar essa condição."
Site
www.astoc.org.br

Fonte do texto: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/toc-transtorno-obsessivo-compulsino/
Fonte da imagem: http://alessandramachado.com.br/wp-content/uploads/2012/04/transtornoobssessivocompulsivo-610x199.png

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Por trás dos rótulos: Gelatina é saudável? -- Andréia Moura -- nutricion...

Coma frutas...Sem dúvida é mais saudável!





Enviado em 01/05/2011
A nutricionista Andréia Moura desfaz o mito de que a gelatina é um ótimo alimento, principalmente para crianças. Mostra também os corantes presentes em vários alimentos que foram proibidos em outros países, devido aos danos que podem causar à saúde.

e-mail: andreiamoura_nutri@yahoo.com.br
Blog: http://andreiamouranutri.blogspot.com/
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Comer Banana Faz Bem!


Nunca coloque banana na geladeira!
 
"Isso é interessante.
Depois de ler isto, você nunca vai olhar para uma banana da mesma maneira novamente.
A banana contém três açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose, combinados com fibra. A banana dá uma instantânea e substancial elevação da energia.

Pesquisas provam que apenas duas bananas fornecem energia suficiente para um treino de 90 minutos extenuantes. Não é à toa que a banana é a fruta número um dos maiores atletas do mundo.

Mas energia não é a única forma de uma banana poder nos ajudar a manter a forma. Pode também nos ajudar a curar ou prevenir um grande número de doenças. Tornando-se uma obrigação adicionar a banana à nossa dieta diária."




"Depressão: De acordo com recente pesquisa realizada pela MIND, entre pessoas que sofrem de depressão, as pessoas se sentiam melhores após ter comido uma banana. Isto porque a banana contém triptofano, um tipo de proteína que o corpo converte em serotonina, reconhecida por relaxar, melhorar o seu humor e, geralmente, fazem você se sentir mais feliz.

TPM Esqueça as pílulas - coma uma banana. A vitamina B 6 regula os níveis de glicose no sangue, que podem afetar seu humor.

Anemia: contendo muito ferro, bananas estimulam a produção de hemoglobina no sangue e ajudam nos casos de anemia.

Pressão Arterial: Este fruto tropical é muito rico em potássio, mas reduzido em sódio, tornando-a perfeita para combater a pressão alta. Tanto é assim, que a Food and Drug Administration nos Estados Unidos, permitiu que a indústria da banana oficialmente informasse ao publico, que ao comer essa fruta, ela poderá reduzir o risco de pressão alta e infarto."




"Cérebro: 200 estudantes da escola Twickenham na Inglaterra tiveram ajuda nos exames este ano, comendo bananas no café da manhã, lanche e almoço em uma tentativa de elevar sua capacidade mental. A pesquisa mostrou que o elevado teor de potássio na banana, pode ajudar a aprendizagem, tornando os alunos mais alertas.

Constipação: com elevado teor de fibra, incluir bananas na dieta pode ajudar a normalizar as funções intestinais, ajudando a superar o problema sem recorrer a laxantes.

Ressaca: uma das formas mais rápidas de curar uma ressaca é fazer uma vitamina de banana, adoçado com mel. A banana acalma o estômago e, com a ajuda do mel aumenta os níveis de açúcar no sangue, enquanto o leite suaviza e reidrata o sistema.

Azia: elas têm efeito antiácido natural no organismo, por isso, se você sofre de azia, experimente comer uma banana para aliviar.
Enjoo matinal: comer uma banana entre as refeições ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue elevado e evita as náuseas.

Picadas de mosquito: antes do creme para picada de inseto, experimente esfregar a zona afetada com a parte interna da casca da banana. Muitas pessoas acham excelentes para reduzir o inchaço e a irritação.

Nervos: Bananas são ricas em vitaminas do complexo B que ajuda a acalmar o sistema nervoso."





"Excesso de peso e no trabalho?

