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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Parábola dos Potes


Parábola dos Potes





Parábolas dos potes
 


 
  
 

Havia dois grandes e belos potes que, num canto do quintal, falavam entre si:
- Ah, que tédio! Que vida! Viver aqui, exposto a tudo, sol, vento, chuva, calor...
Por mais que eu me proteja, como sobreviverei?
Aqui estou perfeitamente tampado, lacrado para proteger-me e ainda assim sinto-me ameaçado, vazio.
Não vejo graça em estar aqui.
- Tranqüilamente, retrucou o outro pote:
- Veja, eu encontro-me aqui, aberto, nada me protege a boca, ou melhor, o meu interior. Cai à chuva, eu recebo-a.
Vem o vento, eu sinto-o bem dentro de mim. Vem o sol e me leva as gotinhas que retornam para o céu.
E nem por isso sinto-me ameaçado...
- Ora, grande vantagem! Seu interior não guarda mais a cor original como o meu, sua cor é cada vez mais diferente.
Você não é mais o mesmo...
- Sim, e isso me alegra! O meu interior transforma-se a cada dia, à medida em que novas coisas penetram-me.
Posso sentir cada criatura que me visita e cada uma delas deixa algo de si para mim, assim como deixo para elas,
pouco a pouco, a minha cor.
- É, mas você não tem mais paz, a todo instante você é solicitado, carregam você todo o dia para levar água,
ao passo que eu permaneço no meu lugar.
Ninguém me incomoda, quando aproximam-se, já sei que é a você que eles querem.
- Sim, se solicitam-me é porque tenho algo a dar e o que dôo não é diferente do que você pode dar.
Deixo-me encher pela água da chuva, que cai tanto sobre mim quanto sobre você. Encho-me até transbordar.
Eii amados... transformar nosso interior, ter paz, esvaziar-se, deixar-se encher de novo, desinstalar-se,
ser pequeno, humilde, ser feliz, ser paciente, comprometido com as coisas de Deus, tem que
fazer parte de nossa vida!!!!
Mas deixe-se conduzir e permita-se... Seja um pote útil a todos...




Fonte da imagem: http://leovivas.zip.net/images/191A4C_1.jpg




terça-feira, 19 de maio de 2009

Parábolas

PARÁBOLAS



As sete maravilhas do mundo

E ela estava com vergonha de dizê-las.

Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basília de São Pedro
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
4 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar ...
A sala então ficou completamente em silêncio...


(autor desconhecido)


##**##



O Anel




Quanto você vale?



- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porquetenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.



(Autor desconhecido - Enviada por Ana Luisa M. Vilela)


Fonte:

sábado, 16 de maio de 2009

A Parábola do Lápis

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Parábola da estrela-do-mar

Parábola da estrela-do-mar.

 



Era uma vez um escritor, que morava numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores.
Todas as manhas ele passeava a beira mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa, escrevendo.
Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao oceano.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou o escritor.
- Você não vê? Disse o jovem
– A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas vão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.
- Meu jovem existe milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas-do-mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz?
Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.
O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:
- Para essa, eu fiz diferença.
Naquela noite o escritor não conseguiu dormir, nem sequer conseguiu escrever.
De manhãzinha foi para a praia.
Reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.


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