| ||||
Mostrando postagens com marcador Biodiversidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Biodiversidade. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Repatriamento Digital das Amostras da Flora Brasileira
sábado, 28 de maio de 2011
Abertura do Seminário "As inter-relações da biodiversidade"
| ||||
domingo, 22 de maio de 2011
Seminário "As inter-relações da biodiversidade"
| ||||
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Concertos no Jardim Botânico
| ||||
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Curso de Especialização em Gestão da Biodiversidade
![]()
| ||
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
2011 - Ano Internacional das Florestas - Declarou a ONU
ONU declara 2011 o Ano Internacional das Florestas
EcoDImagem área da floresta amazônica que possui a maior biodiversidade do planeta
Elas cobrem 31% da área terrestre total do planeta, abrigam o lar de 300 milhões
de pessoas em todo o mundo e têm responsabilidade direta quando o assunto
é a garantia da sobrevivência de 1,6 bilhão de pessoas e de 80% da biodiversidade da Terra.
É das florestas de quem estamos falando.
Depois de 2010 ter sido dedicado à biodiversidade, a Assembleia Geral da Organização
das Nações Unidas (ONU) declarou 2011, oficialmente, o Ano Internacional das Florestas,
com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a preservação para uma vida
sustentável no planeta.
Sob o tema Florestas para o Povo, a iniciativa mundial inclui a promoção de
ações que incentivem a conservação e a gestão sustentável de todos os tipos de
floresta do planeta, além de mostrar à população mundial que a exploração das
matas sem um manejo sustentável pode causar uma série de prejuízos, como a
perda da biodiversidade, o agravamento das mudanças climáticas, migrações
desordenadas para áreas urbanas e o crescimento da caça e do desmatamento ilegal.
Só em 2004, o comércio mundial de produtos florestais movimentou US$ 327 bilhões
(algo em torno de R$ 588,8 bilhões), segundo dados do Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). A exploração predatória e o desrespeito ao ciclo
de vida natural das florestas têm como consequência a ameaça da sustentabilidade
econômica, das relações sociais e da vida humana no planeta, pois elas são a
fonte de água potável e alimentos.
Por outro lado, fornecem também matérias primas para indústrias essenciais
como a farmacêutica e da construção civil, além de desempenhar um papel
vital na manutenção da estabilidade do clima e do meio ambiente globais.
Fonte: Por Marina, Portal EcoD
domingo, 24 de outubro de 2010
"Homem está acabando com a vida na Terra". Auto-Extinção
Homem está acabando com a vida na Terra, alerta diretor da ONU
Para analistas, mundo caminha para fase de extinção semelhante à do desaparecimento dos dinossauros.
Na abertura da 10ª edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), o diretor do programa para meio ambiente das Nações Unidas (ONU), Achim Steiner, foi enfático ao afirmar que o homem está acabando com a vida na Terra.
"Este é o único planeta no universo em que sabemos que existe vida como a nossa e estamos destruindo as bases que a sustentam", alertou.
O encontro começou nesta segunda-feira (18) em Nagoya, no Japão, e termina no dia 29 de outubro. Durante estas próximas duas semanas, representantes de 193 países vão avaliar as metas de preservação ambiental assumidas para este ano e definir quais serão os próximos objetivos até 2020.
O tom pessimista foi observado ainda nos discursos de outras autoridades e especialistas da área ambiental, que chegaram a afirmar que o mundo está caminhando para uma fase de extinção na mesma proporção do período em que os dinossauros desapareceram da Terra.
Para eles, a destruição da natureza tem afetado diretamente a sociedade e a economia. A ONU estima que a perda da biodiversidade custa ao mundo entre US$ 2 trilhões (R$ 3,2 trilhões) e US$ 5 trilhões (R$ 8 trilhões) por ano, principalmente nas partes mais pobres.
"(O monge budista) Teitaro Suzuki disse que 'o problema da natureza é um problema da vida humana'. Hoje, infelizmente, a vida humana é um problema para a natureza", disse o ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryo Matsumoto.
"Temos de ter coragem de olhar nos olhos das nossas crianças e admitir que nós falhamos, individualmente e coletivamente, no cumprimento das metas prometidas no encontro de Johanesburgo (em 2002)", completou o ministro.
Matsumoto lembrou ainda que a perda da biodiversidade pode chegar a um ponto irreversível se não for freada a tempo.
"Toda a vida na Terra existe graças aos benefícios da biodiversidade, na forma de terra fértil e água e ar limpos. Mas estamos agora próximos de perder o controle se não fizemos grandes esforços para conservar a biodiversidade", disse.
Sinais de esperança
Jane Smart, chefe do programa de espécies da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), disse que, apesar do problema ser grande e complexo, existem alguns sinais de esperança.
"A boa notícia é que quando nós promovemos a conservação, ela realmente funciona; gradativamente estamos descobrindo o que fazer, e quando nós fazemos, as coisas dão muito certo", disse a pesquisadora à BBC News.
"Precisamos fazer muito mais para conservar, como proteger áreas, particularmente o mar. Temos de salvar vastas áreas do oceano e os cardumes de peixes. Isso não significa que devemos parar de comer peixes, mas comer de uma forma sustentável", afirmou Jane.
O Brasil também participa do encontro e vai pressionar os países ricos para obter recursos em torno de US$ 1 bilhão (R$ 1,6 bilhão) por ano para a preservação ambiental, além de exigir metas globais mais específicas contra a perda da biodiversidade.
Outro ponto defendido pela comissão brasileira é a cobrança de royalties pelo uso de recursos vegetais e animais. A ideia é que empresas que utilizam matérias-primas provenientes de nações em desenvolvimento repassem uma parte do dinheiro às comunidades locais.
Fonte: G1
sexta-feira, 30 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
Ano Internacional da Biodiversidade
Ano Internacional da Biodiversidade incentiva a conservação
MEGADIVERSIDADE BIOLÓGICA
Instituído como o Ano Internacional da Biodiversidade pela ONU – Organização das Nações Unidas, 2010 está sendo marcado por mobilizações mundiais pela manutenção da biodiversidade, que enfrenta o perigo de extinção de espécies e os efeitos das mudanças climáticas, decorrentes das ações humanas. Nesse contexto, o Brasil tem participação estratégica já que é um expoente da megadiversidade planetária.
A perda crescente de biodiversidade em todo o mundo resultou na decisão da ONU – Organização das Nações Unidas em instituir 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. O objetivo principal é aprimorar o entendimento sobre o seu papel para a manutenção da vida no planeta, por meio de várias estratégias de divulgação, de eventos ao desenvolvimento de políticas voltadas à conservação.
De acordo com relatório divulgado no ano passado pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN, em inglês), mais de 800 espécies de animais e plantas já foram extintas nos últimos 500 anos e, aproximadamente, 17 mil espécies podem desaparecer. O mais alarmante é que somente 2,7% (44.838 espécies), de 1,8 milhão de espécies descritas pela Ciência foram analisadas, o que demonstra o grau de desconhecimento que há sobre a biodiversidade na Terra.
O Brasil tem posição estratégica, por se caracterizar como primeiro, entre 17 países, em megadiversidade no mundo, o que corresponde a até 20% das espécies. No país há, pelo menos, 627 espécies da fauna e na faixa de 1.100 de flora nativa ameaçadas de extinção (dados 2008), segundo a Secretaria de Biodiversidade e Florestas do MMA - Ministério do Meio Ambiente.
As diretrizes da ONU visam aumentar a consciência pública sobre o tema, como também promover a identificação e o combate às ameaças. A campanha integra a programação da CDB - Convenção sobre Diversidade Biológica, criada em 1992, durante a ECO 92, que reúne os países signatários a cada dois anos, na Conferência das Partes – COP. A mais recente ocorreu em Bonn, na Alemanha, em 2008 (Leia artigo de Washington Novaes – Quanto custa perder a biodiversidade), e, neste ano, acontecerá a 10ª COP, em outubro, na cidade de Nagoya, Japão (Leia aqui)
“Neste ano, uma das discussões mais importantes será sobre a possibilidade de se chegar à construção de um Regime Internacional de Acesso e Repartição de Benefícios oriundos do Uso dos Recursos Genéticos, com caráter vinculante, ou seja, que faça com que todos os países signatários da CDB, que adotarem a medida, atuem de maneira coerente e coesa”, diz a secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, Maria Cecília Wey de Brito.
O Regime Internacional tem como objetivo a distribuição justa e eqüitativa dos lucros obtidos com a exploração da biodiversidade e do conhecimento de populações indígenas e tradicionais associados a estes recursos genéticos. O Brasil tem papel relevante nesta discussão, pois é, desde 2008 (gestão de dois anos), presidente do Grupo dos Países Megadiversos, que busca levar, às negociações da CDB, a posição consensual destes países.
Por: Sucena Shkrada Resk
Edição: Mônica Nunes
Fotos: José Sabino
Marcadores:
Biodiversidade,
Brasil,
Ciência,
Comportamentos,
ecologia,
Evento,
Links,
Meio Ambiente,
Mundo,
Política,
Sociedade
Assinar:
Postagens (Atom)

