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quarta-feira, 15 de junho de 2011
O IIFA e o JBRJ- 1860-1891(Seminários de Pesquisa da ENBT)
terça-feira, 31 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Fui traída. Logo eu!?
| Por que eles traem? | |
| Antropóloga abre discussão acerca da infidelidade masculina | |
| Por Maria Fernanda Schardong | |
Aconteceu. Aconteceu logo a mim... Orgulho imbecil. Todas
as mulheres acreditam-se singulares, todas pensam
que determinadas coisas não lhes podem acontecer e todas
se enganam.
que determinadas coisas não lhes podem acontecer e todas
se enganam.
O texto acima é retirado do livro “Mulher desiludida”, da escritora e feminista francesa Simone de Beauvoir. Na narrativa, a personagem principal descobre, depois de 22 anos de casamento, que seu marido é infiel. Mas não é preciso recorrer à literatura para conhecer casos de mulheres traídas. Na vida real, com a vizinha que mora ao lado ou até mesmo dentro de casa, todo mundo já ouviu falar de casos de infidelidade. E mais antiga até mesmo do que a própria traição é a pergunta: por que eles traem?
Com mais de 20 anos de pesquisa na área, a antropóloga Mirian Goldenberg busca compreender o que faz homens e mulheres serem tão diferentes. E um dos temas mais recorrentes em suas pesquisas é a infidelidade. Segundo ela, apesar da maioria dos infiéis serem do sexo masculino, a porcentagem de mulheres que andam pulando a cerca também vem crescendo. “Em minha pesquisa, 60% dos homens e 47% das mulheres afirmaram ter traído. A fidelidade permanece um valor, apesar das enormes mudanças nas relações amorosas na atualidade. Homens e mulheres traem. Homens e mulheres são traídos. A relação entre discursos, comportamentos e valores se mostra extremamente complexa e paradoxal quando a questão é a (in) fidelidade.”, afirma a antropóloga.
Em seu livro “Por que homens e mulheres traem”, da Editora Bestbolso, lançado em 2010, Mirian traz revelações surpreendentes quando o assunto é traição masculina. “Quando comecei a escrever sobre a Outra, encontrei uma entrevista da demógrafa Elza Berquó que se tornou fundamental para a minha pesquisa sobre infidelidade masculina. O que mais me despertou atenção foi o que ela chamou de determinismo social, uma situação que dá ao homem brasileiro mais chances de encontrar novas companheiras até a idade madura, já que é crescente o contingente de mulheres sozinhas. A maior mortalidade dos homens gera um superávit de mulheres. A demógrafa mostrou que a população brasileira está envelhecendo e que a composição da faixa mais idosa é majoritariamente de mulheres”.
Muitas mulheres e poucos homens. Essa, talvez, possa ser uma explicação razoável a respeito da infidelidade por parte deles. A oferta de mulheres sozinhas no mercado pode ser um motivo a mais para os homens na hora de trair. “Nossa pirâmide social está se transformando em uma pirâmide da solidão, principalmente para as mulheres.
De acordo com os dados demográficos, restam poucas opções para a mulher que envelhece: viver só ser casada com um homem que deve ter uma amante (ou mais de uma) ser a Outra ou se tornar lésbica. Aqui, viver só, que é uma opção de vida bastante desejada pelas mulheres dos países europeus, se torna um verdadeiro fracasso feminino, talvez o pior deles. Essa realidade me fez enxergar a infidelidade masculina com outros olhos. Longe de ser um problema individual, os dados demonstram que existe uma pressão demográfica para que os escassos homens disponíveis se dividam entre a quantidade excessiva de mulheres que buscam um marido”, sugere a antropóloga.
Empenhada em responder a famosa pergunta: afinal, por que eles traem? Mirian foi à campo e fez perguntas sobre as expectativas masculinas e femininas com relação ao casamento e à (in)fidelidade para 1.279 pessoas de classe média do Rio de Janeiro, com entre 18 e 50 anos. Ao responderem por que traem, as motivações foram muitas.
