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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

"PROFESSOR E PROFESSORA" ( Roseana Murray)







Para o Dia dos Professores (que deveria ser todos os dias) fiz um poema:

  1. "PROFESSOR E PROFESSORA"

    "Dividir o que se sabe,
    buscar junto com o outro
    a fonte
    de água limpa, o passado
    e o futuro,
    acordar em cada um...
    os seus dons secretos,
    a sua verdadeira voz,
    doar felicidade, ensinar
    a bater as asas,
    que cada professor,
    cada professora,
    sopre nos corações
    a palavra amor."










quarta-feira, 11 de abril de 2012

Dia Mundial da Voz - 16 de Abril

Dia Mundial da Voz - 16 de Abril 

Cuide bem dela!



A voz é o instrumento de trabalho de aproximadamente 25% da população economicamente ativa, que dela depende todos os dias para alcançar o sucesso em suas ocupações. Por outro lado, o Brasil é o segundo país do mundo em incidência de câncer da laringe. Esta doença é evitável, pois está associada ao vício de fumar em aproximadamente 95% dos casos. É um câncer de fácil diagnóstico e altamente curável na fase inicial, quando se expressa apenas por umarouquidão. Mas lembre-se:

Rouquidão persistente (que dura mais de dez dias), deixa de ser uma simples infecção, precisa de tratamento médico e é considerada um dos 7 sinais de alerta de Câncer, segundo a União Internacional contra o Câncer - UICC


A voz do Professor é vulnerável ao tempo e ao uso inadequado, sem cuidados especiais, devendo ser tratada como voz profissional. As condições de sua rotina de vida e trabalho, apresentam situações estressantes e fatores de risco para a sua saúde vocal e geral.


DISTÚRBIOS VOCAIS E DISFONIAS

As DISFONIAS (distúrbios da voz) são apontadas pelos especialistas como um dos principais problemas diagnosticados em Professores. São causadas por alterações naprodução da voz (um dos seus principais instrumentos de trabalho), responsáveis pelo afastamento e/ou aposentadoria precoce de 2% dos 25.000 professores brasileiros. Existem relações entre a saúde vocal, os distúrbios da voz e as condições de trabalho.

UMA DISFONIA REPRESENTA QUALQUER DIFICULDADE NA EMISSÃO VOCAL QUE IMPEÇA A PRODUÇÃO NATURAL DA VOZ.


Essa dificuldade pode se manifestar por meio de uma série de alterações:
  1. pigarros
  2. ardência na garganta
  3. esforço à emissão da voz
  4. dificuldade em manter a voz
  5. cansaço ao falar
  6. variações na frequência habitual
  7. rouquidão
  8. falta de volume e projeção
  9. perda da eficiência vocal
  10. pouca resistência ao falar
  11. tensão na musculatura cervical
A disfonia é, na verdade, apenas um sintoma presente em vários e diferentes distúrbios, ora se manifestando como sintoma secundário, ora como principal. Além de expressarem as condições físicas dos professores, os problemas vocais também estão relacionados a aspectos emocionais, como o ambiente de trabalho e a organização do trabalho, que são temas da Ergonomia.
O indivíduo que padece de um distúrbio vocal sofre limitações de ordens física, emocional e profissional. A figura abaixo mostra a anatomia da garganta e a localização da laringe.


anatomia da garganta

A SÍNDROME DE BURNOUT

A ocorrência do estresse ocupacional tem sido observado em todas as partes do mundo, como fator causal de mortalidade, morbidade e ruptura na saúde mental e bem-estar dos trabalhadores. O impacto dos fatores estressantes sobre profissões que requerem grau elevado de contato com o público, recebe o nome de Síndrome de Burnout. De origem inglesa, este termo significa: queimar, ferir, estar excitado, ansioso.
Essa doença é uma resposta emocional em consequência de relações intensas no ambiente de trabalho do Professor. Trata-se de uma resposta ao estresse emocional crônico, sentimentos relativos ao desempenho da profissão, representado por:
  1. exaustão física e emocional (contrastes entre tensão e tédio)
  2. a falta de reconhecimento, peso da crítica social e baixo salário
  3. baixa auto-estima e ausência de resultados percebidos no trabalho
  4. diminuição da realização pessoal no trabalho (competência, sucesso, depressão)
  5. despersonalização (distanciamento, separação, coisificação, insensibilidade, cinismo)
  6. envolvimento (pessoas, proximidade, atenção diferenciada)

BURNOUT É A REAÇÃO FINAL DO INDIVÍDUO EM FACE DAS EXPERIÊNCIAS ESTRESSANTES QUE SE ACUMULAM AO LONGO DO TEMPO.


