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sábado, 19 de abril de 2014

O "Valor" da Presença.

Caro leitor o texto abaixo serve para você refletir, pois ele é atual, surpreendente e emocionante. 
Realidade Cruel de Algumas Pessoas.


"FILHO: Pai posso fazer uma pergunta?

PAI: Sim, claro, o que é?

FILHO: Pai, quanto você ganha em uma hora?

PAI: Isso não é da sua conta, por que você pergunta uma coisa dessas?

FILHO: Eu só quero saber. Por favor, me diga quanto você ganha em uma hora?

PAI: Se você quer saber eu ganho R$ 100 por hora.

FILHO: Oh (com a cabeça para baixo)! Pai posso pedir, por favor, R$ 50?

E o pai se enfurece.

PAI: A única razão pela qual me perguntou é essa, para conseguir algum dinheiro e comprar mais um brinquedo ou alguma outra coisa sem sentido? Vá direto para o seu quarto, para sua cama e pense o porquê você está sendo tão egoísta. Eu trabalhando duro, todos os dias para ver tal comportamento infantil.

O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta. O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.

PAI:Como ele ousa fazer tais perguntas só para conseguir algum dinheiro?

Depois de cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar: Talvez houvesse algo que ele realmente precisasse comprar com esses R$ 50 e ele realmente não pedia dinheiro com muita frequência. O homem foi até a porta do quarto do menino e abriu a porta.

PAI: Você está dormindo, meu filho?

FILHO: Não pai, estou acordado.

PAI: Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você antes. Tive um longo dia e não deveria ter descontado meu stress em você. Aqui estão os R$ 50 que você pediu...

O menino se levantou sorrindo.

FILHO: Oh, obrigado pai!

Então do seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados. O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, começou a se enfurecer novamente. O menino lentamente contou o seu dinheiro e em seguida olhou para seu pai.

PAI: Por que você quer mais dinheiro se você já tem?

FILHO: “Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho”. Papai, eu tenho R$ 100 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo? Por favor, venha para casa amanhã cedo. Gostaria de jantar com você.

O pai foi esmagado. Ele colocou os braços em volta de seu filho e pediu o seu perdão. Isto é apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida. Não devemos deixar o tempo passar através dos nossos olhos sem ter passado algum tempo com aqueles que realmente importam para nós, perto de nossos corações.
A empresa que trabalhamos poderá facilmente substituir-nos em uma questão de dias. Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas."




A autoria do texto e  da gravura não foram reveladas pela fonte abaixo transcrita.



quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Regras de Boa Convivência"

 


Fernando Quintas
 
 
 
"REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA"

• "Seja alegre e comunicativo. Um “bom dia”, um “alô” custam pouco e rendem muito;
• Seja simples e modesto. Se você possui qualidades “notáveis”, cedo ou tarde os outros notarão isso, como também descobrirão suas imperfeições;
• Não economize sorriso: de todas as moedas circulantes no comércio da vida, o sorriso é a que compra maior porção de alegria pelo menor preço;
• Por falar nisso, não compre briga porque sai caro;
• Interesse-se pelos outros. Só assim os outros acharão você interessante;
• Seja um bom conversador deixando que os outros falem mais;
• Seja otimista. Quem vê tudo na existência pelo lado sombrio do derrotismo raramente cruza com amigos na rua porque a maioria deles dobra a esquina para escapar do encontro;
• Faça aos outros, em lugar de críticas, quantos elogios puder fazer honestamente. As pessoas de um modo geral adoram ouvi-los e quando os recusam talvez no fundo esperem ser elogiados por isso;
• Com os inimigos, declarados ou gratuitos, mantenha a sobriedade do cavalheirismo. Não fale mal por trás nem perca uma oportunidade de reconciliação, dando o primeiro passo, pois nada lhe garante que no dia seguinte um deles não seja a única pessoa capaz de “salvar a sua vida”;
• Compreenda que as pessoas que pensam diferente estão sinceramente convencidas de que o errado é você. "