“Os homens se justificam por terem uma natureza propensa à infidelidade. Dos 444 homens que responderam ao questionário, 60% afirmaram que já traíram suas esposas ou namoradas. Eles apontaram, basicamente, um único problema no relacionamento: falta de compreensão”, explica Goldenberg. Mas a questão da traição não esbarra somente na dificuldade que os homens alegam ter de serem compreendidos por suas parceiras. Curiosidade, oportunidade, machismo e até os próprios hormônios masculinos foram citados na hora de justificar uma pulada de cerca.
Uma pergunta sem resposta. Apesar de inúmeras motivações que levem um homem a procurar satisfazer seus desejos fora do casamento, Mirian termina seu livro sem conseguir responder a pergunta que dá título ao mesmo. Entretanto, ela tem uma certeza: a infidelidade está muito longe de ser um fracasso individual. “Tentei mostrar que, como uma pérola rara, a fidelidade permanece como um valor fundamental dos modernos e tradicionais arranjos conjugais na cultura brasileira. Apesar de pesquisar a infidelidade há mais de duas décadas, de ter levantado inúmeras questões e de ter sugerido algumas hipóteses sobre o tema, chego ao final sem conseguir responder conclusivamente à pergunta do título deste livro: Por que homens e mulheres traem?”, finaliza ela.
domingo, 24 de abril de 2011
A Páscoa & Suas Curiosidades
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Fonte: http://www.comamor.com.br/curiosidades_pascoa.asp
domingo, 3 de abril de 2011
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Proclamação da República (História/Hino)
Proclamação da República

Deodoro da Fonseca: executor de uma mudança construída ao longo do tempo.
O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações onde visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas onde a opção republicana dava seus primeiros sinais. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia.
Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado.
Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão-de-obra escrava.
Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agro-exportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as conseqüências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra.
O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas idéias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei.
No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.
A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.
O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular. Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
Hino da Proclamação da República

O Hino da Proclamação da República foi inicialmente pensado como o novo Hino Nacional.
Assim que tomou o lugar do regime monárquico, os republicanos se preocuparam em estabelecer novos símbolos que tivessem a função de representar a transformação política acontecida no final do século XIX. Já em janeiro de 1890, o governo provisório do Marechal Deodoro da Fonseca lançou um concurso visando a oficialização de um novo hino para o Brasil. Com isso, o Teatro Lírico do Rio de Janeiro foi palco da disputa que acabou sendo vencida por José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque (1867 – 1934) (letra) e Leopoldo Miguez (1850 - 1902) (música).
Atuando como professor, jornalista, escritor e político, Medeiros e Albuquerque teve uma formação intelectual privilegiada, estudou na Escola Acadêmica de Lisboa e teve, no Brasil, o folclorista Silvio Romero como seu preceptor. No meio político foi um grande entusiasta do ideal republicano e, quando o novo regime se instalou, Medeiros e Albuquerque assumiu alguns cargos públicos e administrativos do novo governo.
Já Leopoldo Miguez saiu cedo do Brasil e, já nos primeiros anos de vida, se dedicou aos estudos musicais na Europa. Em 1878, voltou ao Rio de Janeiro para abrir uma loja de pianos e música. Sendo professo defensor da República, recebeu auxílio para retornar para a Europa e ali concentrarinformações sobre a organização de institutos e conservatórios musicais. Em 1889, fora nomeado como diretor e professor do Instituto Nacional de Música.
Mesmo ganhando a disputa, o hino formado por esses renomados artistas acabou não sendo utilizado como o novo hino do país. Em um decreto de janeiro de 1890, o governo brasileiro estipulou que a criação fosse empregada como sendo o Hino de Proclamação da República. Desse modo, a composição acabou sendo conservada como um dos mais significativos símbolos que representam a proclamação do regime republicano brasileiro.