Estudos do Instituto de Psicologia na Áustria mostram que a pressão no trabalho leva à excessiva ingestão de alimentos como chocolate e biscoitos. Estudando 5000 pacientes em hospitais, pesquisadores concluíram que os mais obesos eram os que mais sofriam de pressão alta e ataques de ansiedade. O relatório desse estudo, concluiu que: para evitar que comamos biscoitos e doces quando estamos ansiosos, então são necessário que se coma alimentos ricos em carboidratos a cada duas horas para manter níveis estáveis de açúcar no sangue, e é aí que entra a nossa querida banana.

Úlceras: A banana é usada na dieta diária contra desordens intestinais pela sua textura macia e suavidade. É a única fruta crua que pode ser comida sem desgaste em casos de úlcera crônica. Também neutraliza a acidez e reduz a irritação, protegendo as paredes do estômago.

Controle de temperatura: Muitas culturas veem a banana como fruta 'refrescante', que pode reduzir tanto a temperatura física como emocional de mulheres grávidas. Na Tailândia, por exemplo, as grávidas comem bananas para os bebês nascerem com temperatura baixa.

Seasonal Affective Disorder (SAD): A banana auxilia os que sofrem SAD, porque contêm a vitamina B 6 e Triptofano, que nos acalma e nos faz ficar bem humorados.

Fumar e Uso do Tabaco: As bananas podem ajudar as pessoas que tentam deixar de fumar. Vitaminas - A, B 6 e B 12, assim como o potássio e magnésio, ajudam o corpo a recuperar dos efeitos da retirada da nicotina.

Stress: O potássio é um mineral vital, que ajuda a normalizar os batimentos cardíacos, levando oxigênio ao cérebro e regula o equilíbrio de água no corpo. Quando estamos estressados, nossa taxa metabólica se eleva, reduzindo os níveis de potássio que podem ser reequilibrado com a ajuda da banana, que é rica em potássio.

Enfarto: De acordo com pesquisa publicado no New England Journal of Medicine, comer bananas como parte de uma dieta regular, pode reduzir o risco de morte por enfarto em até 40%!

Verrugas: Os interessados em alternativas naturais juram que se quiser eliminar verrugas, pegar um pedaço de casca de banana e colocá-lo sobre a verruga, com o lado amarelo para fora. Segure cuidadosamente a casca no local com esparadrapo!

Assim, a banana é um remédio natural para muitos males. Quando você compará-lo com uma maçã, tem quatro vezes mais proteínas, duas vezes mais carboidratos, três vezes mais fósforo, cinco vezes mais vitamina A e ferro e o dobro das outras vitaminas e minerais. Também é rica em potássio e é um dos alimentos mais valiosos para nossa saúde. Então talvez seja hora de mudar essa frase em inglês, tão conhecida: 1 apple a day, keep the doctor away, e que nós traduzindo deveríamos usar: "Uma banana por dia mantém o doutor sem freguesia!".

Vou acrescentar uma dica aqui; quer um brilho rápido nos sapatos? 
Pegue a parte de DENTRO da casca da banana e esfregue diretamente sobre o sapato... Passe após, um pano seco. Fruto incrível!"





sábado, 19 de janeiro de 2013

Rinite e Sinusite - Ser Saudável




Quem sofre de rinite e/ou sinusite?
Assista ao vídeo abaixo.




Publicado em 19/01/2013
http://tvbrasil.ebc.com.br/sersaudavel/episodio/rinite-e-sinusite

"O Ser Saudável desta semana busca esclarecer as principais dúvidas da origem e tratamento dessas doenças, que na maior parte das vezes dispensa raio-X ou tratamento com antibióticos.

Daniel Dapper, 30 anos, levanta cedo para trabalhar e no final do dia, depois de um breve lanche, faz atividades corre, anda de bicicleta e pratica natação. Daniel sofre de sinusite crônica desde criança, tanto que se acostumou com os sintomas da doença. Sua infância foi acompanhada por antibióticos, bombinhas, nariz congestionado, dor de cabeça, febre e muitas idas e vindas do médico. Mesmo com o problema, Daniel não deixou de lado as atividades físicas.