Extraído do livro de Sonia Jordão: "A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado."   (Sônia Jordão)

terça-feira, 28 de maio de 2013

O Bilhete









"O marido chega em casa às 18 horas e diz à mulher que teria uma reunião às 22 horas, mas que ele não iria pois considerava isto um abuso. Mas a mulher, preocupada com o marido, o convence que o trabalho é importante. O marido então vai tomar um banho para se preparar e pensa: - "Foi fácil enganá-la!" Como toda mulher, quando o homem entra no banho, ela revista o bolso de seu paletó e encontra um bilhete onde estava escrito: - "Amor, estou esperando por você para comermos um pato ao molho branco. Beijão, Sheila". Quando o marido sai do banho encontra sua mulher com uma roupa sensual e toda fogosa. O marido não perde tempo e parte para o rala-e-rola. A mulher lhe dá um trato tão bom que o marido adormece... Quando vai chegando a hora, a mulher acorda o marido, que não quer mais ir à reunião, mas novamente ela o convence. Ao chegar na casa da amante, o marido cansado diz a ela que hoje trabalhou muito e que só iria tomar um banho e descansar um pouco. Como toda mulher, quando ele entra no banho, ela revista o bolso de seu paletó, e encontra um bilhete onde estava escrito: - "Querida Sheila, o pato foi, mas o molho branco ficou todo aqui. Beijão, a Esposa." "

Via Clube das Mulheres Perfeitas

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Correr Riscos...




Correr riscos...

Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr risco de parecer sentimental.
Estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e ideias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de não ser correspondido.
Viver é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada.
A pessoa que não corre nenhum risco não faz nada, não tem nada e não é nada.
Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade.
Somente a pessoa que Corre riscos é livre!

Pense nisso!

Autor(a) desconhecida(o)

Fonte da imagem: http://www.marianos.org.br/blogvocacional/wp-content/uploads/2012/02/eu-sou-livre.jpg

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Que é TOC?


TOC – TRANSTORNO OBSESSIVO-COMPULSIVO





"Dr. Fernando Ramos Asbahr é médico psiquiatra do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, onde coordena o Ambulatório de Ansiedade na Infância e Adolescência.
Sempre que arrumo a mala antes de viajar, guardo a passagem no mesmo lugar. Mas, dentro do táxi que me leva ao aeroporto, preciso conferir se ela está mesmo na valise de mão. Eu sei que está, pois eu mesmo acabei de colocá-la ali, mas, se não der essa última olhada, não me tranquilizo. Entretanto, há pessoas que, numa situação como essa, não se contentam em dar só uma olhada. Precisam olhar dez, vinte, trinta vezes e, mesmo assim, continuam em dúvida e ficam ansiosas.
Nem sempre é fácil estabelecer o limite entre preocupação natural e ansiedade exagerada diante de um fato. O que se sabe é que algumas pessoas são dominadas por pensamentos repetitivos e persistentes que geram medo ou sensação de desconforto muito grande. Esses pensamentos desagradáveis as obrigam a repetir determinados rituais para aliviar a ansiedade. Essa é a principal característica do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), um distúrbio que provoca alterações na maneira de pensar, no comportamento, nas emoções e que pode interferir no desempenho das atividades rotineiras de seus portadores, prejudicando muito a qualidade de vida.
O QUE É
Drauzio – É sinal de transtorno psiquiátrico eu ter de olhar a passagem antes de chegar ao aeroporto mesmo sabendo que ela está dentro da minha valise de mão?
Fernando Ramos Asbahr – Não necessariamente sinal de um transtorno, mas não deixa de ser uma dúvida obsessiva, porque persiste, e você só fica aliviado quando abre a mala e vê que a passagem está realmente onde a colocou.
O conceito de obsessão pressupõe um pensamento, que pode ser uma ideia, uma palavra, uma música, com a característica de invadir a mente repetida e incessantemente até que a pessoa o exclua, na maior parte das vezes, por algum ato que chamamos de compulsão ou ritual compulsivo. No seu exemplo, seria verificar se a passagem está realmente na mala.
É importante esclarecer que, em alguns momentos, todo o mundo pode apresentar rituais compulsivos. O joguinho infantil de não pisar nas riscas da calçada ou de pular determinados quadrados do chão é um comportamento ritualizado, um tipo de compulsão que faz parte do desenvolvimento normal da criança. No entanto, usando novamente seu exemplo, se a pessoa verificou uma vez, a passagem estava ali, verificou novamente – “Será que é a passagem daquele voo mesmo?” – e tornou a verificar, vinte, trinta vezes, a ponto de atrasar-se e perder o avião, está caracterizado o transtorno obsessivo-compulsivo, uma doença psiquiátrica que se manifesta pela ocorrência de obsessões e, na maior parte dos casos, de compulsões.
Drauzio – Quais são as principais características do transtorno obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – É a presença de obsessões e compulsões. As obsessões representam a parte mental da doença. O pensamento obsessivo funciona como um disco riscado, que fica repetindo sempre o mesmo ponto da gravação. Em geral, isso acontece contra a vontade da pessoa. Ela não quer pensar daquela forma, mas a ideia e as imagens persistem.
Assim acontece com a criança na escola que de repente imagina a mãe sendo atropelada na rua. Embora tente afugentar esse pensamento, ele fica patinando dentro de sua cabeça e o único jeito de controlar a ansiedade é realizar o ritual que caracteriza a compulsão: sair da classe e telefonar para a mãe. Ao ouvir que está tudo bem, que nada de errado aconteceu, a criança volta mais tranquila para a sala de aula. Dali a cinco minutos, porém, o pensamento retorna insistente, e ela tem necessidade de repetir o ritual do telefonema. A única maneira de livrar-se da obsessão é executar a compulsão, sempre obedecendo a certas regras. Esse é um processo que se acentua com o passar do tempo e pode tomar conta da vida dos portadores de transtorno obsessivo-compulsivo.
SINTOMAS
Drauzio – Qual a diferença exata entre obsessão e compulsão nesses casos?
Fernando Ramos Asbahr – A obsessão é mais um pensamento que invade a mente, e a compulsão, a necessidade incontrolável de praticar um ato para aliviar a ansiedade provocada pelo pensamento indesejado. Muitas vezes, porém, a obsessão pode não aparecer. É o caso da criança de 4 ou 5 anos que lava repetidamente as mãos. Dependendo de seu grau de desenvolvimento, se lhe perguntarmos por que faz isso, o máximo que conseguirá responder é que lava as mãos porque se sente bem e pronto!
Já no adulto é muito mais comum o pensamento obsessivo estar por trás do ritual compulsivo. ”Será que peguei a passagem ou a deixei em cima da cama?” é a dúvida que o obriga a abrir a mala repetidas vezes.


