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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lei da Busca Imediata - É necessário o Boletim de Ocorrência.

Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos


"Em 17 de dezembro de 2009, foi sancionada a Lei nº 12.127/2009 que cria o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidos, resultante de uma ampla discussão nacional somada aos trabalhos de investigação da CPI de Crianças e Adolescente Desaparecidos.

Em fevereiro de 2010 a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República – SDH/PR em parceria com o Ministério da Justiça - MJ e com o apoio da Rede Nacional de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidas - ReDESAP, desenvolveram o Cadastro Nacional de Crianças e Adolescentes Desaparecidas.

O Cadastro vem somar-se aos marcos normativos que resguardam os direitos humanos de crianças e adolescentes, conferindo-lhes prioridade absoluta, visando ampliar um esforço coletivo e de âmbito nacional para a busca e localização dos desaparecidos.

O Cadastro consiste em um banco de dados alimentado com informações sobre crianças e adolescentes desaparecidos, incluindo as pessoais, como também as informações relativas à identificação civil e à imagem. Mediante autorização dos cadastrantes, algumas das informações podem ou não ser exibidas ao público em geral, mas todas ficam disponíveis à rede de delegacias de polícia civil integradas ao cadastro para apoio à ações de busca, localização e identificação de desaparecidos.


O Cadastro possibilita o registro, a sistematização, a consulta, e a difusão de informações sobre casos de desaparecimento em todo o país, além de marcar o envolvimento de agentes de Segurança Pública, Governos de Estado, Conselhos Tutelares e da sociedade no enfrentamento pleno desta problemática.

Também facilita à família da criança ou adolescente desaparecido, o encaminhamento dos procedimentos de coleta de material genético para o Banco Nacional de DNA, ampliando as ferramentas de busca e apoio nas investigações.

Qualquer pessoa poderá registrar o desaparecimento de criança e adolescente. Os registros constantes do Cadastro Nacional levam em conta o sigilo das informações pessoais. Caso autorizada a divulgação do caso pelo cadastrante, somente serão disseminadas informações básicas, ficando, as específicas, disponíveis somente aos profissionais responsáveis pela busca, localização e identificação.


Boletim de Ocorrência (Polícia Civil):

Vale ressaltar que a inclusão de um registro de desaparecimento no Cadastro Nacional não substitui o Boletim de Ocorrência feito em uma Delegacia de Polícia, pois este é o instrumento que inicia formalmente o processo de investigação oficial para a busca e localização do desaparecido. Dessa forma, mediante o desaparecimento de uma criança ou adolescente o responsável deve procurar imediatamente uma Delegacia para notificar o ocorrido. Não é necessário esperar 24 horas para fazer o Boletim de Ocorrência, a Lei da Busca Imediata garante a investigação imediata de um caso de desaparecimento de criança ou adolescente."


Leia mais: http://www.desaparecidos.gov.br/

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Favelas e UPPs do Rio de Janeiro (Mapa)


Mapa das favelas e das UPPs do Rio de Janeiro


O mapa abaixo inclui as 1.071 favelas do Rio identificadas no Censo 2010. A elas, são somados dados do Instituto Pereira Passos sobre complexos de comunidades, como o do Alemão. Veja as áreas que já têm Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), com dados sobre sua população e número de PMs. 

Selecione uma UPP para destacá-la no mapa
  • Alemão
  • Andaraí
  • Babilônia/Chapéu-Mangueira
  • Batam
  • Cidade de Deus
  • Coroa/Fallet/Fogueteiro
  • Escondidinho/Prazeres
  • Formiga
  • Macacos
  • Pavão-Pavãozinho/Cantagalo
  • Providência
  • Salgueiro
  • Santa Marta
  • São Carlos
  • São João/Matriz/Quieto
  • Tabajaras/Cabritos
  • Turano


Veja o mapa: http://oglobo.globo.com/infograficos/upps-favelas-rio/

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Interesse Público

Combate à circulação de cédulas falsificadas 
no mercado brasileiro.






Enviado por  em 23/11/2011
Em São Paulo, seminário internacional discutiu o combate à circulação de células falsificadas no mercado brasileiro... Veja também que o MPF investiga a destinação de carros apreendidos em rodovia federal de Goiás.




quinta-feira, 7 de julho de 2011

Desaparecimento de Uma Jovem - Niterói - URGENTE!!

Desaparecimento de Uma Jovem - 
Niterói - URGENTE!!