Assim, podemos reunir os principais sintomas da Síndrome de Burnout em 4 grupos principais:
a) Psicossomáticos: fadiga crônica, dor de cabeça, distúrbios do sono, úlceras e problemas gástricos, dores musculares, perda de peso;
b)Comportamentais: falta ao trabalho, vícios (fumo, álcool, drogas, café);
c)Emocionais: irritabilidade, falta de concentração, distanciamento afetivo; e
d)Relativos ao trabalho: menor capacidade, ações hostis, conflitos, etc.
As situações de estresse contribuem para as condições de mau-uso e abuso da voz, que geram esforços e adaptações do aparelho fonador, deixando o profissional mais propenso ao desenvolvimento de uma disfonia.



Leia mais...
Fonte: http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/voz2.htm









Departamento de Otorrinolaringologia, Voz e Perturbações da Comunicação

Hospital de Santa Maria(CHLN)/Faculdade de Medicina de Lisboa

Apoio: Abbott Laboratórios, Lda.



Desenvolvido por AddSolutions, 2012



Assista ao vídeo Fábrica da Voz :


sábado, 27 de agosto de 2011

Psicólogo, parabéns!


27 de Agosto - Dia do Psicólogo
No dia 27 de agosto é comemorado no Brasil o Dia do Psicólogo. Nesta mesma data, no ano de 1964, a profissão foi regulamentada através da Lei 4.119/64. 

A palavra psicologia vem do grego: psique (alma) + logos (estudo). Ou seja, a psicologia estuda a alma humana. Durante toda sua história, o homem buscou respostas para questões existenciais. A filosofia sempre se ocupou desta procura por respostas. Mas estas questões, por mais humanas que fossem, diziam respeito ao conjunto da sociedade, à humanidade como um todo. 

Por outro lado, a psicologia buscava não uma definição do homem enquanto ser coletivo, mas sim do homem indivíduo, de suas angústias, suas inquietações. 

Apesar de muitos filósofos e pensadores terem se ocupado da mente humana em seus estudos, foi apenas no século XVI que apareceu pela primeira vez o termo psicologia, quando o humanista croata Marco Marulik publica A psicologia do pensamento humano. 

Ainda assim, um conceito de psicologia, tal como conhecemos hoje, só veio surgir no século XIX, através das formulações de Wilhelm Wundt que, em 1879, criou o primeiro laboratório de psicologia, em Leipzig , na Alemanha. Suas idéias, porém estavam ainda muito atreladas a conceitos fisiológicos e não avançaram muito. 

Diversas escolas da psicologia foram se desenvolvendo: behaviorismo, psicanálise, Gestalt, desenvolvimentista, humanismo. Cada uma dessas escolas tem uma perspectiva diferente de estudo da psicologia: para os behavioristas é o comportamento, para os psicanalistas é a alma através do inconsciente, para os Gestaltistas, é o homem por meio de sua percepção;  e, para os desenvolvimentistas, a relação desenvolvimento / aprendizagem.

Cada escola aborda o “eu” conforme sua ótica, mas todas se empenham em tratar os conflitos, as angústias e o equilíbrio emocional do indivíduo. A todos os profissionais que se dedicam ao bem estar psíquico das pessoas, sejam eles seguidores de Freud, Jung ou outros pensadores, um abraço da equipe Portoweb.



Fonte:  http://www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php?reg=11&p_secao=16

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

A Qualificação É Essencial

Só a genética não basta

Qualificação é apontada por especialistas como segredo para manter sucesso de empresas familiares. E, cada vez mais, empresários investem na formação dos filhos que os sucederão na administração

Rio - As empresas  familiares representam hoje 70% dos empreendimentos brasileiros, de acordo com levantamento do Sebrae do Rio. E, como todo bem de família, a tendência é que passem para as mãos dos filhos dos donos.