Em cerimônia no Herbário RB, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, na manhã desta terça-feira, 1º de novembro, foi celebrada a parceria que garantirá o repatriamento digital das amostras da flora brasileira que fazem parte do acervo do herbário do Royal Botanic Gardens, Kew, na Inglaterra. De acordo com a coordenadora do projeto Reflora/Herbário Virtual no JBRJ, a pesquisadora Rafaela Forzza, o projeto posteriormente agregará digitalmente também amostras pertencentes ao Museu Nacional de História Natural de Paris, bem como os de outras instituições. O processo de repatriamento deve ser concluído em três anos, com o resultado de um milhão de amostras botânicas digitalizadas – dados de texto e imagens – e disponibilizadas online aos pesquisadores e ao público.


A trama, de 1937, traz as dificuldades de um casal de idosos que precisa decidir seu destino, após perderem sua casa para a hipoteca. Cada um passa a viver com um filho diferente e sem data para retorno. Mas certo dia, quando têm a oportunidade de se reencontrar, eles resolvem refazer o roteiro de sua lua-de-mel.
Filme de 1945 rendeu a Gene Tierney a indicação ao Oscar de melhor atriz e deu a Vincent Price um de seus primeiros papeis antes de se consagrar no gênero terror. No longa, cujo título original é Leave her to heaven, a personagem Ellen (Tierney) se apaixona por Richard (Cornel Wilde). Em pouco tempo consegue levá-lo ao altar, para isso abandonando seu noivo, o político Russel Quinton (Vincent Price). Mas alguns fatos trágicos após a união levam Richard a desconfiar do doentio ciúme da esposa. Filme com 110 minutos e legendas em português. Direção de John M. Stahl. Classificação indicativa: 12 anos.

As inscrições vão de 1º de fevereiro a 8 de março. Podem se inscrever profissionais de todas as áreas, com interesse em adquirir conhecimentos voltados para a gestão ambiental de recursos naturais. As aulas, com início em abril, acontecem aos sábados, das 8h às 18h, no Solar da Imperatriz.
Até 23 de janeiro, o Centro de Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro apresenta ao público as ilustrações feitas pelos alunos do Curso de Ilustração Botânica II, da Escola Nacional de Botânica Tropical.