Os apresentadores conversam com o Diretor de Rinologia do Hospital das Clínicas, Richard Voegles; a Professora Titular de Imunologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, Wilma Neves Forte; e com o professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Otávio Piltcher."

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia Mundial da Voz - 16 de Abril

Dia Mundial da Voz - 16 de Abril 

Cuide bem dela!



A voz é o instrumento de trabalho de aproximadamente 25% da população economicamente ativa, que dela depende todos os dias para alcançar o sucesso em suas ocupações. Por outro lado, o Brasil é o segundo país do mundo em incidência de câncer da laringe. Esta doença é evitável, pois está associada ao vício de fumar em aproximadamente 95% dos casos. É um câncer de fácil diagnóstico e altamente curável na fase inicial, quando se expressa apenas por umarouquidão. Mas lembre-se:

Rouquidão persistente (que dura mais de dez dias), deixa de ser uma simples infecção, precisa de tratamento médico e é considerada um dos 7 sinais de alerta de Câncer, segundo a União Internacional contra o Câncer - UICC


A voz do Professor é vulnerável ao tempo e ao uso inadequado, sem cuidados especiais, devendo ser tratada como voz profissional. As condições de sua rotina de vida e trabalho, apresentam situações estressantes e fatores de risco para a sua saúde vocal e geral.


DISTÚRBIOS VOCAIS E DISFONIAS

As DISFONIAS (distúrbios da voz) são apontadas pelos especialistas como um dos principais problemas diagnosticados em Professores. São causadas por alterações naprodução da voz (um dos seus principais instrumentos de trabalho), responsáveis pelo afastamento e/ou aposentadoria precoce de 2% dos 25.000 professores brasileiros. Existem relações entre a saúde vocal, os distúrbios da voz e as condições de trabalho.

UMA DISFONIA REPRESENTA QUALQUER DIFICULDADE NA EMISSÃO VOCAL QUE IMPEÇA A PRODUÇÃO NATURAL DA VOZ.


Essa dificuldade pode se manifestar por meio de uma série de alterações:
  1. pigarros
  2. ardência na garganta
  3. esforço à emissão da voz
  4. dificuldade em manter a voz
  5. cansaço ao falar
  6. variações na frequência habitual
  7. rouquidão
  8. falta de volume e projeção
  9. perda da eficiência vocal
  10. pouca resistência ao falar
  11. tensão na musculatura cervical
disfonia é, na verdade, apenas um sintoma presente em vários e diferentes distúrbios, ora se manifestando como sintoma secundário, ora como principal. Além de expressarem as condições físicas dos professores, os problemas vocais também estão relacionados a aspectos emocionais, como o ambiente de trabalho e a organização do trabalho, que são temas da Ergonomia.
O indivíduo que padece de um distúrbio vocal sofre limitações de ordens física, emocional e profissional. A figura abaixo mostra a anatomia da garganta e a localização da laringe.


anatomia da garganta

A SÍNDROME DE BURNOUT

A ocorrência do estresse ocupacional tem sido observado em todas as partes do mundo, como fator causal de mortalidade, morbidade e ruptura na saúde mental e bem-estar dos trabalhadores. O impacto dos fatores estressantes sobre profissões que requerem grau elevado de contato com o público, recebe o nome de Síndrome de Burnout. De origem inglesa, este termo significa: queimar, ferir, estar excitado, ansioso.
Essa doença é uma resposta emocional em consequência de relações intensas no ambiente de trabalho do Professor. Trata-se de uma resposta ao estresse emocional crônico, sentimentos relativos ao desempenho da profissão, representado por:
  1. exaustão física e emocional (contrastes entre tensão e tédio)
  2. a falta de reconhecimento, peso da crítica social e baixo salário
  3. baixa auto-estima e ausência de resultados percebidos no trabalho
  4. diminuição da realização pessoal no trabalho (competência, sucesso, depressão)
  5. despersonalização (distanciamento, separação, coisificação, insensibilidade, cinismo)
  6. envolvimento (pessoas, proximidade, atenção diferenciada)

BURNOUT É A REAÇÃO FINAL DO INDIVÍDUO EM FACE DAS EXPERIÊNCIAS ESTRESSANTES QUE SE ACUMULAM AO LONGO DO TEMPO.