Para que o processo não resulte em falência, a fórmula é repetida como um mantra por especialistas e por quem já viveu a situação de assumir um patrimônio familiar: qualificação. 

Francisco Marins, gerente de Educação e Cultura Empreendedora do Sebrae, afirma que é preciso, desde cedo, preparar quem vai assumir o comando. “Na hora de passar o negócio para alguém da família, se a pessoa não tiver qualificação, a empresa tende a não ter sucesso, porque está em um processo familiar e não profissional, como deveria ser”, explica Marins.

O principal erro, segundo ele, é fazer uma sucessão automática. Mas o gerente do Sebrae afirma que comerciantes e industriais cada vez mais têm consciência da importância da educação e da qualificação dos administradores para o sucesso da empresa. “O pai percebe que, se isso não acontecer, o império corre o risco de não existir mais depois que ele entregar nas mãos do filho”, diz.


sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

"IEPIC - História, Formação e Vida"


A exposição   "IEPIC - História, Formação e vida"



 registra, através de fotos, documentos e objetos antigos, 
a história do instituto professor ismael coutinho,
 a primeira escola normal do estado do rio de janeiro.

A MOSTRA SERÁ INAUGURADA HOJE(28/01/2011), NOS INSTITUTOS SUPERIORES LA SALLES,
 COM VISITAÇÃO DE 2ª À 6ª, DAS 9 ÀS 21 HORAS, E AOS SÁBADOS, DAS 8 ÀS 16HORAS.



28/01/2011 - IEPIC - Historia, Formação e Vida




IEPIC - Historia, Formação e Vida

Hora: 2ª a 6ª das 9h às 21h e Sábados das 8h às 16h
Local: Galeria LaSalle

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

I Seminário ANJ sobre Jornalismo e Democracia na Era Digital




ANJ promove seminário para estudantes em cinco capitais

I Seminário ANJ sobre Jornalismo e Democracia na Era Digital. O evento será realizado nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Fortaleza e Brasília, de 25 a 29 de outubro
ANJ promove seminário para estudantes em cinco capitais
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) promove na semana de 25 a 29 deste mês o I Seminário ANJ sobre Jornalismo e Democracia na Era Digital. O evento, que será realizado nas cidades de Porto Alegre, Florianópolis, Vitória, Fortaleza e Brasília, é uma parceria da entidade com jornais afiliados e escolas de jornalismo dessas cidades e tem por objetivo debater com profissionais, professores e estudantes a relação histórica entre jornalismo e democracia e as possibilidades e  desafios a ambos representados pela era digital.
O seminário é dividido em duas partes. Na primeira, o tema é discutido tendo por referência o cenário internacional e terá como palestrante o Prof. PhD Silvio R. Waisbord (George Washington University e Editor do The Internacional Journal of Press/ Politics) e como Moderador o jornalista Carlos Müller (Assessor de comunicação e editor do Jornal ANJ e Doutor em Ciências Sociais – Especialidade em Estudos Comparados – UNB). Na segunda parte, o tema é trazido para o cenário nacional, tendo como debatedores Um representante do jornal local e um representante da escola de jornalismo local. Ao final há uma sessão de Perguntas e Respostas com a participação do público.
Segundo o diretor-executivo da ANJ, Ricardo Pedreira, ao patrocinar o seminário, a entidade procura demonstrar que, a despeito do fim da exigência legal de diploma em jornalismo para o exercício da profissão, as empresas jornalísticas brasileiras entendem que os cursos de jornalismo são a melhor maneira de formar os profissionais do ramo e querem contribuir para isso por meio de iniciativas como este evento, cujo tema é o mesmo do Congresso Brasileiro de Jornais, realizado no Rio de Janeiro, em agosto último.
 


BSB 20/10/2010


Fontes:

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Parabéns, querida Secretária!!











  


Espírito prático, atenção minuciosa, pensamento rápido e visão antecipadora das fases que envolvem o trabalho em uma empresa ou escritório são algumas das habilidades necessárias ao exercício da profissão de secretária.
Cabe a ela assessorar e auxiliar diretores e gerentes no planejamento, na organização e no andamento da rotina diária do local onde atua. Assim sendo, cabe à secretária estar à frente da agenda dos executivos e dos cerimoniais.
Sua função inclui preparação e registro de reuniões, administração das informações que chegam por fax ou pela internet e o arquivamento de documentos importantes.
Outra habilidade exigida é conhecer bem a língua portuguesa. Quanto a idiomas estrangeiros, ter fluência em pelo menos uma outra língua faz a diferença.
O importante, no entanto, é gostar do que faz e fazê-lo bem.

