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quarta-feira, 15 de junho de 2011

O IIFA e o JBRJ- 1860-1891(Seminários de Pesquisa da ENBT)




cabeçalho
O Imperial Instituto Fluminense de Agricultura e o Jardim Botânico - 1860-1891
A historiadora Begonha Bediaga, do JBRJ, apresentará palestra sobre o tema nos Seminários de Pesquisa da ENBT, nesta quinta-feira, 16 de junho, às 10h, no auditório da Escola. Begonha analisará a trajetória do Imperial Instituto Fluminense de Agricultura (IIFA), instituição de caráter privado criada por integrantes do Estado, proprietários rurais e homens das ciências. O IIFA serviu como espaço de institucionalização de áreas científicas relacionadas à agricultura, como química agrícola, silvicultura, pedologia, meteorologia agrícola, fitopatologia e zootecnia, até que elas constituíssem seus próprios espaços científicos.
O Imperial Instituto Fluminense de Agricultura e o Jardim Botânico - 1860-1891
Palestrante: Begonha Bediaga (D.Sc.), pesquisadora do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Quinta-feira, 16/6, às 10h
Auditório da Escola Nacional de Botânica Tropical, Rua Pacheco Leão, 2040, Horto, Rio de Janeiro
Projetando com água - Workshop internacional no Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A Escola Nacional de Botânica Tropical e o Laboratório da Paisagem da Diat/JBRJ, em parceria com a Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas – ABAP, oferecem, nos dias 4, 5, 7 e 9 de julho, o workshop "Projetando com água", dirigido a profissionais de paisagismo e áreas afins que desejem aprofundar seus conhecimentos sobre o uso da água no projeto da paisagem. As inscrições estão abertas até 27 de junho.
O workshop será ministrado pelo arquiteto espanhol Robert de Paauw Solé e contará com aulas teórico-práticas, estudos de caso e desenvolvimento de projetos pelos alunos. Formado pela Escola Técnica Superior de Arquitetura de Barcelona, Paauw Solé tem lecionado em cursos de arquitetura da paisagem em universidades na Europa e nos EUA, como a Universidade da Pensilvânia (Landscape Architecture School), a ETSAB-UPC, de Barcelona, as universidade Roma 3 e de Regio Calabria (Itália). Suas obras receberam vários prêmios, entre eles o Construmat 2009 (Prêmio de Inovação Tecnológica na Construção e Desenvolvimento) e o XII Prêmio Nacional da Associação Espanhola de Parques e Jardins Públicos - 2007.
Workshop internacional: Projetando com água.
Carga horária: 20 horas
Número de vagas: 20
Data de Realização: 4,5,7 e 9 de julho de 2011
Horários: segunda, terça e quinta, das 9h às 17h, sábado das 10h às 13h
Custo: R$ 280,00 profissionais R$ 205,00 estudantes.
Local: Escola Nacional de Botânica Tropical, Rua Pacheco Leão, 2040 (Solar da Imperatriz), Horto, Rio de Janeiro
Inscrições: até 27 de junho de 2011, na ENBT, Rua Pacheco Leão, 2040, Horto.
Informações: Assessoria de Extensão da EBNT - (21) 3875-6209 begin_of_the_skype_highlighting            (21) 3875-6209      end_of_the_skype_highlighting, extensao@jbrj.gov.br

Aniversário do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
A data de 13 de junho foi comemorada pelo JBRJ com o plantio de novas árvores, brunch para os funcionários, passeio noturno, observação do céu ao telescópio e inauguração da exposição de fotos Suite Autumn Leaves, de Sérgio Araújo, no Espaço Tom Jobim.



Fotos aniversário


 O Jardim Botânico do Rio de Janeiro agradece aos apoiadores de sua comemoração de 203 anos


aajb aspa best fork coca-cola espaço tom jobim
gavea gym bella gestante giuseppe grill  herbarium  kanitz  katz
 kilograma  laguiole  leponge  prado  queen design  werner


Rodapé



terça-feira, 31 de maio de 2011

Saiba mais sobre o Google Maps Brasil

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Fui traída. Logo eu!?


