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quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Livre-se dos Engarrafamentos






A Internet ajuda você, a se livrar dos engarrafamentos.

"Veja como a internet pode ajudar a lidar com o trânsito de todo dia 
Não é solução para os engarrafamentos, mas pode ajudar a, pelo menos, economizar alguns minutos preciosos."






Leia a matéria na íntegra
A primeira dica dos esforços da tecnologia para tentar facilitar um pouco sua vida 
no trânsito é também a mais óbvia: a seção de mapas do maior buscador online. 
Aqui é possível monitorar o trânsito em tempo real. Quem usa garante que o serviço 
funciona muito bem. Para ganhar alguns minutos preciosos no seu dia, não 
custa checar as condições do seu caminho antes de sair de casa. Fuja 
das vias marcadas em vermelho; por ali, o trânsito deve estar literalmente parado! 
Aproveite o mapa para buscar rotas alternativas... Se preferir, digite o endereço 
de destino e o site calcula o tempo estimado do percurso a ser percorrido, já 
levando em conta o trânsito. Para quem já estiver fora de casa, o serviço 
também está disponível gratuitamente em smartphones e tablets com acesso 
à internet.
Outra opção são sites que oferecem acesso às câmeras de monitoramento 
do trânsito em tempo real. Assim é possível conferir a situação das vias de
 maior movimento nas principais capitais do país. Nós encontramos acesso 
a câmeras em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. Esta é 
outra dica valiosa para fugir de congestionamentos e optar por caminhos 
alternativos. Vale a pena dedicar alguns minutos antes de sair de casa... 
Para quem mora em São Paulo, existe ainda este monitor que aponta a 
tendência do trânsito e as regiões com maiores índices de lentidão.


Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/central_de_videos/veja-como-a-internet-pode-ajudar-a-lidar-com-o-transito-de-todo-dia

 Links da Matéria
Monitor São Paulo • Câmeras Belo Horizonte • Câmeras Salvador • Câmeras Rio de Janeiro • Câmeras São Paulo • Carona Brasil • Google Maps • Carona Segura • O Carona 


quarta-feira, 25 de maio de 2011

Abra os Olhos! Não banalize a situação real da educação.



Pense nisso.
A educação de qualidade deve ser oferecida a todos sem distinção de classe social e/ou etnia, pois todo cidadão tem direito à educação.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A Qualificação É Essencial

Só a genética não basta

Qualificação é apontada por especialistas como segredo para manter sucesso de empresas familiares. E, cada vez mais, empresários investem na formação dos filhos que os sucederão na administração

Rio - As empresas  familiares representam hoje 70% dos empreendimentos brasileiros, de acordo com levantamento do Sebrae do Rio. E, como todo bem de família, a tendência é que passem para as mãos dos filhos dos donos.


Para que o processo não resulte em falência, a fórmula é repetida como um mantra por especialistas e por quem já viveu a situação de assumir um patrimônio familiar: qualificação. 

Francisco Marins, gerente de Educação e Cultura Empreendedora do Sebrae, afirma que é preciso, desde cedo, preparar quem vai assumir o comando. “Na hora de passar o negócio para alguém da família, se a pessoa não tiver qualificação, a empresa tende a não ter sucesso, porque está em um processo familiar e não profissional, como deveria ser”, explica Marins.

O principal erro, segundo ele, é fazer uma sucessão automática. Mas o gerente do Sebrae afirma que comerciantes e industriais cada vez mais têm consciência da importância da educação e da qualificação dos administradores para o sucesso da empresa. “O pai percebe que, se isso não acontecer, o império corre o risco de não existir mais depois que ele entregar nas mãos do filho”, diz.


sábado, 29 de janeiro de 2011

Receita Para Ser Um Centenário Feliz






karolbernstein | 18 de abril de 2010 
Aos 100 anos, o americano Joe Binder trabalha como manobrista de um estacionamento e dança com sua namorada de 45 anos todos os finais de semana. Matéria publicada no Portal Terceira Idade em abril/2010,http://www.portalterceiraidade.org.br (trecho)

domingo, 14 de novembro de 2010

Nova Técnica utilizada em Entrevistas de Emprego


Conheça a nova técnica que é utilizada em entrevistas de emprego



Por: Simone Schettino 









Assertividade, versatilidade, visão, determinação, bom humor, espírito de equipe, lealdade, proatividade, dinamismo. A lista continua e é muito extensa, mas algumas dessas habilidades interpessoais podem garantir a sua vaga se a entrevista acontecer de uma forma tratada pelos profissionais de Recursos Humanos como entrevista por competências.