Drauzio – Você disse que é comum as crianças desenvolverem determinados rituais a que obedecem rigorosamente e que isso é absolutamente normal. Quando o processo se torna patológico?
Fernando Ramos Asbahr – A fronteira é tênue. Na verdade, é muito difícil saber quando a mania, como popularmente se diz, ou os rituais compulsivos caracterizam uma doença. O certo é que quanto mais interferirem na vida das pessoas, sejam elas crianças ou adultos, mais próximas estarão da doença.
É o caso da criança que se atrasa para a escola, porque não sabe se veste a camiseta azul ou a vermelha. Fica imaginando que, se puser a vermelha, alguma coisa poderá acontecer com sua mãe, mas que usar a azul pode lhe dar azar e fazer com que algo de errado aconteça com seu irmão pequeno.
No Ambulatório do Instituto de Psiquiatria, já atendemos crianças de três, quatro anos que berram quando não conseguem pisar primeiro com o pé direito na calçada ao descer do carro e obrigam os pais a darem uma volta a mais para que repitam o gesto da maneira que consideram acertada.
Na verdade, dos primeiros sintomas até o diagnóstico, costuma passar muito tempo.
FAIXA ETÁRIA E FREQUÊNCIA
Drauzio – Esses transtornos costumam aparecer com que idade?
Fernando Ramos Asbahr – Há relatos de crianças com obsessões e compulsões graves a partir dos três anos de idade. Nunca vi, mas já ouvi que crianças de dois anos e meio apresentaram a doença. Pessoalmente, já encontrei pacientes com três anos, três anos e pouco, que desenvolveram rituais.
Drauzio – O TOC sempre começa na infância?
Fernando Ramos Asbahr – Não necessariamente. Um dado importante, principalmente para os pais estarem atentos, é que trabalhos com grandes populações revelam que 80% dos casos de transtorno obsessivo-compulsivo diagnosticados em adultos se manifestaram antes dos 18 anos e 50%, antes dos 15 anos.
Drauzio – Qual é a frequência de TOC na população?
Fernando Ramos Asbahr – A frequência do TOC na população está entre 2% e 4%. Isso quer dizer que, numa escola com mil alunos, 20 vão apresentar algum grau de obsessão e compulsão. É importante destacar que quanto mais são realizados os rituais, maior a possibilidade de aumentar a frequência e a intensidade dos pensamentos obsessivos e o problema vai tomando conta da vida da pessoa.
CLASSIFICAÇÃO
Drauzio – Como pode ser classificado o transtorno obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – Existem dois tipos: o transtorno obsessivo-compulsivo subclínico e o transtorno obsessivo-compulsivo propriamente dito. O subclínico caracteriza-se pela presença de obsessões e rituais que se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa. São sintomas obsessivo-compulsivos (não gosto muito do termo transtorno obsessivo-compulsivo subclínico) que ocorrem nesses casos.
Quanto ao TOC propriamente dito, as obsessões persistem até que o exercício da compulsão alivie a ansiedade, e é comum os portadores dessa doença terem parentes em primeiro grau com sintomas muito semelhantes.