Por que eles traem?
Antropóloga abre discussão acerca da infidelidade masculina
Por Maria Fernanda Schardong



Aconteceu. Aconteceu logo a mim... Orgulho imbecil. Todas
as mulheres acreditam-se singulares, todas pensam
que determinadas coisas não lhes podem acontecer e todas
se enganam.

O texto acima é retirado do livro “Mulher desiludida”, da escritora e feminista francesa Simone de Beauvoir. Na narrativa, a personagem principal descobre, depois de 22 anos de casamento, que seu marido é infiel. Mas não é preciso recorrer à literatura para conhecer casos de mulheres traídas. Na vida real, com a vizinha que mora ao lado ou até mesmo dentro de casa, todo mundo já ouviu falar de casos de infidelidade. E mais antiga até mesmo do que a própria traição é a pergunta: por que eles traem?

Com mais de 20 anos de pesquisa na área, a antropóloga Mirian Goldenberg busca compreender o que faz homens e mulheres serem tão diferentes. E um dos temas mais recorrentes em suas pesquisas é a infidelidade. Segundo ela, apesar da maioria dos infiéis serem do sexo masculino, a porcentagem de mulheres que andam pulando a cerca também vem crescendo. “Em minha pesquisa, 60% dos homens e 47% das mulheres afirmaram ter traído. A fidelidade permanece um valor, apesar das enormes mudanças nas relações amorosas na atualidade. Homens e mulheres traem. Homens e mulheres são traídos. A relação entre discursos, comportamentos e valores se mostra extremamente complexa e paradoxal quando a questão é a (in) fidelidade.”, afirma a antropóloga.
Em seu livro “Por que homens e mulheres traem”, da Editora Bestbolso, lançado em 2010, Mirian traz revelações surpreendentes quando o assunto é traição masculina. “Quando comecei a escrever sobre a Outra, encontrei uma entrevista da demógrafa Elza Berquó que se tornou fundamental para a minha pesquisa sobre infidelidade masculina. O que mais me despertou atenção foi o que ela chamou de determinismo social, uma situação que dá ao homem brasileiro mais chances de encontrar novas companheiras até a idade madura, já que é crescente o contingente de mulheres sozinhas. A maior mortalidade dos homens gera um superávit de mulheres. A demógrafa mostrou que a população brasileira está envelhecendo e que a composição da faixa mais idosa é majoritariamente de mulheres”.
Muitas mulheres e poucos homens. Essa, talvez, possa ser uma explicação razoável a respeito da infidelidade por parte deles. A oferta de mulheres sozinhas no mercado pode ser um motivo a mais para os homens na hora de trair. “Nossa pirâmide social está se transformando em uma pirâmide da solidão, principalmente para as mulheres.
De acordo com os dados demográficos, restam poucas opções para a mulher que envelhece: viver só ser casada com um homem que deve ter uma amante (ou mais de uma) ser a Outra ou se tornar lésbica. Aqui, viver só, que é uma opção de vida bastante desejada pelas mulheres dos países europeus, se torna um verdadeiro fracasso feminino, talvez o pior deles. Essa realidade me fez enxergar a infidelidade masculina com outros olhos. Longe de ser um problema individual, os dados demonstram que existe uma pressão demográfica para que os escassos homens disponíveis se dividam entre a quantidade excessiva de mulheres que buscam um marido”, sugere a antropóloga.

Empenhada em responder a famosa pergunta: afinal, por que eles traem? Mirian foi à campo e fez perguntas sobre as expectativas masculinas e femininas com relação ao casamento e à (in)fidelidade para 1.279 pessoas de classe média do Rio de Janeiro, com entre 18 e 50 anos. Ao responderem por que traem, as motivações foram muitas.
“Os homens se justificam por terem uma natureza propensa à infidelidade. Dos 444 homens que responderam ao questionário, 60% afirmaram que já traíram suas esposas ou namoradas. Eles apontaram, basicamente, um único problema no relacionamento: falta de compreensão”, explica Goldenberg. Mas a questão da traição não esbarra somente na dificuldade que os homens alegam ter de serem compreendidos por suas parceiras. Curiosidade, oportunidade, machismo e até os próprios hormônios masculinos foram citados na hora de justificar uma pulada de cerca.