Assim, podemos reunir os principais sintomas da Síndrome de Burnout em 4 grupos principais:
a) Psicossomáticos: fadiga crônica, dor de cabeça, distúrbios do sono, úlceras e problemas gástricos, dores musculares, perda de peso;
b)Comportamentais: falta ao trabalho, vícios (fumo, álcool, drogas, café);
c)Emocionais: irritabilidade, falta de concentração, distanciamento afetivo; e
d)Relativos ao trabalho: menor capacidade, ações hostis, conflitos, etc.
As situações de estresse contribuem para as condições de mau-uso e abuso da voz, que geram esforços e adaptações do aparelho fonador, deixando o profissional mais propenso ao desenvolvimento de uma disfonia.



Leia mais...
Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/voz2.htm









Departamento de Otorrinolaringologia, Voz e Perturbações da Comunicação

Hospital de Santa Maria(CHLN)/Faculdade de Medicina de Lisboa

Apoio: Abbott Laboratórios, Lda.



Desenvolvido por AddSolutions, 2012



Assista ao vídeo Fábrica da Voz :


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Vamos nos espreguiçar?

Caro leitor


Leia os textos abaixo e vamos nos espreguiçar. Combinado?






Hábito de se espreguiçar traz inúmeros benefícios ao corpo
Alongar os membros antes de levantar da cama ajuda na circulação do sangue, na lubrificação das articulações e dá mais disposição para as tarefas do dia a dia
Da Redação do pe360graus.com

Reprodução/TV Globo

http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/saude/2011/09/12/NWS,538679,4,62,NOTICIAS,766-HABITO-ESPREGUICAR-TRAZ-INUMEROS-BENEFICIOS-CORPO.aspx



Reprodução/TV Globo

http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/saude/2011/09/12/NWS,538679,4,62,NOTICIAS,766-HABITO-ESPREGUICAR-TRAZ-INUME

Foto: Reprodução/TV Globo


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Vídeo | Espreguiçar-se é o segredo para preparar o corpo para o dia




http://pe360graus.globo.com/videos/cidades/saude/2011/09/12/VID,23970,4,62,VIDEOS,879-ESPREGUICAR-SEGREDO-PREPARAR-CORPO-DIA.aspx

Se levantar da cama logo depois de acordar é tão automático que muita gente se esquece de preparar o corpo.
Todos os dias, Felipe acorda para ir à escola, se espreguiça rapidinho, meio desajeitado, e corre para o banho. E não é só ele que faz isso. “Na hora de sair está atrasado, vai pegar engarrafamento... Então é trocar de roupa e ir embora. Esqueço o alongamento”, diz o padrasto de Felipe, Luciano Souto.

Levantar da cama logo depois de acordar é tão automático que muita gente se esquece de preparar o corpo para as atividades do restante do dia. Para isso, não é preciso gastar muito tempo. Você pode se espreguiçar, que nada mais é do que um alongamento curto. Essa prática traz inúmeros benefícios, mas, se feita de forma inadequada, pode trazer complicações para a saúde.

Primeiro, é preciso esticar o corpo, ainda deitado. Em seguida, flexionar as pernas e os braços. “Vira de lado, puxa o pé para trás, para despertar, ativar o cérebro e a circulação”, ensina o professor de educação física Paulo Neves. Para se levantar da cama, também devemos ter cuidado: “Devagar, estende o corpo, senta com o corpo reto, puxa os braços para trás. O bocejo nessa hora é bom também”.

Esses cinco minutos que gastamos com estes exercícios simples podem ser feitos por quase todo mundo e são fundamentais para ficar bem o dia inteiro. “Você tem um dia mais disposto, trabalha melhor, estuda melhor. Quando você se espreguiça, você ativa o cérebro, diminui as tensões, melhorar a flexibilidade e lubrifica as articulações”, explica o professor.