O mercado, hoje, valoriza mais essas habilidades que algumas capacitações técnicas. Para saber o que mostrar aos recrutadores no tempo necessário, os especialistas garantem que é preciso entender a dinâmica da empresa, a função que você vai exercer e quais habilidades são procuradas. E se você ainda não sabe ao certo quais são as suas competências, existem cursos e oficinas que podem ajudar a se preparar para o momento da seleção.
Para José Oliveira, diretor regional de Recursos Humanos da Wärtsilä Brasil, esta técnica de entrevista é usada por organizações modernas para avaliar os candidatos em potencial sobre experiências e comportamentos de modo a determinar quanto essas experiências podem ser positivas para a empresa.
“Normalmente são questões abertas com objetivo de levantar seus conhecimentos e habilidades baseadas em experiências passadas. A intenção é encontrar candidatos com o perfil da organização, com valores individuais alinhados aos valores empresariais”, esclarece.
Oliveira explica que as entrevistas tradicionais, que se preocupam apenas com a experiência do profissional, formação acadêmica e cursos extracurriculares, são muito padronizadas, totalmente diretivas e buscando a avaliação de aspectos técnicos, sendo usadas apenas por algumas organizações com hierarquias rígidas. Para ele, as competências comportamentais têm sido preocupação recente do mercado de trabalho
“Há pouco tempo o mercado observava apenas a competência técnica do colaborador, mas o cenário hoje é diferente e muitos colaboradores, considerados experts naquilo que fazem, estão sendo desligados das suas organizações em virtude da falta de competências comportamentais”, ressalta.
O especialista diz que a parte mais difícil de uma entrevista por competências está justamente na preparação.
“Primeiro, o candidato precisaria entender quais competências estão sendo buscadas pela empresa. O mais importante é entender o negócio da empresa e as principais área de atuação. Ele precisa analisar seu passado profissional e experiências, focando naquelas que vêm de encontro às necessidades da organização. O segredo é focar nas competências desenvolvidas fora do ambiente de trabalho, como por exemplo, liderança, ou habilidades de organização, obtidas em atividades sem fins lucrativos, trabalhos voluntários”, exemplifica.
Depois, basta identificar exemplos específicos que demonstrem estas habilidades e é bom estar preparado para explicar um case de sucesso, ou seja, contar uma situação que demonstre como realmente pilotou uma determinada habilidade. “O profissional deve também se preocupar com o seu marketing pessoal. Este item pesa bastante na entrevista, mas tem que falar sempre a verdade acima de tudo, porque as mentiras são facilmente percebidas com técnicas específicas e podem desqualificar o melhor dos candidatos”, ressalta o especialista.
De acordo com Oliveira, nas origens da globalização, o mercado profissional foi engolido pelas grandes organizações e a competitividade cresceu vertiginosamente.
“No segmento que mais cresce hoje que é o de óleo e gás, por exemplo, um profissional para sobreviver precisa estar muito bem preparado tecnicamente e comportamentalmente”, justifica.
Já o psicólogo Ronaldo Pereira Leal, gerente de Recursos Humanos dos supermercados Prezunic, revela que essas habilidades não são procuradas apenas para cargos elitizados.
“Como a estratégia do supermercado aponta para prestação de serviços diferenciada junto aos clientes e parceiros comerciais e operacionais, selecionamos algumas habilidades pessoais, tais como: equilíbrio, atenção, capacidade de influenciar, educação, trabalho em equipe, gostar genuinamente de pessoas, prático e analítico.
Ele explica ainda que a técnica não se adapta num primeiro momento a uma estrutura de recrutamento de grandes números e alta rotatividade, por exemplo, que por isso acha pretensioso dizer que se trata de uma tendência.
“Mas de fato a entrevista convencional está sucateada por diversos motivos, principalmente, por seu generalismo”, arremata.
Treinamento – O Centro de Psicologia Aplicada e Formação ( Cpaf-RJ) está organizando a partir do dia 27, o curso de Treinamento em Habilidades Interpessoais. O curso, com duração de dois meses, abordará assertividade, equilíbrio emocional, capacidade empática, comunicação verbal e não verbal.
O objetivo é fornecer ferramentas para que os participantes possam decodificar e compreender melhor as emoções, com o objetivo de aprimorar os relacionamentos. O valor do curso é de duas parcelas de R$ 260. Inscrições e mais informações pelo telefone 3813 4037 ou pelo site www.cpafrj.com.
A psicóloga cognitiva Mônica Portella diz que, principalmente, os muito tímidos, precisam treinar suas habilidades e muitas vezes descrobri-las ou aprimorá-las.
“Muitas pessoas são extremamente qualificadas mas não sabem se colocar no momento da entrevista, e isso pode ser desenvolvido em nosso curso, o que melhora bastante o aproveitamento dos candidatos”, garante. 