Uma pergunta sem resposta. Apesar de inúmeras motivações que levem um homem a procurar satisfazer seus desejos fora do casamento, Mirian termina seu livro sem conseguir responder a pergunta que dá título ao mesmo. Entretanto, ela tem uma certeza: a infidelidade está muito longe de ser um fracasso individual. “Tentei mostrar que, como uma pérola rara, a fidelidade permanece como um valor fundamental dos modernos e tradicionais arranjos conjugais na cultura brasileira. Apesar de pesquisar a infidelidade há mais de duas décadas, de ter levantado inúmeras questões e de ter sugerido algumas hipóteses sobre o tema, chego ao final sem conseguir responder conclusivamente à pergunta do título deste livro: Por que homens e mulheres traem?”, finaliza ela.



Fonte: http://www.maisde50.com.br/




domingo, 24 de abril de 2011

A Páscoa & Suas Curiosidades



A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo.
Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É a data mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica.
É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Assim se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas:
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas. Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Aí estão as datas da Páscoa até o ano de 2010:
2000 - 23 de abril
2001 - 15 de abril
2002 - 31 de março
2003 - 20 de abril
2004 - 11 de abril
2005 - 27 de março
2006 - 16 de abril
2007 - 08 de abril
2008 - 23 de março
2009 - 12 de abril
2010 - 04 de abril


Os símbolos da Páscoa
As luzes, velas e fogueiras são uma marca das celebrações pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão.
Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então acendem suas próprias velas no grande círio pascal e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais. O círio é a grande vela acesa na Aleluia, simbolizando a luz dos povos, em Cristo.
Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer:
"Deus é o princípio e o fim de tudo"
Em muitas partes da Europa Central e Setentrional, é costume acender-se fogueiras no cume dos montes. As pessoas reúnem-se em torno delas e cantam hinos pascais.
Ainda temos como símbolos:

PEIXE
Peixe é um dos símbolos mais antigos dos primeiros cristãos, ao se referirem a Jesus Ressuscitado. Na época das primeiras perseguições, a palavra peixe, escrita em grego, passou a ser lida como: Jesus Cristo Filho de Deus Salvador: ICTYS: Jesus Christus Teós Yiós Soter. Assim, nas casas, nas roupas, nas conversas e nos túmulos, a figura e a palavra peixe passaram a ocupar um lugar de destaque. Na multiplicação dos pães e dos peixes, Jesus se torna presente (Mt 14,17).
A relação com a Páscoa se acha no fato de as aparições de Jesus, após a Ressurreição, estarem sempre ligadas à presença do peixe (Jo 21,9) e (Lc 24,42-43).

SINOS, VEST
ES BRANCAS E O ALELUIA

Os sinos festivos, que repicam na noite da Ressurreição, recordam o momento da subida de Jesus Cristo aos Céus.
Nas cidades pequenas, todos os sinos da Igreja repicam de maneira solene e alegre no canto do Aleluia. Soltam-se rojões e o ar se enche de festa e alegria.
As vestes brancas e paramentos, que se usam na noite ga vigília Pascal, recordam a alegria dos primeiros batizados, que se revestiam de vestes brancas, simbolizando a vitória sobre a morte.
As Igrejas se adornam com toalhas de linho e flores brancas. Essa cor foi adotada pelos primeiros cristãos como símbolo da alegria, da vitória e da pureza de Deus (Mt 17,2) e (Mc 16,5).
Cântico do Aleluia é um dos símbolos mais expressivos das aclamações de louvor e de alegria. É uma expressão hebraica: HALLELUI-YAH que significa: Louvai o Senhor (Ap 19,1).