O hábito de se espreguiçar é tão importante quando se aquecer antes de começar exercícios físicos. O empresário Tarciso Agostinho sempre se alonga antes de ir caminhar no Parque da Jaqueira. Mas será que ele começa o dia se espreguiçando? “Quase todos os dias. Mas às vezes você acorda atrasado, um pouco tarde, ou por preguiça mesmo, você não se alonga”, conta o empresário.

O professor reforça: alongar e se espreguiçar são movimentos bem parecidos, mas com finalidades diferentes. “Se espreguiçar é mais rápido, a duração é menor e geralmente acontece quando você se acorda. O alongamento está mais relacionado à atividade física. Alongar-se antes e depois de se exercitar”, diz Paulo Neves.

Tem gente que já aprendeu a lição. “Eu não tinha costume de me espreguiçar todos os dias, não. Mas, de acordo com os ensinamentos do professor, eu achei muito importante. A partir de agora acho que vou me espreguiçar mais”, conta a aposentada Marlene Barbosa.

Fonte: http://pe360graus.globo.com/noticias/cidades/saude/2011/09/12/NWS,538679,4,62,NOTICIAS,766-HABITO-ESPREGUICAR-TRAZ-INUMEROS-BENEFICIOS-CORPO.aspx


Sete bons motivos para você se espreguiçar todos os dias




Dor de cabeça e até lesões se mantêm longe do corpo alongado
    REVISADO EM 1/3/2010 POR ANA MARIA MADEIRA
O despertador toca e o barulho estridente atravessa o cérebro, tirando você do descanso profundo. Muitas vezes, a rotina atrapalhada faz com que saltemos da cama num pique só, deixando passar batido um pequeno prazer: espreguiçar-se. Só que uma boa esticada é, além de deliciosa, uma grande amiga da saúde. Conheça sete motivos para você tornar o movimento um hábito indispensável no seu dia a dia.




1. Acorda o cérebro

Acorda o cérebro - Getty Images

"Ao dar aquela espreguiçada, os músculos se esticam e sua circulação sanguínea é ativada, mandando uma mensagem de alerta para cérebro", explica o ortopedista Fabio Ravaglia. Isso que ajuda a dar "aquele gás" na disposição, mesmo que seja uma segunda-feira cinzenta e cheia de trabalho pela frente.

2. Dá mais prazer

Dá mais prazer - Getty Images

Fabio explica que o ato de se espreguiçar libera endorfinas através dos músculos, hormônios neurotransmissores que são responsáveis pela sensação de bem-estar. Outro hormônio, a serotonina, também é liberada nesse processo, o que ajuda também a ativar a memória e a dar mais disposição ao corpo.

3. Afasta dores de cabeça

Afasta dores de cabeça - Getty Images

O tipo mais comum de dor de cabeça é a cefaleia tensional que, entre outras coisas, pode ser causada pela tensão muscular, afirma o especialista. Sendo assim, espreguiçar ajuda a mandar a dor embora, pois os músculos distensionados enviam informações de que o cérebro também pode relaxar.

4. Lubrifica as articulações

Lubrifica as articulações - Getty Images

Nossas articulações possuem o chamado líquido sinovial, cuja função é auxiliar na lubrificação das articulações, ou seja, auxiliar o bom funcionamento delas. Para mantê-lo em bons níveis, o alongamento dos músculos é fundamental, por isso, espreguiçar é uma maneira boa de deixar as articulações em ordem.

5. Deixa o corpo de jovem

Deixa o corpo de jovem - Getty Images

A partir da adolescência, começamos a perder a flexibilidade. Por falta de alongamento, problemas de coluna e joelhos começam, cada vez mais, a aparecer nos jovens. Espreguiçar-se é uma forma de alongar e preservar a flexibilidade.