Orientação profissional para jovens

Para quem tem dúvidas sobre mercado de trabalho, emprego e processos seletivos, o Senai realiza a palestra “Terças sem dúvidas”, onde gerentes de Recursos Humanos das principais empresas do Estado orientam os jovens sobre o perfil do profissional que buscam no mercado. Os horários estão disponíveis no endereço www.firjan.org.br, onde também podem ser feitas as inscrições. As palestras acontecem também nas unidades Niterói e São Gonçalo.
Entre os pontos relacionados aos perfis de trabalhadores, serão discutidos os conhecimentos, as habilidades e as atitudes necessárias para determinado tipo de função. Os profissionais de RH falarão ainda sobre vagas em aberto, perspectivas sobre o profissional do futuro e sobre a forma com que as empresas estão se preparando para receber esse novo profissional. Ao final, os jovens poderão fazer suas perguntas.
O programa é realizado às terças-feiras, quinzenalmente, em todas as unidades do Estado. As próximas apresentações são “Oportunidade do mercado local”, no dia 23, e “Profissões do futuro”, no dia 7 de dezembro. Todas têm o objetivo de orientar os jovens sobre qualificação profissional e o mercado de trabalho. As inscrições também podem ser feitas pelo telefone 0800-0231231.
Novas habilidades em debate
A seleção por competências é um dos temas que serão discutidos no 3º RH Oeste – Encontro de Recursos Humanos da Zona Oeste do Rio, nos dias 17 e 18. O evento vai contar com palestras e painéis sobre tecnologia, cultura da inovação e gestão do conhecimento nas empresas, com presença das principais lideranças empreendedoras da região.
Para o especialista em recursos humanos Heitor Chagas, convidado que vai participar apresentando  o tema “Jogo da malha: ações através da sinergia para inovação”, hoje se fala muito em inovação como uma novidade, mas ela é um produto da própria evolução das empresas.

“A competitividade exige que novas técnicas sejam  aplicadas para que não se corra o risco de investir dinheiro e tempo em programas de seleção sem que exista realmente uma cultura de sinergia, o que trava todo o processo”, explica.
Inscrições e programação estão disponíveis no site www.rhoeste.com.br.

O FLUMINENSE

sábado, 13 de novembro de 2010

Trabalho Infantil - Problema Sério!!

Trabalho Infantil – Infância Roubada e Direitos Perdidos




Trabalho infantil
Na hora da necessidade, muitas famílias se veem obrigadas a recorrer a ajuda para sobreviver, mas nem todos são responsáveis na sua escolha. Por isso, muitas crianças acabam perdendo a sua infância, direito de brincar, ao serem obrigadas a trabalhar para sustentar uma casa. Segundos dados do IBGE, as regiões mais pobres do Brasil, como o Norte, sofrem mais com esse problema. No entanto, é na região agrícola, no interior, que a situação atinge maiores proporções. Basicamente, cerca de dez por cento das crianças brasileiras, dos 5 aos 17 anos, já faz algum tipo de trabalho remunerado.
Vale ressaltar que os jovens entre os 14 e os 16 têm permissão para trabalhar na condição de aprendizes. A partir dos 16, o trabalho só é permitido desde que não seja perigoso, não seja à noite ou atrapalhe a escola. Apesar de não ser uma das regiões mais pobres do país e ter uma boa qualidade de vida, no geral, a região sul é a que tem o maior número de casos registrados atualmente. A concentração de crianças trabalhando nas áreas agrícolas não impede, no entanto, de haver números alarmantes de trabalho infantil . 