GIRASSOL
Girassol é um dos símbolos pascais menos conhecidos em algumas regiões. É porém muito rico em conteúdo.
Assim para sobreviver a planta precisa ter sua corola voltada para o sol, do nascente ao poente, também os cristãos precisão estar voltados para o Sol-Cristo. Cristo é a luz, a força, a energia. O cristão sem uma ligação com Jesus não encontra significado para sua vida.


OS RAMOS

Podemos dizer que a semana da Páscoa começa com o Domingo de Ramos.
A festa dos ramos relembra o dia em que Jesus entrou festivamente em Jerusalém, pouco antes de sua morte.
Jesus nascera em Belém, na Judéia, mas passara a maior parte de sua vida na Galiléia, em Nazaré, Cafarnaum e outras cidades, fazendo sua pregação sobre o Reino de Deus e divulgando sua doutrina de amor. Poucos dias antes de ser preso, julgado e condenado à morte, Jesus dirigiu-se a Jerusalém com seus discípulos, justamente para comemorar a Páscoa ( a Páscoa judaica ). Pois foi nesse dia que o povo o aclamou nas ruas, agitando no ar ramos de palmeira e oliveira, e gritando "Hosana ( que quer dizer " Salve!") ao Filho de Davi".
Chamamos de entrada triunfal de Jesus em Jerusalém para cumprir seu mistério pascal, a realidade era de maioria camponês, eis a razão dos ramos. Levantar os ramos e aclamar com alegria é a maneira do povo expressar o reconhecimento régio e messiânico de Jesus.

LAVA-PÉS

Durante a Semana Santa, a Quinta-feira é um dia muito importante, no qual se realiza uma celebração bastante significativa. Nesse dia, relembra-se a última ceia de Cristo com seus discípulos, ocasião em que Jesus instituiu a Eucaristia, isto é, o pão e o vinho passaram a simbolizar seu corpo e seu sangue.
Mas foi também durante a última ceia que Cristo lavou os pés de seus discípulos. Pondo uma toalha na cintura, Jesus despejou água numa bacia, começou a lavar os pés de cada um dos apóstolos e enxugou-os com a toalha.
Jesus fez isso para dar uma lição de humildade, simplicidade, igualdade, solidariedade, amor e serviço aos irmãos, que nada mais é do que a grande lição pascal.
O lava-pés é, pois, um símbolo, um exemplo. " Dei-lhes o exemplo para que, como eu fiz, assim façam também vocês.

CÍRIO PASCAL

Círio é uma vela grande e grossa, que se acende todos os anos pela primeira vez, no Sábado da Vigília pascal.
O círio pascal representa a luz de Cristo, pois que o próprio Jesus disse: " Eu sou a luz do mundo! " No círio há duas letras gregas – o alfa e o ômega - , respectivamente a primeira e a última letra do alfabeto grego. O alfa representa o princípio e o ômega, o fim, uma vez que Jesus falou: " Eu sou o princípio e o fim. "
Na grande vela há ainda a indicação dos quatro algarismos do ano que está em curso, simbolizando a presença viva de Jesus junto a todos os povos do mundo, com união de fé e de esperança.

A CRUZ

A cruz, instrumento de suplício no qual Jesus morreu, passou a ser um símbolo do cristianismo e também símbolo da Páscoa. Antes símbolo de condenação, depois tornou-se símbolo de salvação.
A cruz, na Páscoa, relembra que Jesus venceu a morte e, glorioso, passou a viver seu Reino de justiça e de paz.
A cruz não foi um tipo de condenação especial para Jesus. Naquele tempo, a morte na cruz era um castigo comum entre os romanos, que dominavam também a Palestina. Jesus foi crucificado entre os dois ladrões, com a diferença que estes foram amarrados às suas cruzes e Jesus foi pregado.
Morrer na cruz era algo humilhante para os condenados pois, além de ficarem com os corpos expostos publicamente, apenas os mais hediondos crimes eram punidos com tal pena.
Jesus, ao morrer na cruz, deu à humanidade mais uma lição de humildade: sendo Filho de Deus, que tudo pode, ele morreu da forma mais vergonhosa que havia em seu tempo.
Costumamos fazer o sinal da cruz, porque acreditamos que é o sinal que nos salva.