Drauzio – O distúrbio é mais comum nos meninos ou nas meninas?
Fernando Ramos Asbahr – Depende da faixa etária. Ao longo da vida, a frequência é a mesma nos dois sexos. Na infância, o transtorno obsessivo-compulsivo é mais frequente nos meninos. No final da adolescência, porém, o número de casos vai se igualando e a frequência passa a ser praticamente a mesma entre homens e mulheres.
Drauzio – Como os pais podem identificar que as manias próprias da infância, estão exageradas no seu filho?
Fernando Ramos Asbahr – Devem chamar atenção a intensidade e a frequência com que as manias se manifestam na criança. Em geral, os sintomas são mais intensos no ambiente familiar. Entretanto, quanto mais fora de casa aparecerem e mais envolverem a figura dos pais, mais grave será o quadro. Acompanhei o caso de uma criança que, enquanto despejava água num copo, era acometida pelo pensamento ruim de que pessoas de sua família poderiam sofrer um acidente e, para impedir que isso acontecesse, era obrigada a voltar a água do copo para a jarra e da jarra para o copo até o pensamento desaparecer. Durante horas, ela repetia esse gesto até que os pais enchiam o copo por ela. Isso a fez sentir-se protegida e livre da ritualização. Geralmente, as obsessões têm cunho agressivo, catastrófico, e estão associadas a acidentes, doenças e mortes. Um exemplo é o da criança que começa a ter imagens dela própria brincando com um cachorrinho e, depois, atirando-o longe, contra uma parede.
INFLUÊNCIA PATERNA
Drauzio – Vocês conseguem identificar algo no comportamento dos pais que facilita o aparecimento de transtornos obsessivo-compulsivo?
Fernando Ramos Asbahr – No aparecimento em si, não; mas na perpetuação e intensificação dos sintomas, sim. Há pais que participam das manias e rituais. Lembro de uma criança que, enquanto estava assistindo a determinado programa, ninguém podia passar por trás da televisão e os pais, ao desviarem do caminho proibido, acabavam alimentando e perpetuando o ritual da criança.
Drauzio – Vamos voltar ao caso da criança que precisa jogar água no copo para espantar o pensamento de que a mãe poderia morrer. Com a perpetuação do ritual, o medo pode estender-se à morte do pai, do primo, do tio?
Fernando Ramos Asbahr – Em geral, sim. Não necessariamente com o mesmo conteúdo. No entanto, quanto mais ritualiza, maior o risco de amplificar o problema, pois o que ocorre primeiro é o pensamento ruim e a criança o associa ao que está fazendo naquele momento. Acompanhamos um paciente que não podia desligar a televisão com o controle remoto, se um pensamento ruim estivesse na sua cabeça. Acontece que, em praticamente todo o tempo de vigília, o pensamento estava ali e ele era obrigado a pedir a alguém para desligar o aparelho.
TRATAMENTO
Drauzio – Como deve ser enfrentado esse problema na criança? Como os pais devem ser orientados?
Fernando Ramos Asbahr – Em primeiro lugar, é preciso esclarecer os pais a respeito do que é sintoma da doença e do que não é e faz parte do desenvolvimento normal da criança. É muito comum eles acharem que o filho está “com frescura”, porque não consegue escolher uma roupa ou sair do banho antes de ter a sensação de que está completamente limpo.
Na verdade, a obediência a rituais pode atrapalhar não só a vida do paciente, mas a vida da família inteira. Muitos adultos mobilizam todas as pessoas da casa por causa de suas manias. Saber que isso é uma doença para qual há tratamento é o primeiro passo. Quanto mais for trabalhada a explicação sobre o transtorno, melhores serão os resultados do tratamento.
O passo seguinte vai depender muito da faixa etária do paciente. Há muita divergência sobre qual deve ser a primeira abordagem terapêutica. Em linhas gerais, tanto para adultos, quanto para crianças e adolescentes, existem dois tipos de tratamento: o medicamentoso e o não medicamentoso. O medicamentoso utiliza antidepressivos inibidores da serotonina. Outros tipos não funcionam. Entre os tratamentos não medicamentosos, o único comprovadamente eficaz é a terapia cognitivo-comportamental.
Drauzio – Em que consiste esse tipo de terapia?
Fernando Ramos Asbahr – O princípio básico é que a pessoa tem de expor-se à situação que gera ansiedade. Vamos pegar o exemplo da passagem de avião. Ficar no táxi, sem abrir a mala e aguentar a ansiedade subindo é o primeiro passo do tratamento. Brinco com as crianças que a ansiedade não passa do teto. Bate nele e começa a cair. Quanto mais elas conseguirem não realizar o ritual, mais depressa esse sintoma irá desaparecer.
No entanto, é preciso respeitar uma hierarquização no desenvolvimento desse processo terapêutico. O ideal é começar sempre pelos sintomas mais brandos. A chance de sucesso é zero, se começarmos pelos mais difíceis.
Recentemente, foi publicado um trabalho apontando que associar medicamentos à terapia cognitivo-comportamental traz melhores resultados do que se cada tipo de tratamento fosse utilizado isoladamente. Embora pessoalmente defenda a combinação desses dois métodos, cabe a ressalva de que, na infância, se não houver maior gravidade, deve-se iniciar sempre com o tratamento não medicamentoso.