6. Reduz riscos de lesões

Reduz riscos de lesões - Getty Images

Se você é o famoso "esportista de final de semana", com certeza, sabe que antes daquela partida de futebol ou de umas braçadas na piscina é preciso fazer um bom alongamento. Entretanto, é importante que você estenda essa prática ao dia a dia, para evitar os problemas típicos desse hábito. "Espreguiçar deve ser um hábito diário, realizado pela manhã e à noite", diz o ortopedista.

7. Alivia a fibromialgia

Alivia a fibromialgia - Getty Images

Fabio explica que é cientificamente comprovado que para os portadores da fibromialgia (a doença em que o paciente apresente uma condição de dor generalizada e crônica). Espreguiçar-se pode trazer um bom alívio às dores, pois o alongamento da musculatura de todo o corpo ajuda a minimizar a tensão acumulada nas articulações.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/conteudo/11009-sete-bons-motivos-para-voce-se-espreguicar-todos-os-dias.htm?ordem=1#gal

domingo, 18 de dezembro de 2011

O Que É Sinestesia?

Sinestesia



Por Ana Lucia Santana


A sinestesia  é uma manifestação associada à interação entre esferas distintas dos sentidos convencionais. Ela pode se expressar no plano auditivo, olfativo, visual ou tátil, bem como no campo do paladar. Assim, a pessoa atingida por este fenômeno pode evocar o gosto de um doce ao escrever uma letra, ou relacionar uma determinada cor ao cheiro de uma flor.

Esta expressão provém do grego ‘syn’, que tem o sentido de ‘união’, e de ‘esthesia’, que significa ‘sensação’ – união de diferentes sensações. Ela também é amplamente utilizada na literatura para se referir a uma figura de linguagem, mais caracterizada como de estilo ou semântica, justamente para descrever contextos literários nos quais distintas imagens sensoriais se relacionam.
Este fenômeno é igualmente associado a estados neurológicos não patológicos, provenientes de condições de excitação da mente ou de doses elevadas de criatividade. Uma sensação nasce na mesma fonte de que, normalmente, outra percepção teria procedência, ou seja, um estímulo se origina do local de onde outro impulso sensorial teria seu ponto de partida. Daí visão e olfato, por exemplo, se confundirem em determinado momento.
Na épica obra do escritor francês Marcel Proust, Em Busca do Tempo Perdido, suas memórias são evocadas pelo sabor de uma madaleine, biscoito francês que evoca lembranças de paisagens, cheiros, sons e objetos que povoaram seu passado. A sinestesia, portanto, está totalmente presente no alterego do autor, Swann, protagonista desta viagem no tempo.
John Locke, em 1690, foi o pioneiro na descrição deste fenômeno, ao narrar a história de um cego que, ao meditar sobre o que não podia ver, acabou deduzindo o que era a tonalidade vermelha através da sonoridade emitida por uma trompa. Já nos anais da Medicina, o primeiro paciente a apresentar um comportamento sinestésico, em 1922, tinha por volta de quatro anos.
Embora muitos acreditem ser a sinestesia uma enfermidade, ela não apresenta traços patológicos, e pode ocorrer a todo instante com qualquer pessoa. É possível ler uma certa frase e sentir o cheiro de um perfume, ou escrever uma palavra e subitamente associá-la a uma determinada música.
Coincidência ou não, grande parte das pessoas que apresentam manifestações sinestésicas não são destras e apresentam dificuldade em discernir o lado direito do esquerdo. A sinestesia pode ser detectada por meio de instrumentos, através do Teste da Genuidade ou TG, o qual verifica de tempos em tempos a interação entre impulsos recepcionados pela mente e sua forma de reagir a eles.
Alguns exemplos de sinestesia são as frases “O brilho suave da seda”, que une a percepção visual e a tátil; “O doce rosa do seu vestido”, que associa o olhar  e a sensação do paladar. Ela é inerente a várias esferas do conhecimento, especialmente à literatura. Enquanto figura de linguagem, este fenômeno é mais comumente associado ao movimento simbolista, uma vez que uma de suas características principais é a interação de sensações ou de eventos.


Fontes

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sinestesia

http://www.brasilescola.com/oscincosentidos/sinestesia.htm

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