O CORDEIRO
Simboliza Cristo, sacrificado em favor do seu rebanho.

A CRUZ
Mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Cristo. No Conselho de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então não somente um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.

O PÃO E O VINHO
Simbolizando a vida eterna, o corpo e o sangue de Jesus, oferecido aos seus discípulos.

OVO DE PÁSCOA
Os ovos de Páscoa são famosos no mundo inteiro. Os mais comuns são os ovos de chocolate, recheados com balas, confeitos e bombons.
Mas qual seria o significado do ovo de Páscoa?
O ovo também simboliza o nascimento, a vida que retorna. O costume de presentear as pessoas na época da Páscoa com ovos ornamentados e coloridos começou na antigüidade. Eram verdadeiras obras de arte!

O ovo é um símbolo de vida nova, de vida que está para nascer; é um símbolo de começo. Daí sua associação à Páscoa: a Ressurreição de Jesus também indica o princípio de uma nova vida, a redenção da própria humanidade e a promessa de um futuro cheio de alegria e felicidade para os que tem fé e esperança.
Dentro do ovo gera uma vida, a vida é o Dom mais precioso de Deus. Ressuscitando para uma vida nova, Jesus revela a preciosidade que é a vida.

Os egípcios e persas costumavam tingir ovos com as cores primaveris e os davam a seus amigos. Os persas acreditavam que a Terra saíra de um ovo gigante.
Os cristãos primitivos da Mesopotâmia foram os primeiros a usar ovos coloridos na Páscoa. Em alguns países europeus, os ovos são coloridos para representar a alegria da ressurreição. Na Grã-Bretanha, costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos dados aos amigos. Na Alemanha, os ovos eram dados às crianças junto de outros presentes na Páscoa. Na Armênia decoravam ovos ocos com retratos de Cristo, da Virgem Maria e de outras imagens religiosas.
No século XIX, ovos de confeito decorados com uma janela em uma ponta e pequenas cenas dentro eram presentes populares.
Mas os ovos ainda não eram comestíveis. Pelo menos como a gente conhece hoje, com todo aquele chocolate. Atualmente, as crianças encontram ovos de chocolate ou "ninhos" cheios de doces nas mesas na manhã de Páscoa.
No Brasil, as crianças montam seus próprios "cestinhos de Páscoa", enchem-no de palha ou papel, esperando o coelhinho deixar os ovinhos durante a madrugada.
Nos Estados Unidos e outros países as crianças saem na manhã de Páscoa pela casa ou pelo quintal em busca dos ovinhos escondidos. Em alguns lugares os ovos são escondidos em lugares públicos e as crianças da comunidade são convidadas a encontrá-los, celebrando uma festa comunitária.



COELHINHO DA PÁSCOA


Tradicional e popularmente costuma-se dizer que é o coelhinho quem traz os ovos da Páscoa.
Por isso, todos os anos, as crianças vão dormir na véspera do Domingo de Páscoa pensando nos lugares em que poderão procurar seus ovos.
Coelho é um dos primeiros animais que saem das tocas ao chegar a primavera, após um longo inverno de recolhimento.
Ora, no hemisfério norte, a Páscoa ocorre nos primeiros dias da primavera ( para nós que habitamos no hemisfério sul, a Páscoa é no outono ) e os coelhos logo se põem a correr pelos campos verdes, repletos de flores, dando, portanto, a idéia de renovação da vida, que parecia estar morta durante o inverno.
O que mais interessa religiosamente, é que os coelhos são animais que reproduzem com extrema facilidade e em grande quantidade. Vem daí a identificação com uma vida abundante, um processo de restauração, um ciclo que se renova todos os anos.
E é isto exatamente que se relembra na Páscoa: a Ressurreição de Jesus, que traz consigo um novo tempo de paz e de esperança a toda a humanidade.
COMO SURGIU A TRADIÇÃO DO COELHO?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!