Trabalho de Criança é na Escola

direitos da criança


A educação pública oferecida no Brasil ainda não é uma alternativa atraente para milhares de famílias brasileiras. Com baixa qualificação para o mercado de trabalho, muitos acabam acreditando que a escola é perda de tempo, em vez de um investimento futuro. Muitas famílias não sabem que estudo é direito da criança. As imagens que a mídia reproduz mostram crianças nas lavouras em condições precárias e subumanas, carregando peso, feridas, sujas e mal alimentadas. Nas grandes cidades, crianças podem ser vistas vendendo doces nos sinais de trânsito e nos transportes públicos. Algumas fazem truques de malabarismo para ganhar dinheiro, enquanto os pais as vigiam de longe. Outras estão em situação ainda pior, pois já nem trabalham para sustentar uma casa: viciadas em crack e outros entorpecentes, elas roubam e prostituem-se para comprar drogas.

Tudo isso vai contribuir, no futuro, para a formação de mais uma geração carente de adultos. A infância roubada, a carência alimentar, a falta de apoio e o sofrimento vai levar muitos desses pequenos seres ao crime, enquanto outros sofrerão com as consequências da baixa qualificação em empregos mal pagos, sendo obrigados a forçar os filhos a ajudar nas despesas, fechando um círculo vicioso que só pode ser quebrado com a educação formal. Ela ajuda no desenvolvimento infantil, dando ferramentas de sociabilidade e integração e prepara o indivíduo para o mercado de trabalho. A educação de qualidade é tão efetiva que, no Brasil, o salário de uma pessoa pode aumentar em cerca de 80% quando esta se forma na faculdade.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O que é Ginástica Laboral?



O que é Ginástica Laboral? 




Ginástica laboral é o conjunto de práticas de exercícios físicos realizados no ambiente de trabalho (donde o qualificativo laboral), com a finalidade de colocar previamente cada pessoa — e todos — da equipe ou grupo de trabalho bem preparadas para o exercício do labor diário. Usualmente baseia-se em técnicas de alongamento, distribuídas pelas várias partes do corpo, dos membros, passando pelo tronco, à cabeça, sendo, de ordinário, orientada ou supervisionada por um especialista no assunto ou por alguém (do grupo) por esse especialista treinado (que pode ser um fisioterapeuta ou educador físico).



Benefícios da ginástica laboral

Fisiológicos

  • Provoca o aumento da circulação sangüínea em nível da estrutura muscular, melhorando a oxigenação dos músculos e tendões e diminuindo o acúmulo do ácido lático;
  • Melhora a mobilidade e flexibilidade músculo articular;
  • Diminui as inflamações e traumas;
  • Melhora a postura;
  • Diminui a tensão muscular desnecessária;
  • Diminui o esforço na execução das tarefas diárias;
  • Facilita a adaptação ao posto de trabalho;
  • Melhora a condição do estado de saúde geral;
  • Diminui o risco de acidentes no trabalho;
  • Previne a LER e DORTs.
  • Melhora a produtividade com menor desgaste físico;
  • Redução da sensação de fadiga no final da jornada;


Psicológicos

  • Favorece a mudança da rotina;
  • Reforça a auto-estima;
  • Mostra a preocupação da empresa com seus funcionários;
  • Melhora a capacidade de concentração no trabalho.


Sociais

  • Desperta o surgimento de novas lideranças;
  • Favorece o contato pessoal;
  • Promove a integração social;
  • Favorece o sentido de grupo - se sentem parte de um todo;
  • Melhora o relacionamento.