URGENTE - DESAPARECIDA



Amigos, ajudem a divulgar por favor!!!
João Medeiros


Amigos,

Minha filha, Beatriz Lemos Moraes, com 16 anos, saiu de casa no sábado, dia 02/07/11 antes do almoço e até o momento não retornou.
Foi vista pela última vez na rua Mem de Sá, esquina com Presidente 


Backer em Niterói, no domingo de manhã.
Por favor, caso a tenham visto ligar para 91197513 ou para o conselho
tutelar 27174555 a/c conselheira Carla Frazão.
Por favor repassem aos amigos.
grata,
Martha
EMAIL marthalemos@ig.com.br

quarta-feira, 25 de maio de 2011

sábado, 23 de abril de 2011

Decreto Garante a Preservação Ambiental na Região dos Lagos






De:  | Criado em: 16/04/2011

Região dos Lagos: decreto garante a preservação ambiental


"Também serão protegidas regiões de mangue, floresta, cordões arenosos e costões rochosos."


segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

"Progesterex" - Esclarecimentos Importantes





"Esclarecimentos acerca do Progesterex"   







Circula na internet uma mensagem alertando sobre o perigo de uma nova substância psicotrópica, denominada “Progesterex”, considerada a nova droga do estupro. Tal mensagem está sendo divulgada, utilizando indevidamente, o nome do Denarc – Departamento de Investigações sobre Narcóticos - Polícia Civil do Estado de São Paulo. A mensagem alega que o “Progesterex” é uma substância utilizada por veterinários para esterilizar animais de grande porte, devendo ser usada em conjunto com o Rohypnol, que é um ansiolítico, que induz o sono de forma rápida e intensa, ocasionando amnésia. A mensagem informa, ainda, que o “Progesterex” causa paralisia dos membros inferiores, facilitando assim, a vida dos estupradores.

Em razão da propagação destas inverdades, a Divisão de Prevenção e Educação/Dipe, vem esclarecer que o “Progesterex” é uma droga fictícia e faz parte de uma farsa (hoax), uma lenda. Embora o Rohypnol exista e seja fabricado pelo laboratório Hoffman-La Roche, inclusive no Brasil, o Progesterex não existe. O Rohypnol é considerado uma droga paralela ao Ecstasy, GHB e LSD, e se for usado com álcool ou outra substância alucinógena, pode ocasionar a morte do indivíduo. 

Dr. Reinaldo Corrêa

Delegado de Polícia Divisionário da Dipe/Denarc

Fonte:DIVISÃO DE PREVENÇÃO E EDUCAÇÃO - DIPE





Fonte do texto: http://www.antidrogas.com.br/

terça-feira, 9 de novembro de 2010

QUE PAI É ESSE?


MG: polícia investiga comerciante que agrediu filho de 2 meses









Segunda-feira, 08/11/2010
A Polícia Civil de Pouso Alegre abriu inquérito para apurar o caso do pai que foi denunciado pela mulher. A criança passou por um exame de corpo de delito.



Fonte: 




Acesse: 
http://www.observatoriodainfancia.com.br/

Observatório da Infância


OBSERVATÓRIO  DA  INFÂNCIA


Notícia Comentada

Cartilha ajuda a identificar o bullying nas escolas

Rio de Janeiro, 27 de outubro de 2010

Dr. Lauro Monteiro, pediatra e editor do site, comenta o assunto em programa da Globo News.
leia mais

Não basta ligar para o número 100

Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2010
leia mais

Bullying

Rio de Janeiro, 17 de setembro de 2010

Foto: Reprodução
Filme espanhol legendado em português mostra com detalhes o sofrimento do jovem Jordy,
leia mais

A palmada pedagógica e a cultura da violência

Rio de Janeiro, 13 de setembro de 2010
leia mais

Conselhos Tutelares - Atualização de Cadastro

Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2010
leia mais

"O crack é uma coisa ainda nebulosa." (Lula)

Rio de Janeiro, 6 de setembro de 2010
leia mais

Entrevistas

Disque-Denúncia necessita de maior capacitação de profissionais

Criador do primeiro telefone nacional gratuito de denúncia anônima contra casos de abuso sexual infantojuvenil, o pediatra Lauro Monteiro atua há quase 30 anos na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia) e atual editor do site Observatório da Infância, Lauro participou da equipe que ajudou a elaborar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).leia mais

Artigos

O olhar do psicanalista sobre a questão do abuso sexual de crianças

Rio de Janeiro 8 novembro 2010
Entrevista realizada pelo Observatório da Infância com o Dr. João Coutinho de Moura, psiquiatra e psicanalista didata da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro (SPRJ).leia mais

Taxa de mortalidade de menores de 5 anos no Brasil

Rio de Janeiro 28 outubro 2010
leia mais

O bullying escolar deve ser prevenido e combatido pela escola

Rio de Janeiro 29 junho 2010
leia mais

Tortura, ficção e realidade

Rio de Janeiro 28 abril 2010

Foto: Reprodução. O caderno Megazine de O Globo, dirigido predominantemente ao público jovem, divulgou em 25/05/09 o lançamento do romance "Guantánamo Boy" (Editora Agir).
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Debate sobre bullying em TV mobiliza telespectadores

Rio de Janeiro 27 abril 2010

Foto: Reprodução
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Calendário de Vacinas da SBP 2009.