COMO SURGIU O CHOCOLATE

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico deste alimento delicioso chamado chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro. Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
Mas depois de falar tanto em ovinhos deu vontade de comer um.
Mas só se for de chocolate!



Feliz Páscoa!!
Que a luz de Jesus Ressuscitado ilumine sua vida



       Fonte: http://www.comamor.com.br/curiosidades_pascoa.asp

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Proclamação da República (História/Hino)

Proclamação da República




Deodoro da Fonseca: executor de uma mudança construída ao longo do tempo.


O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações onde visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas onde a opção republicana dava seus primeiros sinais. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia. 

Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado. 

Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão-de-obra escrava. 

Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agro-exportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as conseqüências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra. 

O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas idéias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei. 

No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.

A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República. 

O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.




Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola 




Hino da Proclamação da República





O Hino da Proclamação da República foi inicialmente pensado como o novo Hino Nacional.


Assim que tomou o lugar do regime monárquico, os republicanos se preocuparam em estabelecer novos símbolos que tivessem a função de representar a transformação política acontecida no final do século XIX. Já em janeiro de 1890, o governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca lançou um concurso visando a oficialização de um novo hino para o Brasil. Com isso, o Teatro Lírico do Rio de Janeiro foi palco da disputa que acabou sendo vencida por José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (1867 – 1934) (letra) e Leopoldo Miguez (1850 - 1902) (música). 

Atuando como professor, jornalista, escritor e político, Medeiros e Albuquerque teve uma formação intelectual privilegiada, estudou na Escola Acadêmica de Lisboa e teve, no Brasil, o folclorista Silvio Romero como seu preceptor. No meio político foi um grande entusiasta do ideal republicano e, quando o novo regime se instalou, Medeiros e Albuquerque assumiu alguns cargos públicos e administrativos do novo governo.

Já Leopoldo Miguez saiu cedo do Brasil e, já nos primeiros anos de vida, se dedicou aos estudos musicais na Europa. Em 1878, voltou ao Rio de Janeiro para abrir uma loja de pianos e música. Sendo professo defensor da República, recebeu auxílio para retornar para a Europa e ali concentrarinformações sobre a organização de institutos e conservatórios musicais. Em 1889, fora nomeado como diretor e professor do Instituto Nacional de Música.

Mesmo ganhando a disputa, o hino formado por esses renomados artistas acabou não sendo utilizado como o novo hino do país. Em um decreto de janeiro de 1890, o governo brasileiro estipulou que a criação fosse empregada como sendo o Hino de Proclamação da República. Desse modo, a composição acabou sendo conservada como um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.

No ano de 1989, a escola de samba Imperatriz Leopoldinense comemorou o centenário da República utilizando uma parte do refrão do Hino em seu samba enredo. Muito pouco utilizado em solenidades oficiais, esse hino precisa ser resgatado como um dos mais significativos símbolos de nosso regime político. Segue abaixo a letra para aqueles que tiverem interesse em contemplar o seu conteúdo.

Seja um pálio de luz desdobrado. 
Sob a larga amplidão destes céus 
Este canto rebel que o passado 
Vem remir dos mais torpes labéus! 
Seja um hino de glória que fale 
De esperança, de um novo porvir! 
Com visões de triunfos embale 
Quem por ele lutando surgir! 

Liberdade! Liberdade! 
Abre as asas sobre nós! 
Das lutas na tempestade 
Dá que ouçamos tua voz! 

Nós nem cremos que escravos outrora 
Tenha havido em tão nobre País... 
Hoje o rubro lampejo da aurora 
Acha irmãos, não tiranos hostis. 
Somos todos iguais! Ao futuro 
Saberemos, unidos, levar 
Nosso augusto estandarte que, puro, 
Brilha, ovante, da Pátria no altar!