No ano de 1989, a escola de samba Imperatriz Leopoldinense comemorou o centenário da República utilizando uma parte do refrão do Hino em seu samba enredo. Muito pouco utilizado em solenidades oficiais, esse hino precisa ser resgatado como um dos mais significativos símbolos de nosso regime político. Segue abaixo a letra para aqueles que tiverem interesse em contemplar o seu conteúdo.
Seja um pálio de luz desdobrado.
Sob a larga amplidão destes céus
Este canto rebel que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperança, de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou este audaz pavilhão!
Mensageiros de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder
Mas da guerra nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
Escute o Hino da Proclamação da República
sábado, 6 de novembro de 2010
O que é Diwali?
Diwali - "Festival de Luzes"
O Diwali (também transcrito do Deepavali ou Deepawali) é uma festa religiosa hindu, conhecida também como o festival das luzes. Durante o Diwali, celebrado uma vez ao ano, as pessoas estreiam roupas novas, dividem doces e estouram rojões e fogos de artifício. Este festival celebra o assassinato de Narakasura, o que converte o Diwali num evento religioso que simboliza a destruição das forças do mal.
O Diwali é um grande feriado indiano, e um importante festival para o hinduísmo, o sikhismo, o budismo e o jainismo. Muitas lendas são associados a Diwali. O feriado é atualmente comemorado pelos hindus, sikhs e jains em todo o mundo como o festival das luzes, onde as luzes ou lâmpadas significam a vitória do bem sobre o mal dentro de cada ser humano. Diwali é comemorado no primeiro dia do mês lunar Kartika, que ocorre no mês de outubro ou novembro.
Em muitas partes da Índia, é o Baile do Rei Rama de Ayodhya,que após 14 anos de exílio na floresta derrotou o mal Ravana. O povo de Ayodhya (a capital do seu reino) congratulou-se com Rama por iluminação em fileiras (avali) das lâmpadas (Deepa), dando assim o seu nome: Deepavali. Esta palavra, em devido tempo, se tornou Diwali em hindi. Mas, no sul indiano em algumas línguas, a palavra não sofreu qualquer alteração e, portanto, o festival é chamado Deepavali no sul da Índia. Existem várias observâncias do feriado em toda a Índia.
O Jainismo Diwali é marcado como o nirvana do Lord Mahavira, que ocorreu em 15 de outubro, 527 aC.
Entre os sikhs, o Diwali veio a ter significado especial a partir do dia ao qual houve o retorno a cidade de Amritsar do iluminado Guru Hargobind (1595-1644), que havia sido detido no Forte em Gwalior sob as ordens do imperador Mughal, Jahangir (1570-1627). Como o sexto Guru (professor), do Sikhismo, Guru Hargobind Ji, foi libertado da prisão - juntamente com 53 hindus Kings (que eram mantidos como prisioneiros políticos) a quem o Guru havia organizado sua libertação. Após a sua libertação ele foi para o Darbar Sahib (Templo Dourado) na cidade santa de Amritsar, onde foi saudado pelo povo com tamanha felicidade que acenderam velas e diyas para cumprimentar o Guru. Devido a isto, sikhs referem frequentemente que Diwali também como BANDI Chhorh Divas - "o dia da libertação dos detidos".
O festival também é comemorado pelos budistas do Nepal, especialmente os Newar budistas.
Na Índia, o Diwali é hoje considerado um festival nacional quanto ao aspecto estético, entretanto, é usufruído pelos hindus, independentemente da fé.
Fontes:
Texto: Wikipédia
Imagem: Google
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Dia Internacional da Animação - 28 de Outubro
DIA INTERNACIONAL DA ANIMAÇÃO
Dia 28 de Outubro é o Dia Internacional da Animação.
Mostra de curtas-metragens nacionais e internacionais.
COMO SURGIU O EVENTO NO MUNDO:
Foi nesta data que, em 1892 (3 anos antes do cinematógrafo ser apresentado pelos irmãos Lumiere), que Emile Reynaud realizou a primeira projeção do seu teatro óptico no Museu Grevin, em Paris. Essa projeção foi à primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo.
Leia mais: http://www.abca.org.br/dia/
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