Feliz Dia da Secretária!



  

Jornaleiro, parabéns!!

Dia do Jornaleiro é celebrado hoje no País


30 de Setembro


Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Manoel: convivência diária é rica | Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Rio - Eles são os responsáveis por divulgar notícias e informações  pelo País desde muito antes de a Internet e a televisão também assumirem esse papel. No Dia do Jornaleiro, celebrado hoje, os donos das bancas espalhadas pela cidade lembram com nostalgia como tudo começou. 

Foram crianças italianas as responsáveis pela criação das bancas: “Eles percorriam as ruas de bicicleta vendendo jornal. Seus pais então criaram locais onde eles poderiam vender jornais parados”, conta o jornaleiro Valdir Batista, 62. Manoel Macário, 62, que trabalha na Tijuca, trocou o açougue pela banca: “Adoro conviver diariamente com os moradores do bairro”, revela.










sexta-feira, 20 de agosto de 2010

19 de Agosto - Dia Mundial da Fotografia

Dia Mundial da Fotografia - 19 de Agosto





Da fotografia analógica à ascensão da fotografia digital


Com o surgimento da fotografia digital, qualquer cidadão com uma câmera embutida no celular tem a possibilidade de desempenhar o papel antes reservado aos fotojornalistas. O problema central dessa disputa passa por antigos dilemas da fotografia, que ganharam força com a facilidade da préedição e manipulação da imagem. Caso as previsões se concretizem, os fotojornalistas que sobreviverem aos cortes nas redações assumirão um papel diferenciado nos meios de comunicação, executando apenas matérias especiais e convivendo com registros do cotidiano executados por fotógrafos amadores.



A fotografia surgiu na primeira metade do século XIX, revolucionando as artes visuais. Sua evolução deve-se a astrônomos e físicos que observavam os eclipses solares por meio de câmeras obscuras, princípio básico da máquina fotográfica.



A câmera obscura tornou-se acessório básico também para pintores e desenhistas, inclusive para o gênio das artes plásticas Leonardo da Vinci (1452-1519), que fez uso dessa ferramenta e deixou dela uma descrição minuciosa em seu livro de notas sobre os espelhos, publicado muito depois de sua morte, em 1797. Antes dessa data, as observações feitas em 1558 pelo cientista napolitano Giovanni Baptista Della Porta (1541- 1615) também continham uma descrição detalhada da câmera obscura. A publicação do livro Magia Naturalis sive de Miraculis Rerum Naturalium impulsionou a utilização dessas câmeras, descrita por Della Porta como uma sala fechada para a luz com um orifício de um lado e uma parede pintada de branco à sua frente.



Com o passar dos tempos, a câmera obscura foi sendo reduzida de tamanho, de modo que artistas e pesquisadores pudessem carregá-la com facilidade por onde andassem.



Na virada do século XVII para o XVIII, as imagens feitas por meio de câmera obscura não resistiam à luz e ao tempo, desaparecendo logo após a revelação. Foram vários os pesquisadores que conseguiram gravar essas imagens, mas todos encontravam dificuldades em sua fixação.



Em 1816, o francês Joseph Nicéphore Niépce (1765-1833) dava os primeiros passos no caminho do registro de imagens por meio de câmera obscura. Pesquisando um material recoberto com betume da Judéia e em uma segunda etapa com sais de prata, ele conseguiria gravar imagens em 1827. Niépce batizou a descoberta de heliografia. Existem, porém, dúvidas de que Niépce tenha realmente se utilizado do nitrato ou cloreto de prata, uma vez que os documentos que comprovariam essa utilização não são esclarecedores. O professor Mário Guidi tenta entender os motivos:



“A falta de maiores e mais precisas informações sobre os trabalhos e pesquisas de Joseph Nicéphore Niépce se deve a uma característica, até certo ponto paranóica, de sua personalidade. Vivia suspeitando que todos quisessem lhe roubar o segredo de sua técnica de trabalho. Isto ficará claramente evidenciado na sua tardia sociedade com Daguerre. Também em 1828, quando vai à Inglaterra visitar o irmão Claude, fracassa uma possível apresentação perante a Royal Society. Neste encontro, intermediado por um certo Francis Bauer, Niépce deveria apresentar os trabalhos por ele batizados de heliografias. O evento não se realizou por ter Niépce deixado claro, de antemão, que não pretendia revelar seu segredo”.