Liberdade! Liberdade! 
Abre as asas sobre nós! 
Das lutas na tempestade 
Dá que ouçamos tua voz! 

Se é mister que de peitos valentes 
Haja sangue em nosso pendão, 
Sangue vivo do herói Tiradentes 
Batizou este audaz pavilhão! 
Mensageiros de paz, paz queremos, 
É de amor nossa força e poder 
Mas da guerra nos transes supremos 
Heis de ver-nos lutar e vencer! 

Liberdade! Liberdade! 
Abre as asas sobre nós! 
Das lutas na tempestade 
Dá que ouçamos tua voz! 

Do Ipiranga é preciso que o brado 
Seja um grito soberbo de fé! 
O Brasil já surgiu libertado, 
Sobre as púrpuras régias de pé. 
Eia, pois, brasileiros avante! 
Verdes louros colhamos louçãos! 
Seja o nosso País triunfante, 
Livre terra de livres irmãos! 

Liberdade! Liberdade! 
Abre as asas sobre nós! 
Das lutas na tempestade 
Dá que ouçamos tua voz!

Escute o Hino da Proclamação da República

sábado, 6 de novembro de 2010

O que é Diwali?


Diwali - "Festival de Luzes"




O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindu, conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram rojões e fogos de artifício. Este festival celebra o assassinato de Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival para o hinduísmo, o sikhismo, o budismo e o jainismo. Muitas lendas são associados a Diwali. O feriado é atualmente comemorado pelos hindus, sikhs e jains em todo o mundo como o festival das luzes, onde as luzes ou lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro.



Em muitas partes da Índia, é o Baile do Rei Rama de Ayodhya,que após 14 anos de exílio na floresta derrotou o mal Ravana. O povo de Ayodhya (a capital do seu reino) congratulou-se com Rama por iluminação em fileiras (avali) das lâmpadas (Deepa), dando assim o seu nome: Deepavali. Esta palavra, em devido tempo, se tornou Diwali em hindi. Mas, no sul indiano em algumas línguas, a palavra não sofreu qualquer alteração e, portanto, o festival é chamado Deepavali no sul da Índia. Existem várias observâncias do feriado em toda a Índia.
O Jainismo Diwali é marcado como o nirvana do Lord Mahavira, que ocorreu em 15 de outubro, 527 aC.
Entre os sikhs, o Diwali veio a ter significado especial a partir do dia ao qual houve o retorno a cidade de Amritsar do iluminado Guru Hargobind (1595-1644), que havia sido detido no Forte em Gwalior sob as ordens do imperador Mughal, Jahangir (1570-1627). Como o sexto Guru (professor), do Sikhismo, Guru Hargobind Ji, foi libertado da prisão - juntamente com 53 hindus Kings (que eram mantidos como prisioneiros políticos) a quem o Guru havia organizado sua libertação. Após a sua libertação ele foi para o Darbar Sahib (Templo Dourado) na cidade santa de Amritsar, onde foi saudado pelo povo com tamanha felicidade que acenderam velas e diyas para cumprimentar o Guru. Devido a isto, sikhs referem frequentemente que Diwali também como BANDI Chhorh Divas - "o dia da libertação dos detidos".
O festival também é comemorado pelos budistas do Nepal, especialmente os Newar budistas.
Na Índia, o Diwali é hoje considerado um festival nacional quanto ao aspecto estético, entretanto, é usufruído pelos hindus, independentemente da fé.



Fontes: 
 Texto:  Wikipédia
Imagem: Google


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Dia Internacional da Animação - 28 de Outubro

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DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO

Dia 28 de Outubro é o Dia Internacional da Animação.
Mostra de curtas-metragens nacionais e internacionais. 

COMO SURGIU O EVENTO NO MUNDO: 

Foi nesta data que, em 1892 (3 anos antes do cinematógrafo ser apresentado pelos irmãos Lumiere), que Emile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi à primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo.


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