Rio de Janeiro 28 dezembro 2009 
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Agressões Contra as Mulheres


Em 68% dos casos as agressões contra mulheres acontecem em casa




D. chegou a ser sequestrada e surrada pelo ex-companheiro  Foto: André Redlich



Por: Pâmela Souza 17/10/2010

Levantamento de núcleo de pesquisa da UFF mostra que a violência sexual ou doméstica atinge, principalmente, aquelas que têm entre 18 e 40 anos e são casadas

Levantamento de núcleo de pesquisa da UFF mostra que a violência sexual ou doméstica atinge, principalmente, aquelas que têm entre 18 e 40 anos e são casadas
A violência doméstica ou sexual contra mulheres atinge principalmente a faixa etária de 18 a 40 anos. Levantamento realizado pelo Núcleo de Pesquisa Histórica sobre Proteção Social (NPHPS) da Universidade Federal Fluminense (UFF) mostra, ainda, que 58% das mulheres abusadas sexualmente são solteiras e a maioria foi atacada em locais públicos. O horário em que há mais registros é entre 23 e 5 horas da madrugada. Dentre as que sofrem violência física, 68% são casadas ou estão em uma união estável e são agredidas em casa. A maioria é branca.
Esses são dados preliminares do estudo, ainda não concluído, que integra o projeto de criação do Observatório de Violência Contra Mulheres de Niterói. A pesquisa comporta dados de junho de 2006 a agosto 2009, obtidos por meio dos formulários de atendimento da Coordenação dos Direitos das Mulheres de Niterói (Codim), da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (DEAM) e do SOS Mulher (projeto do Hospital Universitário Antônio Pedro).       
A pesquisadora e professora de Serviço Social da UFF Rita de Cássia Santos Freitas, uma das responsáveis pelo núcleo de pesquisa, ressalta que o universo da pesquisa é formado por mulheres que são atendidas pelo setor público da cidade.
“Não podemos ter essa pesquisa como o perfil da mulher niteroiense, pois há mulheres que sofrem o abuso e procuram ajuda na iniciativa privada”, ressalta.   
A violência contra a mulher não é só física ou sexual, mas também psicológica. A doutora garante que há mulheres que não registram queixa por não saber que podem dizer não.
“Por exemplo, o estupro conjugal no caso de marido e mulher é pouco denunciado. Por exemplo, o Centro Especial à Mulheres de São Gonçalo, que é referência nacional, só registrou três casos em 13 anos de funcionamento”, afirma Rita. Segundo ela, o Centro Especial à Mulheres de São Gonçalo, que é referência nacional só registrou três casos em 13 anos de funcionamento.
A delegada da Delegacia de Atendimento Especial à Mulher, Alba Maria Alves Ferreira, esclarece que o quadro no ambiente doméstico varia.
“Algumas mulheres dizem que sofrem a violência há anos, outras dizem que é a primeira vez, mas a maioria é agredida pelo companheiro ou ex-marido”, explica.
A alternativa para muitas mulheres que são vítimas de agressão é sair de casa. Mãe de uma menina de oito anos, a faxineira Wilma Carla Rodrigues dos Anjos, 28 anos, diz que cansou de sofrer agressões verbais, físicas e tortura psicológica do ex-marido e saiu de vez de casa em junho.   
“Morei com ele por nove anos e já tinha tentado sair de casa em 2008. Voltei porque ele foi me buscar e prometeu que tudo seria diferente. Mas, meses depois, as cenas de violência voltaram a se repetir”, conta a vítima, que já registrou quatro boletins de ocorrência contra o ex-companheiro.
Traumatizada, Wilma não pensa em ter outro relacionamento tão cedo. Agora, só quer cuidar da filha.

Ocorrências – Mas não é preciso muito tempo de relacionamento para que o agressor desperte o lado violento. Para a assessora de marketing D. M. D, 23 anos, quatro meses morando com o namorado foi tempo suficiente para que as agressões começassem. 
“Enquanto estávamos juntos, ele chegou a quebrar um copo no meu pé, jogar um vidro em mim, cuspir e jogar coisas no meu rosto. Terminamos há quatro meses e ele me perseguia. No início de outubro, ele me sequestrou na rua, me levou para casa e me surrou”, conta. 
Seu corpo está marcado por hematomas, o braço direito está quebrado e o esquerdo deslocado.