No retorno da viagem à Inglaterra, Niépce conhece em Paris o pintor Louis Jacques Mandé Daguerre (1787-1851), que trabalhava em um projeto semelhante ao seu, e acabou por associar-se a ele. Daguerre, ao perceber as limitações do betume da Judéia e dos métodos utilizados por seu sócio, decide prosseguir sozinho nas pesquisas com a prata halógena. Suas experiências consistiam em expor, na câmera obscura, placas de cobre recobertas com prata polida e sensibilizadas com o vapor de iodo, formando uma capa de iodeto de prata sensível à luz.



A pesquisa de Daguerre acabou sendo reconhecida pela Academia de Ciências de Paris, em 19 de agosto de 1839, sendo batizada como daguerreótipo, um método de gravar imagens por meio de câmera obscura. O fato provocou protestos por parte do inglês Willian Fox Talbot (1800-1877. Ele gravava igualmente imagens com câmera obscura, utilizando um processo parecido ao de Daguerre e Niépce, que passou para a história com os nomes de talbotipia ou calótipo. Hippolyte Bayrd (1801-1887 também reivindicou a descoberta, tendo sido responsável pela primeira montagem fotográfica da história, em 1840, quando simulou a própria morte em protesto pelo não-reconhecimento de sua invenção pelas autoridades francesas.



No Brasil, Antoine Hercule Romuald Florence (1804-1879), um francês radicado na Vila de São Carlos1, pesquisou, entre 1832 e 1839, uma forma econômica de impressão, sensibilizada pela luz do sol e sais de prata, método parecido com os que Niépce, Daguerre e Talbot utilizaram na Europa. Ele chegou próximo a uma descoberta batizada de photographie, seis anos antes que seu compatriota Daguerre em Paris.



Hércules Florence, como ficou conhecido no Brasil, obteve ajuda do botânico Joaquim Corrêa de Melo, mas nunca teve suas pesquisas reconhecidas. Inclusive, a palavra fotografia era utilizada por Florence e Corrêa de Melo desde 1832, antes que na Europa, onde, a partir de 1840, o astrônomo John Herschel passou a utilizá-la para unificar as diversas descobertas envolvendo a câmera obscura, no período entre 1827 e 1839.



Com o anúncio da gravação da imagem por Daguerre na Europa, logo se instituiu uma grande polêmica entre os pintores. Eles acreditavam que o novo método acabaria com a pintura, não admitindo, portanto, que a fotografia pudesse ser reconhecida como arte, uma vez que era produzida com auxílio físico e químico.



Com o anúncio da gravação da imagem por Daguerre na Europa, logo se instituiu uma grande polêmica entre os pintores. Eles acreditavam que o novo método acabaria com a pintura, não admitindo, portanto, que a fotografia pudesse ser reconhecida como arte, uma vez que era produzida com auxílio físico e químico.



A prematura discussão com representantes das artes plásticas fez com que pintores resistentes à utilização da fotografia procurassem por uma nova forma de expressão, dando origem ao movimento impressionista, que, aos poucos, encontrou rumo e reconhecimento na história das artes visuais. A discussão retorna, de algum modo, nos dias de hoje, envolvendo duas formas distintas de captação de imagens, a fotografia analógica e a fotografia digital.



Desde que foi descoberta, a fotografia analógica pouco evoluiu. Permaneceu com seus princípios ópticos e formatos por mais de 100 anos, reinando absoluta na história, como se o processo descoberto pelos pioneiros fosse, de fato, eterno.