Fontes
Imagem: 

sábado, 9 de outubro de 2010

Síndrome de Burnout: diagnóstico e tratamento


Síndrome de Burnout: rotina desgastante oferece sérios riscos


Por: Danilo Motta 03/10/2010





Doença conhecida como síndrome do esgotamento profissional causa depressão, baixa imunidade e comportamento agressivo. Cuidados no tratamento são necessários


Depressão, baixa imunidade, sono ruim, descaso com as necessidades pessoais e comportamento agressivo. Estes são alguns dos sintomas da Síndrome de Burnout, também conhecida como síndrome do esgotamento profissional. O Brasil é o segundo país do mundo cuja população apresenta maior nível de estresse. Sete em cada dez brasileiros reclamam de estresse no trabalho. Destes, pelo menos três sofrem da chamada Síndrome de Burnout. Apesar de dar sinais semelhantes ao do estresse comum, decorrente de uma jornada de trabalho mais longa, o Burnout exige mais cuidados no tratamento e diagnóstico.
A psicóloga especialista em estresse Fátima Bittencourt afirma que a síndrome está relacionada ao modo como uma pessoa se relaciona com as pressões decorrentes do trabalho, mas não há um perfil de quem pode ser acometido pela doença.
“O que muitos não percebem é que junto com a rotina desgastante vem, também, malefícios como o estresse, que assim como qualquer outra doença, necessita ser tratado para que não se torne algo maior, transformando-se na Síndrome de Burnout. Atualmente, as mulheres sofrem mais com a síndrome em função das jornadas profissionais e familiar”, comenta.
Fátima explica que o tratamento deve ser feito de forma multidisciplinar. Há o processo medicamentoso, com remédios prescritos por um psiquiatra, e seguido de acompanhamento psicológico e neuropsicológico.
“Após o paciente ser avaliado, ele será tratado de acordo com o estágio da síndrome. A psicoterapia pode ajudar o indivíduo a entender melhor a sua relação com o trabalho e ajudar na reeducação de hábitos de vida. Já o médico pode ajudar no diagnóstico e no tratamento de transtornos e doenças ocasionados ou relacionados ao Burnout. Além disso, bons hábitos são fundamentais na prevenção. Isso significa ter alimentação balanceada, praticar atividades físicas, possuir um hobbie e saber gerenciar o tempo para si e para a família”, completa a especialista.
Alterações no comportamento
Quem já foi acometido pela doença concorda que pequenas alterações de comportamento são primordiais na recuperação. Foi o caso do empresário David de Oliveira, 27 anos. Há seis meses, ele diagnosticou o Burnout e deu início ao tratamento com um psicólogo. Hoje, diz que sua vida melhorou em vários aspectos.

“Eu mesmo não tinha noção do quanto andava estressado. Foram meus amigos que perceberam. Hoje,  separo um tempo para sair com eles e ficar com a família, essas atividades pequenas que fazem toda a diferença na nossa vida”, conta.
David chegou a contabilizar 12 horas diárias de trabalho, sem contar as cerca de seis horas que passava no trânsito para ir de casa, em Itaboraí, para o trabalho, na Barra da Tijuca, e voltar no fim do dia. Ao término desta jornada, ele ainda ligava seu computador pessoal para fazer pesquisas de novos projetos para a empresa.
“Comecei a ter perda de memória e não dormia bem, ficava pensando no trabalho. Acabei prejudicando meu rendimento profissional. Às vezes a gente fica tão focado na empresa, que esquece de todo o resto”, lembra ele.
Criar prioridades
Preso no trânsito cerca de sete horas diárias por conta de seus três empregos e a faculdade, o estudante Rafael Godinho, 23, também começou a apresentar sintomas de estresse exagerado. Com imunidade baixa, começou a ficar doente com frequência. Como resultado, teve que escolher apenas um emprego.

“A gente quer alcançar objetivos profissionais rapidamente e no fim das contas acaba não tendo saúde para usufruir. A vantagem é que mesmo faltando aulas na faculdade, eu já via aquela matéria toda na prática, então, tive as melhores médias naquele semestre”, brinca.

O Fluminense

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