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quarta-feira, 25 de maio de 2011

A Adoção é um Ato de Entrega e de Amor. Dia da Adoção - 25 de Maio

Dia Nacional da Adoção




Adotar é um ato de amor
No dia 25 de maio é comemorado o dia da adoção, criado em 1996 no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção.
A adoção é uma realidade social que se concretiza através de ato jurídico, que “cria entre duas pessoas vínculo de parentesco semelhante à paternidade e filiação”.
Muitas pessoas que não puderam ter filhos encontram filhos que não possuem pais, que foram abandonados e recolhidos por orfanatos e outras instituições. Mas existem outros casos, como de pessoas que querem ajudar, cumprir seu papel social diante de uma sociedade injusta, que não oferece as mesmas oportunidades de vida para todos.
O processo de adoção não é fácil. As pessoas interessadas nas crianças ou adolescentes devem apresentar uma documentação sobre suas condições de vida, para garantir que a pessoa adotada terá conforto e segurança, que irá ser bem tratada e receberá dos pais adotivos amor, carinho e atenção.
Porém, existem vários mitos sobre a adoção, que muitas vezes prejudicam que pessoas se interessem em criar e educar uma criança ou jovem que não tenha laços consanguíneos.
- Dizer que toda criança adotada é problema é um erro. A criança aprende aquilo que vivencia e quanto mais nova for adotada, mais terá chances de se adaptar ao modelo familiar em que vive.
- Tentar esconder da criança que a mesma é adotada também é um erro, pois é melhor manter uma relação aberta e livre de qualquer tipo de preconceito.
- Crianças com cor de pele diferente da família não são discriminadas ou recebem tratamento diferente de outras pessoas da família. Isso pode ocorrer nos meios sociais em que a família frequenta.
- Filhos adotivos não têm dificuldade em amar seus pais (adotivos), pelo contrário, revelam-se atenciosos e carinhosos com os mesmos, mas isso depende da forma como são tratados.
- Os filhos adotivos não ficam lembrando-se de sua família de origem. Pelo contrário do que se imagina, se as relações familiares não eram boas, se houve abandono, o vínculo afetivo não foi construído de forma positiva, portanto não provoca boas lembranças.
Hoje em dia temos visto uma série de artistas famosos mantendo a atitude de adotar crianças, tentando cumprir seu papel social, numa demonstração de afeto e de entrega às crianças carentes. A grande revelação é o casal Brad Pitt e Angelina Jolie que já está no terceiro filho adotivo, mesmo podendo ter seus filhos consanguíneos, que também somam três. A cantora Madonna também é um exemplo disso, nos últimos anos também manteve a atitude de adotar, mesmo tendo tido dois filhos próprios.
Com a constituição de 1988, ficou determinado que “os filhos adotivos terão os mesmos direitos e qualificações, proibidas quaisquer designação de discriminação relativa à filiação”, ou seja, filhos adotivos e consanguíneos terão os mesmos direitos.
Para inserir a criança ou adolescente em família substituta é necessário passar por algumas etapas: a guarda, onde coloca-se o sujeito a ser adotado na família, onde os pais devem ter a responsabilidade de prestar assistência material, moral e educacional; a tutela, feita através das entidades públicas, a fim de proteger a criança ou jovem, cuidando de seus interesses, acompanhando todos os atos da família com o mesmo e vice-versa; a adoção, formalizada em ato jurídico, onde forma-se um vínculo fictício de filiação, que mais tarde deverá tornar-se verdadeiro.
Num pequeno trecho do livro “Você não está só”, de George Dolan, o amor que nasce entre a família e o adotado fica bem caracterizado, na fala de crianças que conversam sobre adoção, após terem visto numa fotografia, um menino com os cabelos de cor diferente. Uma delas diz que a criança diferente pode ter sido adotada e, quando questionada por outra sobre o que é isso, responde: “- quer dizer que você cresce no coração da mãe, em vez de crescer na barriga.”
Assim, podemos dizer que a adoção é um ato de entrega e de amor!
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

ONG VIRA-LATA É DEZ

sábado, 29 de novembro de 2008

O Caminho À Adoção


Responsablidade Social


Quintal da Casa de Ana

"Buscando soluções para o abandono de crianças e adolescentes, a ONG trabalha para fortalecer a nova cultura da adoção."

O CAMINHO PARA A ADOÇÃO

"No Brasil existem milhares de crianças em abrigos à espera de adoção. Entretanto,muitas pessoas têm dificuldades para adotar. Isso acontece porque o processo de habilitação, que inclui a apresentação de documentação e entrevistas com psicólogo e assistente social, pode demorar, dependendo do funcionamento da Vara da Infância da cidade. Em Niterói, o processo dura cerca de dois meses. Feita a habilitação, o pretendente à adoção entra em uma lista de espera. Surge então a maior dificuldade, pois quanto mais específico o perfil da criança que se quer adotar, maior a demora.
Qualquer pessoa pode adotar, ainda que seja solteira. É preciso apenas ter mais de 18 anos, idoneidade moral e estrutura para criar uma criança. No site do Quintal da Casa de Ana há uma lista de crianças à espera de adoção enviadas por Varas da Infância de várias cidades brasileiras. Em 2007, a ONG conseguiu viabilizar 72 adoções através deste serviço."


Este texto foi transcrito da Revista
PATRIMÓVEL - Ano 5 - Nº 25 - 2008
Por: Gilberto Gonçalves

Conheça mais sobre o Quintal da Casa de Ana em:
http://www.quintaldeana.org.br

“A vida foi feita para amarmos e sermos amados!
Por este motivo, devemos decidir resolutamente
que, nunca mais, nenhuma criança seja objecto
de rejeição e desamor!”


Madre Teresa de Calcutá

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

"O Caminho para a Adoção"

Responsablidade Social

Quintal da Casa de Ana

"Buscando soluções para o abandono de crianças e adolescentes, a ONG trabalha para fortalecer a nova cultura da adoção."


O CAMINHO PARA A ADOÇÃO


"No Brasil existem milhares de crianças em abrigos à espera de adoção. Entretanto,muitas pessoas têm dificuldades para adotar. Isso acontece porque o processo de habilitação, que inclui a apresentação de documentação e entrevistas com psicólogo e assistente social, pode demorar, dependendo do funcionamento da Vara da Infância da cidade. Em Niterói, o processo dura cerca de dois meses. Feita a habilitação, o pretendente à adoção entra em uma lista de espera. Surge então a maior dificuldade, pois quanto mais específico o perfil da criança que se quer adotar, maior a demora.
Qualquer pessoa pode adotar, ainda que seja solteira. É preciso apenas ter mais de 18 anos, idoneidade moral e estrutura para criar uma criança. No site do Quintal da Casa de Ana há uma lista de crianças à espera de adoção enviadas por Varas da Infância de várias cidades brasileiras. Em 2007, a ONG conseguiu viabilizar 72 adoções através deste serviço."



Este texto foi transcrito da Revista
PATRIMÓVEL - Ano 5 - Nº 25 - 2008
Por: Gilberto Gonçalves

Conheça mais sobre o Quintal da Casa de Ana em:
http://www.quintaldeana.org.br


“A vida foi feita para amarmos e sermos amados!
Por este motivo, devemos decidir resolutamente
que, nunca mais, nenhuma criança seja objecto
de rejeição e desamor!”


Madre Teresa de Calcutá

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