No século XX, a fotografia passou a ser utilizada em grande escala pela imprensa mundial, em amplas reportagens fotográficas, fazendo aumentar naturalmente a exigência de profissionais que trabalhavam com fotojornalismo. A cobrança por equipamentos mais leves e ágeis despertou nos fabricantes o interesse em investir no setor, provocando uma renovação no mercado e chamando a atenção do grande público para as novidades tecnológicas e as belas imagens que surgiam no dia-a-dia da imprensa mundial.



A profissão de fotógrafo passou a ser cobiçada em todo o mundo, revelando profissionais altamente qualificados e, até, adorados em vários países, como Brett Weston, Cartier Bresson, Edward Weston, Robert Capa, Robert Frank, Alexander Ródchenko, Pierre Verger e Jean Manzon, entre outros. Esses profissionais formaram uma geração de ouro do fotojornalismo mundial, mostrando muita criatividade e ousadia em suas fotografias, fazendo delas verdadeiras obras de artes, admiradas por milhões de pessoas.



Leia mais:  http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/agosto/dia-mundial-da-fotografia.php
 
Fonte da imagem: http://farm3.static.flickr.com/2044/2406002310_b4b2d7e0d0.jpg

quarta-feira, 10 de março de 2010

Profissão É Vocação?


ÉTICA E SOCIEDADE
Luiz Gonzaga de Sousa

 


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Puede bajarse el libro completo en PDF comprimido ZIP (195 páginas, 721 kb) pulsando aquí.


PROFISSÃO É VOCAÇÃO?




Ouve-se muito dizer, a minha vocação é ser advogado! Tenho grande vocação para Engenharia! Sinto que minha vocação é ser Médico, e a lista das vocações continua, tomando dimensões enormes, às vezes incalculáveis, devido a não se compreender, na verdade, o termo vocação. Será que a vocação é um desejo mórbido para ser um determinado profissional? Será que a vocação é a ansiedade de ter uma profissão que ganhe bem? Mas, afinal, o que é vocação? Será que vocação é apenas uma aptidão? Ou, será que vocação tem algo a mais? É justamente este ponto que se quer abordar neste pequeno artigo, fazendo uma conexão com as profissões que as pessoas se ocupam, tentando verificar a correlação existente entre estas duas palavras tão usadas na atualidade dos Psicólogos.



Um primeiro ponto a se colocar, é que existem escolas que tentam descobrir as vocações das pessoas, ou melhor, dos jovens que almejam uma profissão. Sem sombra de dúvida, em alguns casos têm dado certo, porém em outros, não têm demonstrado o resultado satisfatório. São observações e mais observações que são consideradas desde os cursos primários, no sentido de sentir qual a habilidade que o aluno se acha mais propenso, onde abunda a sua facilidade em termos de trabalhar melhor essas informações relativas a uma profissão, cujos resultados são enganadores. Uma coisa é certa, a vocação não se desperta com muita facilidade nas pessoas, surgindo apenas desejos por profissões que os gostariam de ter consigo e que, por quaisquer motivos não conseguiram, transmitindo essa tendência para os filhos que são estudantes.



Propriamente em cada aluno não se ver o seu desejo de se profissionalizar, porém a vontade de cumprir uma tarefa de estudante, isto é, passar de ano, ganhar presentes, e se destacar como o melhor aluno da classe, como um bom estudante, um aluno dedicado, ou como se chama normalmente de c.d.f.. O segundo grau é quem começa a dar alguns direcionamentos quanto a uma profissão que deseja seguir, contudo, este ponto ainda não é bem definido pelo aluno, mas sim, pelas conversas que ouvem dos pais nos bate-papos informais, surgindo a curiosidade. É, nesta hora, que o estudante começa a se interessar por algum curso da universidade, tais como Medicina, Engenharia, Direito, sem embargo o resto é uma fuga, quando não conseguiu se classificar em um destes três que são para eles, os mais importantes.



Tentando conhecer a etimologia da palavra vocação, vai-se a Aurélio Buarque de HOLLANDA (1976)[1] e encontra que ela significa ato de chamar; escolha; predestinação; tendência ou inclinação; etc., são os empregos comuns que esta palavra serve no dia-a-dia das pessoas bem informadas, ou não. Sabe-se que o termo vocação não significa casos restritos, mas tem uma abrangência bem maior do que se pensa, como também pode denotar uma extensão metafísica que atinge o aprendizado de muitas vivências que o espírito pode passar. Com este pensamento, aumenta-se o leque de entendimento do termo vocação, buscando-se nos ensinamentos espirituais, o real sentido deste termo, que é o acúmulo de conhecimentos que o espírito armazena ao longo das diversas encarnações.