PERGUNTAS ENVIADAS POR E-MAIL
Adriana Sales Pereira de Oliveira – São Paulo/SP - Existem pessoas mais predispostas ao transtorno obsessivo-compulsivo ou todos estamos sujeitos a apresentar essa doença?
Fernando Ramos Asbahr – Existem pessoas com um tipo de personalidade que chamamos de obsessiva. São metódicas, organizadas, mas não estão necessariamente expostas à dúvida obsessiva nem cumprem rituais compulsivos. Essa característica, aliás, pode até jogar a seu favor na vida, não é disfuncional.
Pensava-se antigamente que quem tinha personalidade obsessiva iria desenvolver transtorno obsessivo-compulsivo em algum momento. Não é verdade. Hoje se sabe que alguns rituais começam mais cedo e não estão relacionados com uma característica de personalidade. Apesar disso, aparecimento precoce dos sintomas e histórico familiar da doença são fatores de risco para a manifestação do TOC.
Claudia Cristiane Espósito – São Paulo/SP - O que acontece com o cérebro que impede a pessoa de ter controle sobre si mesma?
Fernando Ramos Asbahr – Com certeza, não é um mecanismo único. Vários trabalhos mostram um desbalanço na comunicação de determinadas zonas do cérebro, especificamente na parte frontal (o córtex orbital) e nas estruturas mais profundas (núcleos de base) do quarteto cerebral. É como se o disco estivesse riscado ali. Tanto a medicação quanto a terapia cognitivo-comportamental ajudam a limpar um pouco esse disco e a fazer com que não pule a toda hora ou, dependendo da intensidade do transtorno, deixe definitivamente de pular.
Valderlúcia Aparecida Bacco – São Paulo/SP – Como devemos lidar com o portador de TOC?
Fernando Ramos Asbahr – Em primeiro lugar, estabelecendo o diagnóstico. Depois, encaminhando-o para tratamento. Um ponto importante – daí a média de nove anos que costuma separar o início dos sintomas da prescrição de um tratamento eficaz -, é que o portador de TOC esconde os sintomas, porque sente vergonha, o que é um absurdo, pois eles só se tornam evidentes quando a doença está muito grave.
Por isso, a família deve convencer a pessoa com transtorno obsessivo-compulsivo de que é portadora de uma doença para a qual existe tratamento e que ela não é a única no mundo a manifestar essa condição."
Site
www.astoc.org.br

Fonte do texto: http://drauziovarella.com.br/crianca-2/toc-transtorno-obsessivo-compulsino/
Fonte da imagem: http://alessandramachado.com.br/wp-content/uploads/2012/04/transtornoobssessivocompulsivo-610x199.png

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Afinal, Consigo Viver Sem Ele.



Afinal, Consigo Viver Sem Ele.
Você duvida?!