“Ele parecia ser o melhor homem do mundo, o mais perfeito. Eu havia depositado nele minhas expectativas de casamento, meus sonhos. Não imaginava que algo assim pudesse acontecer”, diz D.M.D..
Cristiane Coutinho, psicóloga do Codim, diz que a mulher deve registrar na polícia quantas ocorrências forem necessárias.
“A vítima não pode desistir se depois do primeiro registro  ela voltar a ser agredida”, explica. 
As mulheres que precisam de ajuda para conter agressores podem procurar a delegacia mais próxima ou recorrerem à Central de Atendimento à Mulher, ligando para 180.


O Fluminense

sábado, 4 de setembro de 2010

Dedic de Icaraí: eficiência na resolução de 100% dos homicídios


Praticidade do novo sistema adotado pela delegacia em Niterói 
também aumentou o número de registros e depoimentos. 





Gerente de uma academia em Niterói, Rosália aprovou eficiência do novo sistema. 
Foto: Nathalia Félix

 





* Assista ao vídeo na TV OFLU (www.tvoflu.com.br)


 
A transformação da 77ª DP (Icaraí), em março deste ano, em Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) tem causado impacto positivo nos resultados. Dos homicídios registrados através do novo sistema, todos os casos foram elucidados e apenas um suspeito continua solto, mas já com a prisão decretada pela Justiça. 
 “Tivemos, este ano, sete homicídios registrados na Dedic. Todos foram elucidados, com autoria identificada e prisões decretadas pelos juizados criminais. E desses sete, seis homicídios estão com seus autores presos”, comemora o inspetor Jorge Tinoco.
A possibilidade do cidadão iniciar o registro pela internet, sem sair de casa ou do trabalho, fez crescer em 11,53% o número de ocorrências. De março a julho foram 2.390, contra 2.143 no mesmo período em 2009. O número de depoimentos colhidos também aumentou. Foram 1.900 no ano passado contra 3.180 este ano, o que representa aumento de 67,37%, garantindo maior qualidade na investigação.
O número de registros feitos online já representa aproximadamente 15% dos atendimentos feitos pela distrital. Os casos de maior incidência são roubos e furtos a transeuntes, extravio de documentos e injúrias. De março a julho de 2010 já foram efetuadas 28 prisões em flagrante e cumpridos 36 mandados de prisão.
“O Dedic é um programa que realmente está ajudando e muito a desafogar o fluxo de atendimento no balcão da delegacia. Não se trata apenas de um programa, é uma filosofia da Polícia Civil, cuja estrutura está dando certo”, afirma Tinoco.
Para utilizar o serviço, o cidadão tem que preencher dois requisitos básicos: deve, necessariamente, residir ou trabalhar na área de circunscrição da 77ª DP. Além disso, o fato a ser denunciado deve ter ocorrido nessa mesma área. Não fazendo parte dessas características, deve-se dirigir a qualquer delegacia para fazer a comunicação da ocorrência.
Campanha – Uma das prioridades dos policiais que atuam no programa é difundir ainda mais o Dedic. 
“Iremos rodar panfletos explicativos, com ajuda da iniciativa privada, para distribuir nas operações que fizemos, para que a população tenha ciência que a comodidade que é fazer pela internet um registro. Na delegacia, temos um DVD que disponibiliza essas informações, fazendo com que quem vá à distrital possa conhecer o programa”, enfatizou Tinoco.

E quem utilizou garante que é mais rápido e eficaz.
“Em abril, furtaram dois monitores de dentro da academia que eu gerencio. Naturalmente, fui à delegacia prestar queixa. Mas estava muito cheio naquela hora e eles me aconselharam a usar o serviço pela internet. Retornei para casa, fiz o cadastro, marquei horário e no dia e horário combinados, dois agentes da 77ª DP estiveram na academia, se identificaram e, pelo laptop, fizeram a ocorrência. Incrivelmente prático”, afirmou Rosália de Fátima Cardoso de Oliveira, de 52 anos.
A comodidade foi aprovada também pela advogada Adelaide Brandão Alves Rangel, de 82 anos.
“Tive minha carteira furtada no interior de um ônibus por um indivíduo que me aplicou um golpe. Liguei para a delegacia e me informaram do serviço pela internet. Minha filha me auxiliou e vieram na minha casa. Rápido e prático”.
O usuário pode obter mais informações sobre o programa através do sitewww.delegaciavirtual.rj.gov.br.

O Fluminense

Por: Rodrigo Rebechi 

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