Diz-se normalmente que fulano de tal é mais inteligente do que sicrano, que beltrano tem vocação para isto ou aquilo, entretanto, o que significa isto? Como se pode provar um caso, ou outro? Existem condições de fazer qualquer medição desses fatos abstratos e sobrenaturais? O mundo espiritual explica facilmente que a vocação, parte das diversas informações que são obtidas ao longo de várias vidas, pois aquela que acumulou mais informações, é que deixa o aluno mais propenso à escolha direta de uma profissão X. Entretanto, quando um determinado aluno possui muitas informações de diversas profissões, isto o deixa confuso quanto a qual deve seguir, optando por aquela que talvez não tenha conhecimento suficiente para segui-la bem, com sucesso pleno.



É fácil ver que o estudante, quando está investigando um problema difícil, e a primeira vista sem solução, começa a meditar quando de repente, chega-lhe a resposta que não sabe como foi tão fácil perceber algo que se mostrava tão complicado e difícil nos primeiros momentos. Isto indica que o conhecimento do passado, que não se esquece, imediatamente aparece, tendo em vista que o subconsciente está trabalhando, e se chega até ao ponto onde se encontram os passos da solução daquele problema. Não é que os espíritos tragam prontas as respostas das dificuldades de um estudante ou de um profissional, todavia, a própria pessoa, é que tem dentro de si, os conhecimentos que lentamente lhe vão chegando a atualidade, e é isto que ensina a palingênese da vida.



Quanto à questão da profissão, verifica-se que é a prática de algum conhecimento adquirido no mundo material sobre determinada atividade, isto feito pelas escolas habilitadas, tais como universidades, escolas profissionalizantes, como aprendiz de alguém onde está trabalhando é que vai indicar a tendência precisa. Pouco a pouco o aprendiz vai sentindo que, aquilo que está fazendo já é conhecido com muito ou pouca intensidade, pois, quando este estudante prático demonstra certas facilidades, diz-se que ele tem vocação, ou ele tem aptidões para a coisa. Esta é uma relação forte entre vocação e profissão, entretanto, sabe-se que vocação não é algo da matéria e sim, do espírito que armazenou experiências ao longo de muitas vidas que já viveu fazendo estas mesmas coisas, e que agora flui mais facilmente.



Não se pode acreditar que as pessoas na atualidade aprendam tão facilmente as profissões, assim como descobrem tudo em uma só vida. Os grandes progressos que a humanidade presencia no século XX são exemplos, da maneira tão simples e rápida, cujos primórdios passaram tanto tempo estudando e não os descobriram. Veja que as grandes invenções aconteceram de maneira tão aleatória que dá para desconfiar, como cientistas de pouca idade descobrem grandes inventos, em que o homem da caverna passou tanto tempo, e não percebeu os progressos da ciência de hoje. Não existem mistérios nestas descobertas. Não é porque o homem seja mais observador nem mais estudioso com relação ao outro, mas por causa do acúmulo de conhecimentos que se tem ao longo da história, e da ajuda dos espíritos conhecedores de tais problemas.



Quando se quer relacionar profissão com vocação, deve-se levar em consideração a questão do livre arbítrio, que é a consciência que o espírito encarnado cria no transcorrer das diversas experiências que se passam, como encarnado e como espírito, e isto cria a liberdade individual. Enquanto não se compreender o que cerca a individualidade espiritual, não se tem atuando o livre arbítrio, e o espírito encarnado está sob o comando da ciência e dos irmãos que circundam, com orientação ao seu modo de viver quer queira, ou não. Como se sabe, se existe uma determinação para os espíritos inferiores neste complexo, entretanto, o fato é que eles vão vivendo o instante em que as coisas acontecem, dando condições para que possam compreender o seu modus vivendi, para eliminar as coisas más da vida.