"Este vídeo deveria ser visto no mundo todo e por todos, que não precisa palavras para entender e tomara que nossas atitudes mudem sequer um pouco." 
Jorge Herrán


Fonte:  https://www.facebook.com/photo.php?v=2745203405513&set=vb.1720376161&type=2&theater

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Brincando de Poetizar


Caro leitor
Que experiência desafiadora e maravilhosa!
Simplesmente, inesquecível!


  Amigos poetas, muito obrigada. (Sol FigueiredoSimone Leite e Jorge Guimarães)

Num momento de poesia, onde quatro amigos estavam... Uma doce lembrança restou desse dia, 08 de dezembro de 2012, após o sarau "Um Brinde à Poesia":

QUATRO POETAS BRINCANDO COM A POESIA!


Hipocrisia não rima com poeta! *
Já vem na sua veia uma pura magia, **
Fazendo-o viver nessa sintonia... ***
Sua alma reluz traduzindo um profeta! ****

Todo homem nasce poeta por dentro... **
Sua agonia salta em forma de poesia, ****
Faz: duetos, sonetos, só fantasia... ***
Não torna-se picareta, nem centro! *

Tudo na vida contempla-se em mim... ***
Exalando esse cheiro de jasmim... **
São rosas, lírios, dálias, todas flores... ****

Debulhando no verso seus amores, ***
Qual alivia por dentro essas suas dores! ****
Coroando num êxtase sem fim! *


Soneto escrito por quatro amigos poetas a saber:

* Rosemary Quintas
** Simone Leite
*** Jorge Guima
**** SOL Figueiredo

Editado por:

© SOL Figueiredo
08/12/2012 – 19:20h

Publicado no Recanto das Letras em 17/02/2013 – às 09:53h –
Código do Texto: T4144727– Soneto 399

sábado, 16 de fevereiro de 2013

50 Lições Que a Vida me Ensinou.



50 Lições Que a Vida me Ensinou.



"Para celebrar o envelhecer, uma vez eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou. 
Por: Regina Brett, The Plain Dealer 
28 de maio de 2006 

É a coluna mais solicitada que eu já escrevi. Meu hodômetro rola a 50 desta semana, então aqui está uma atualização:" 


“A vida não é justa, mas ainda é boa.
Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno.
Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
Pague o total de seus cartões de crédito, nunca o mínimo.
Você não tem que ganhar todas às vezes. Concorde em discordar.
Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
É bom ficar bravo com Deus, Ele pode suportar isso.
Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
Quanto a chocolate, é inútil resistir.
Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que é a jornada deles.
Respire fundo. Isso acalma a mente.
Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
Use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
O órgão sexual mais importante é o cérebro.
Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você.
Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
Sempre escolha a vida.
O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo.
Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
Acredite em milagres.
Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
Suas crianças têm apenas uma infância.
Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os dos outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
Acredite o melhor ainda está por vir.
Não importa como você se sente, levante-se, se vista bem e apareça.
Produza!
A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

Texto de Regina Brett, 90 anos de idade.

Fãs da Psicanálise (Comunidade sobre Psicanálise - Facebook) 

Fonte: https://www.facebook.com/FasDaPsicanalise



Retificando...

"Regina Brett
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre
Regina Brett (nascido em 31 de maio de 1956). 
OBS: Ou seja, ela não tem 90 anos.......
Em 2006, Brett escreveu uma coluna para o The Plain Dealer, intitulado "50 Lições de Vida", que desde então tem sido a coluna mais distribuída ela tem escrito até a data, aparecendo em blogs, bem como sites de redes sociais como Twitter e Facebook . Em muitos desses casos, Brett é erroneamente identificada como uma mulher de 90 anos de idade."

Regina Brett :  http://www.reginabrett.com/




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Não Rotule Uma Criança!



Não Rotule Uma Criança!

"Quando olho uma criança ela me inspira dois sentimentos, ternura pelo que é, e respeito pelo que posso ser." Jean Piaget
              "Tudo o que se ensina a uma criança, a criança não pode mais, ela mesma, descobrir ou inventar" Jean Piaget








"Não é só na adolescência que a má influência preocupa: acompanhar a criança de perto é a melhor maneira de saber se ela tem atitudes saudáveis na escola.