Não se precisam criar dogmas quanto ao mundo espiritual, de que tudo que acontece, são os espíritos que fazem, que impulsionam, que determinam, ao considerar que todos são espíritos, tanto os encarnados quanto os desencarnados. Entretanto, aos desinformados do bem, a influência espiritual é bem maior. Pois, enquanto não se conseguir o livre arbítrio, sem dúvida a sinergia dos espíritos em cada ser humano e não humano desconscientizados do amor é um indutor para aqueles que não conhecem o caminho da verdade e da vida. É fácil perceber nos impulsos que as pessoas possuem, e que são incontroláveis em um primeiro momento, dada as suas inferioridades, e a sintonia existente entre os vivos e os mortos, entre os vivos e os vivos, e entre os mortos e os mortos que também se interagem mutuamente.



Tudo isto que se acabou de delinear é para indicar que as pessoas são as almas, e os ganhos que se têm acumulados são do próprio ser humano que pode até mesmo ser ajudado pelos espíritos, mas essa ajuda só vem de acordo com as condições pessoais não serem suficientes para acionar o seu interior. Neste sentido, a ajuda espiritual é sempre bem vinda, todavia, isto só acontece devido à situação de merecimento quando a pessoa reivindica ajuda, e esteja apta para receber tais benesses do mundo espiritual superior que atua em tudo. Inegavelmente, profissão pode ser vocação, porém, existem casos, e muitos casos de pessoas que não possuem a profissão pelo princípio vocacional, mas por uma contingência de momento, ou intromissão de amigos que não querem o progresso espiritual e material de alguém.



Em resumo, sabe-se que existe uma correlação clara entre profissão e vocação, contudo, verifica-se que no cotidiano das pessoas, muitas vezes não se constata este fato, tendo em vista que muitas inconveniências não proporcionaram condições para que se tenha profissão por vocação. Não se deve também confundir a vocação com os entusiasmos que as pessoas empregam em determinadas profissões, que deixam os estudantes aéreos quanto a sua decisão de que profissão a seguir, ou que curso fazer para sua profissionalização. É por isso que é importante o conhecimento sobre o mundo espiritual para que se possa ter ajuda de como escolher bem uma profissão que vai proporcionar suporte para toda a vida, não somente na vivência física, como também, com respeito à vida espiritual que é essa que vai perdurar por todos os séculos dos séculos.




quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Homenagem ao Professor





HOMENAGEM AO PROFESSOR







As bolas de papel na cabeça,

Os inúmeros diários para se corrigir,



As críticas, as noites mal dormidas...



Tudo isso não foi o suficiente


Para te fazer desistir do teu maior sonho:


Tornar possíveis os sonhos do mundo.


Que bom que esta tua vocação


Tem despertado a vocação de muitos.


Parece injusto desejar-te um feliz dia dos professores,

 

Quando em seu dia-a-dia


Tantas dificuldades acontecem.




A rotina é dura, mas você ainda persiste.


Teu mundo é alegre, pois você


Consegue olhar os olhos de todos os outros.


E fazê-los felizes também.



Você é feliz, pois na tua matemática de vida,


Dividir é sempre a melhor solução.


Você é grande e nobre, pois o seu ofício árduo lapida

 
O teu coração a cada dia,



Dando-te tanto prazer em ensinar.




Homenagens, frases poéticas,


Certamente farão parte do seu dia a dia,


E quero de forma especial, relembrar


A pessoa maravilhosa que você é



E a importância daquilo do seu ofício.



É por isto que você merece esta homenagem


Hoje e sempre, por aquilo que você é



E por aquilo que você faz.



Felicidades!!


(autor desconhecido)






AO MESTRE , COM CARINHO!





Mestre,


É aquele que caminha com o tempo,

propondo paz, fazendo comunhão,


despertando sabedoria.




Mestre é aquele que estende a mão,


inicia o diálogo e encaminha


para a aventura da vida.




Não é o que ensina fórmulas, regras,

raciocínios, mas o que questiona

e desperta para a realidade.




Não é aquele que dá de seu saber,


mas aquele que faz germinar


o saber do discípulo.






Mestre é você, meu professor amigo

 

que me comprende, me estimula,


me comunica e me enriquece com






sua presença, seu saber e sua ternura.


Eu serei sempre um seu discípulo



na escola da vida.




Obrigado, professor!






(N.Maccari)




Fontes: http://www.mensagenscomamor.com/oracao_mensagem_frases_dia_do_professor.htm






































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