Descubra como lidar com crianças que influenciam negativamente seu filho: http://abr.io/ESiw "

Fonte: http://educarparacrescer.abril.com.br/





segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Biologia do Amor


"Biologia do Amor"




"Biologia do amor"

"Fala-se tanto da química do amor.
Se você estiver com todos esses sintomas:
Que faz os olhos embaçarem;
Que faz a garganta ficar seca;
Que faz a respiração ficar ofegante;
Que faz o seu rosto ficar vermelho;
Que faz o coração ter taquicardia forte;
Que faz transpirar pela testa;
Que faz a voz ficar embargada de tanta emoção;
Que faz as mãos ficarem tremulas;
Que faz o seu pensamento ir longe;
Que faz você ter mais ou menos fome;
Que faz você ri a qualquer hora;
Que faz a temperatura subir;
Que faz você ficar sem dormir.

Não precisa procurar um médico.
Fique tranquila, apenas uma coisa acontece.
Você está amando."

"Essa é a biologia do amor."

Renato Nazzari


Fonte da foto: 
http://daquidali.com.br/media/images/uploads/2012/09/28/amor%20impossivel%20555%20x%20324.jpeg






quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Eduardo Galeano - El Derecho al Delirio (Legend)






Enzo De León
Enviado em 03/07/2011
Estos videos son de todos para todos, si más personas los ven, los mensajes se perpeturán y tendrán el sentido de existir.
Si a usted le gustó alguno de ellos, por favor comparta el "link encima" con sus amigos y conocidos.
Gracias, esperanza y fe siempre.
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These videos are from all to all, if more people that see them, the messages will be perpetuated and will have the sense of existing.
If you liked any of them, please share the "link up" with friends and acquaintances.
Thanks, hope and faith forever.
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Gracias Eduardo,
Estoy siempre haciendo apuestas que las cosas van a mejorar, perdí muchas veces de las que gané, pero las poquitas veces que gané, valieron todas las veces que perdí.



"Soy un cabeza dura y porfiado Che, que te lo diga mi mate que me aguanta a tanto tiempo, es amargo y caliente el loco Che, pero es un dulce y cálido compañero en la vida, delira junto conmigo, creo yo que sí!?!?".



Yo mando un montón de mensajes para un montón de personas en el mundo todo, soy un rompe bolas en estos asuntos!, unos me putean, otros no me dan bola, pero a otros les gusta y deliran con nosotros.



Quizás yo no tenga las mejores ideas, pero si les mostramos esta manera sabia de pensar y sentir, quien te diga le peguemos algunos que las tienen, te imaginas que lindo si alguno de ellos despierta para dar una ayudita, tendrá valido la pena delirar.



Yo no preciso verlos, pero estos mis delirios hermano, me dicen que muchos van a despertar, es la fe nerviosa de los que nunca se rendirán que me hace soñar.



Un fuerte abrazo, Enzo de Leon



CRÉDITOS - DECLAMACIÓN: EDUARDO GALEANO
Definición: Para qué sirve la "Utopía" por Fernando Berri
El Derecho al Delirio escrito por Eduardo Galeano
Entrevista a Eduardo Galeano, este trecho está direccionado a los movimientos populares (#Spanishrevolution_ M15 ) 
Vídeos Originales en el YouTube.com: Eduardo Galeano Sobre #Spanishrevolution_ M15 [1,2,3]



CRÉDITOS - DECLAMAÇÃO: EDUARDO GALEANO
Definição: Para que serve a "Utopia" por Fernando Berri
O Direito ao Delírio escrito por Eduardo Galeano
Entrevista a Eduardo Galeano, este fragmento está destinado aos movimentos populares (#Spanishrevolution_ M15 ) 
Vídeos Originais em YouTube.com: Eduardo Galeano Sobre #Spanishrevolution_ M15 [1,2,3]



CREDITS - DECLAMATION: EDUARDO GALEANO
Definition: What is use of "Utopia" by Fernando Berri
The Right to the Delirium written by Eduardo Galeano
Interview with Eduardo Galeano, this fragment is addressed to the popular movements (# Spanishrevolution_ M15)
Original Videos in YouTube.com: Eduardo Galeano Sobre Spanishrevolution_ M15 # [1,2,3]


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Cão Fascinante.



Caro leitor

O vídeo mencionado é, simplesmente, lindo e comovente.
 O que fará o animal agir desta forma?!
Repare que a criança portadora de Síndrome de Down  se afasta e até empurra o animal, mas ele insiste no carinho.


Deus não comete erros!

Fonte: http://youtu.be/beioZyX0nw8





God Doesn't Make Mistakes

Publicado em 19/12/2012
              Love

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